Consciência
O poder do silêncio não está na ausência de palavras, mas na presença de consciência. Em um mundo onde todos querem falar ao mesmo tempo, silenciar se torna um ato de força. O silêncio organiza pensamentos, acalma emoções e evita respostas impulsivas que muitas vezes machucam mais do que resolvem. Quem entende o valor do silêncio aprende a observar antes de reagir e percebe que nem toda provocação merece resposta, que nem toda discussão precisa ser vencida. Às vezes, calar é proteger a própria paz, é escolher maturidade em vez de conflito. O silêncio também comunica, ele pode expressar decepção, reflexão, respeito ou até despedida, porque há sentimentos que as palavras não alcançam, mas o silêncio traduz com profundidade. Além disso, é no silêncio que encontramos a nós mesmos, escutamos nossos medos, organizamos sonhos e fortalecemos decisões. Enquanto o barulho externo distrai, o silêncio revela. O verdadeiro poder do silêncio está nisso: ele não grita, mas transforma, não impõe, mas ensina, e muitas vezes a resposta mais forte que alguém pode dar é simplesmente não dizer nada.
Eu sou a consciência, sedimentada por um legado de pertencimento, que se fundamenta em atitude e se firma numa conduta esteticamente politica.
Quando você se alimenta com consciência, não está apenas matando a fome, está nutrindo suas células, suas emoções, sua imunidade e o seu futuro.
história mostra que criticar sempre foi fácil; difícil é sustentar, com ética e consciência, o peso do julgamento.
A consciência individual é a "gota" que, ao cair no oceano, perde a forma de gota, mas ganha a imensidão do mar, a melhor forma de entrar nesse mar enquanto humano é os livros.
“Quem perde nunca será você e sim quem não te valoriza, não te respeita.
Se sua consciência está tranquila, siga em frente com sua vida.”
#bysissym
Tese sobre o Caos e a Consciência
Antes da inteligência humana, havia o caos — não mero desarranjo, mas um abismo fecundo, um entrelaçar de forças indomáveis e silenciosas que pulsavam sem testemunha. A expansão do universo — efeito da grande explosão — moveu massas, gerou órbitas, incendiou estrelas; e ao longo de milênios incontáveis, dessas forças surgiu uma ordem apenas aparente: uma harmonia caótica, tão tênue quanto ilusória.
Os humanos, criaturas de um lampejo tardio de consciência, acreditam enxergar perfeição onde há apenas fluxo, perceber mistério onde existe apenas processo, e, com vaidade, tentam nomear o que escapa a toda nomeação. A inteligência, ainda jovem, nasce dos erros involuntários do próprio caos, e é com ela que se edifica a pergunta — não a resposta.
A consciência — esse clarão que se anuncia no “penso, logo existo” — produziu infindáveis interrogações. Mas que respostas poderia oferecer a criatura que emergiu de uma ignorância tão profunda? É impossível que uma mente tão jovem compreenda o abismo anterior a si mesma, o princípio inominável de onde tudo se ergueu, o silêncio primordial que, ao se desfazer, fez nascer não apenas o universo, mas também a angústia de quem o contempla.
— Evan do Carmo, 14-10-205
Procurar despertar a consciência não é tarefa fácil; e, quando se está com a consciência despertada, a realidade torna-se ainda mais esmagadora e aterrorizante.
A conta mais importante a fechar no fim do dia não é a do banco, mas a da sua consciência. De nada serve conquistar o mundo e perder o sono; de nada vale o domínio do impossível se você não domina a própria calma. A verdadeira fortuna é saber que você já é o bastante, e que florescer onde seus pés estão plantados é o maior lucro que a vida pode dar
Homens de caráter forte prosperam com as mãos limpas e a consciência tranquila; eles trabalham com honestidade
