Consciência
Toda tropa possui uma elite, não definida pela força bruta, mas pela consciência.
Uma nação cujo povo não busca excelência — no conhecimento, no exercício da cidadania e na defesa de seus direitos — torna-se vulnerável.
Um povo que não luta por ideais é facilmente moldado, conduzido e dominado, como ocorre na guerra quando o inimigo subjuga mentes antes de conquistar territórios.
Onde não há elite de consciência, há servidão disfarçada de ordem.
A nossa liberdade está em nossa consciência, já que, por si sós, somos apenas matéria como qualquer outro objeto. Embora feitos de matéria, entendemos as nossas limitações e através do conhecimento, conseguimos trabalhá-las, modificando, até certo ponto, os sinais de pontuação que a vida impõe em nossas histórias. Não criamos as regras do jogo, mas aprendemos a usá-las a nosso favor; afinal, a mesma água que nos afoga é a que nos mantém vivos e o mesmo fogo que aquece é o que queima.
Isso nos leva a questionar a própria origem de nossas ferramentas. O termo "natural" é definido por boa parte dos dicionários como "aquilo que pertence ou é regido pelas leis da natureza". Por sua vez, a natureza é descrita como "o mundo material, especialmente aquele em que vive o ser humano e que existe independentemente das atividades humanas". Ocorre que, de certa forma, o ser humano, em sua essência, é algo que provém da natureza. Inclusive o cérebro, responsável por criar tudo o que é classificado como artificial, foi criado de maneira natural e é regido pelas mesmas leis.
Embora o cérebro tenha a capacidade de idealizar, tudo aquilo que é materializado deve seguir as leis da física; portanto, da mesma forma que tais leis regem o cérebro humano, regem também suas criações e manipulações. Onde surgiu, então, a diferenciação do que é natural? Se as leis da natureza são as mesmas que regem os seres humanos e suas criações ditas "artificiais", o conceito de natural seria ele próprio artificial?
Além do mais, o cérebro humano se enquadra nas características de "natural", visto que ele seria independente da atividade humana? A menos que ele materialize — ou melhor, que seja o princípio da atividade humana, o que é razoável supor. Pode-se dizer que o ser humano é fruto da reprodução de outros dois seres humanos, o que encerraria a questão biológica imediata; todavia, nem sempre foi assim. Sabemos que nem sempre existimos e que não somos eternos. Em algum momento, algo não humano originou o ser humano. Esse "algo", por definição, faria parte da natureza? Se sim, a consciência que nos dá liberdade é, no fim das contas, a própria natureza manifestando-se contra suas próprias limitações ?
A humildade é a perfeita consciência de si. Quando alguém descobre quem é, automaticamente descobre quem não é. E quando caem todas as máscaras, resta somente hum.
Um erro cometido conscientemente e sem peso na consciência, só vem mostrar como é pequeno o tamanho de seu coração
A consciência é o verdadeiro remédio para o coração. Se está tranquila, ela é como água com açúcar, mas se não está, é como a água salgada em nossa boca, onde o sal castiga nossa língua
Um corpo biológio precisa de uma consciência para existir, porém uma consciência não precisa de um corpo biológico para existir, a consciência está acima do plano material, ela não é constituída por elementos perecíveis ao tempo e espaço.
Mesmo a ideia de “consciência” pode se tornar um refúgio sutil, uma nova identidade mais refinada onde o ego se abriga. Quando isso é visto, até essa identificação começa a perder sustentação. O que resta não pode ser nomeado, não pode ser possuído, e justamente por isso não pode ser perdido.
A excelência começa como um valor, amadurece como consciência, se consolida como cultura e se sustenta como sistema.
Amor pela Excelência é Gestão com Alma.
A excelência nasce como valor, desperta como consciência, se fortalece como cultura e se perpetua como sistema.
Amor pela Excelência é Gestão com Alma
