Consciência
Ter um Natal feliz,
é estar de
bem com a vida...
é estar em paz com
a sua consciência...
é ter a certeza de que
você deu o melhor de si...
não apenas
na noite de Natal...
mas ao longo de toda
a sua vida!
Ninguém em sã consciência me deixaria fazer algum plano. Porque, obviamente, não consigo distinguir um amigo de um inimigo.
Eu me martirizando, então me vem a consciência de que é cientificamente comprovado que 95% do que imaginamos que irá acontecer em relação a algo especifico (algo que queremos muito e que por isso nos preocupamos muito pelo medo de um resultado adverso), não acontece da forma de imaginamos... ufa!
Me vem um alivio, então posso voltar a concentrar-me no que de fato me interessa (os resultados), e ter agido apesar do medo, me coloca um passo a frete da versão obsoleta que fui até o dado momento.
Continuarei agindo e, usarei todos os feedbacks e insights que a vida me dá e dará... sigo mais, firme, forte, experiente, resiliente, perspicaz, tenaz... um pouco sábio!
A vida é um palco, e eu sou artista, então viver é um espetáculo! E nesse espetáculo, só, e somente, minha melhor performance, protagonizada pela minha melhor versão! Afinal, a vida é única e bela! E viver é fazer-se vida!
E eu sou o único responsável por todos os meus resultados, tanto para o bem, quanto para o mal! E estar no comando me torna apto a galgar todos os meus sonhos, que por sinal, sonho acordado e com os pés firmes no chão, e claro, com métricas realistas e acionáveis! Muito brilho nos olhos e faca nos dentes! E aquela certeza: NADA É IMPOSSÍVEL!
Natal: O Nascimento De Uma Nova Consciência
“Toda vez que o Divino nasce no coração humano é natal. Mahavira engravidado pela amorosidade que reverencia e respeita todas as formas de vida; Buda na quietude resultante da transcendência dos pensamentos, LaoTsé pacificado ante as ambiguidades do existir, Sócrates enamorado com a Voz que brotara em seu coração, entre outras singulares referências, são vislumbres de fenômenos natalinos. Sempre que um evento natalino ocorre na alma humana à existência exulta, o cosmos celebra, a terra rejubila, pois toda a criação anseia com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. Todos os que se despertaram e que nasceram de novo, experienciaram o “natal”, o nascimento de uma nova consciência, o surgimento do novo homem interior. Quando a estrela da consciência brilha nas trevas do pensamento somos guiados à semelhança dos reis magos, na direção da luminosidade que anuncia a manifestação do Caminho, da Verdade e da Vida. No estábulo da natureza humana que abriga a animalidade existe uma manjedoura, o coração, e quando o mesmo é forrado com fenos da sinceridade torna-se um receptáculo propício para o nascimento da consciência Divina. O Natal dos natais teve a sua concretude áurea na historicidade em Belém da Galiléia, com o nascimento de Jesus, onde o amor corporificou-se, humanizou e superabundou entre nós. Em Cristo compreendemos que o desejo da Suprema Realidade é nascer em cada alma, para que o crepúsculo da consciência humana se transforme na aurora da consciência Crística.”
A voz da consciência com sua verdade clara, não grita em nossos ouvidos, mas acalma o coração dos momentos de angústia
De todas as coisas, a pior delas, é o encardo de consciência, as vezes temos que convivermos com isso para o resto da vida, por não darmos valor aquilo que era nosso, e não reconhecer o quanto era importante, quando percebemos já é tarde de mais!
O meu guia é a minha consciência, e sobre ela pesam todos meus atos, porém certo de que estes estendem-se a cada afeto, pois a razão leva-os a todos os irreparáveis veredictos.
vivendo numa cidade aonde a poesia é cantada nas esquinas
morrendo na bolha de consciência, sobrevivendo a infinidade de tormentos
a musica se faz em cada guimba jogada ao relento
palácios e casebres dividindo o mesmo espaço físico, dividindo a mesma calçada
navegantes de mares calmos, navegantes de aqueronte
iluminados pelo laranja, vivem perante ao vermelho de seus olhos, de seu corpo
soterrados e escavando, na desesperada procura por um céu estrelado, contemplam o frio do chão.
Percorrendo as estradas cansadas da consciência, embriagando-me e saciando minha curiosidade em cada oferenda ao desconhecido me rendo ao cálice sagrado da dose diária de morte. Ouvindo e observando e cantando a vida, um sinal sem senha, uma luz sem interruptor...
anseio por motivos novos e cada dia mais adormecer sobre camadas e camadas de melancolia planejada, arquitetada...
Duvido ser interessante sorrindo, duvido que me interesse por alguem chorando, paradoxo social de nunca estar feliz o suficiente, mas nunca querer tristeza em doses cavalares
O blues toca e rendo-me a necessidade de um trago daquele encorpado cigarro, o blues toca e caio a vontade de tudo um pouco mais de tudo um pouco menos
Escrevo não como um poeta, porque me falta habilidade para tamanha ousadia, escrevo como um louco solitário, com um ventilador barulhento, e pessoas que nunca vi, talvez não torne vê amanhã, ou nunca dirija a palavra, o mundo tão cheio de pessoas que nunca vou ver, que até bate uma sensação de fraqueza.
Sonny Boy willianson esta convocando todos os anjos e demonios ao seu funeral, sonny boy, esta profetizando o meu funeral.
Rendo-me a morte como jesus fez, lhe espero de braços bem abertos...Não clamo o pai nem espero a mãe chorando aos meus pés, a morte de um homem se da num campo de batalha, seja ele mental ou físico.
A Inversão mostra como o ser humano aprende a identificar amor com sofrimento, consciência com restrição, trabalho com sacrifício, honestidade e bondade com deixar-se prejudicar, falar a verdade com agressão e assim por diante.
Precisamos da vida para despertar a consciência para o nosso nascimento espiritual ao morrermos, caso contrário, continuaremos encarnando
Só nascemos em Deus e Deus nasce em nós quando despertamos a consciência. A imortalidade vem deste despertar.
