Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Tudo acontece como tem que acontecer, nada está errado , muito menos certo. O passado foi lição, o presente aprendizado e o futuro a Deus pertence.
Existem musicas, assim como essa: "Flinch - Alanis Morissette". Que foram inventadas ou doadas do céu, para pessoas simples, humanos mortais, mas que com uma capacidade gigantesca em sentimentalidades.
Essa cantora, ao meu ver, é uma das melhores da atualidade, não por ser apenas "a cantora", mas por ter explodido no mundo com a sua decepção, com o seu temor. E é por essa letra e por tantas outras que sou grata, por ter acompanhado e sido fã de seu grandioso poder em tocar pessoas especiais.
O que você é? - Meu Deus? - Você me atinge como se fosse meu Deus.
O que você é? - Meu irmão Gêmeo, - Você me atinge como se fosse meu irmão gêmeo.
O peso das palavras acima são amargamente sentidas, por quem já sentiu o peso de uma decepção. Afinal, nem mesmo uma década apaga o que parece ter ocorrido a minutos.
Então abençoado seja aquele que você amou, e como diz a canção, que em breve você ouça o nome desse ser e logo mais esqueça, mas como sabemos que isso não é a verdade, que suas pernas se tremam, mas que você continue em pé.
E agradeça, pois poucos seres no mundo farão isso com você. O amor é para todos, mas poucos são para o amor.
Tatyane Nicklas
Nossas noites são brasas queimando na alma
como fogo perturbado são nossos sentimentos....
trevas angustiantes no coração perturbado...
ouço bem baixinho tuas palavras que magoam...
tenho tanto fogo no coração que queima tudo
mesmo que tenha tantas virtudes nessa vida...
sinto cada momento perdido pois te amo tanto.
Mercadores de almas esquartejam meu coração,
devoram os templos de adoração como tua alma,
no brilho do luar somos parte do sacrifício
que cobre o destino diante dos teus olhos,
com a magia do teu amor.
No auge de minha adolescência, assim como a maioria das pessoas, enfrentei alguns problemas de autoestima. Já até contei sobre alguns traumas aqui, em outros textos.
Aos 16, conheci a tecnologia e o mundo do Photoshop…
Que mágico era poder ter o nariz dos meus sonhos, a pele mais perfeita do mundo e a imagem mais idealizada possível de mim mesmo.
Quanta mentira!
Eu (e as pessoas que me conheciam pessoalmente) mal me reconhecia nas fotos…era bizarro!
Percebi que estava mentindo pra mim mesmo!
Quem era aquele garoto?! Bah…ele nem existia!
Então comecei a entender que mudanças exteriores começam de dentro pra fora.
Eu poderia ter juntado todo o dinheiro possível e corrigir alguns “defeitos”. Mas seriam mesmo defeitos ou minha mente estava doente?!
Infelizmente, com outras consequências, percebi que o erro estava mesmo na minha cabeça.
Não era o tamanho do meu nariz ou das minhas orelhas, mas o tamanho do meu cérebro que definhava a cada ideia distorcida de imagem que eu comprava.
Hoje, com a cabecinha no lugar em relação a este assunto, amo destacar o que antes era “feio”. Isso me torna único e dá um “quê” de especial na minha aparência!
Você, provavelmente, tem algo que te torna diferente das outras pessoas. Às vezes nem é uma característica física…
É tão importante nos amarmos antes de esperarmos que outros nos amem!
Quando tomamos ciência disso, a visão sobre nós mesmos muda e, passamos então, a sermos os personagens principais de nossas próprias histórias.
Eu estava pensando sobre como uma grande nação consegue chegar ao patamar de uma vida de qualidade e liberdade de escolha dos cidadãos para muitas coisas.
Nós, brasileiros, nos vemos em um buraco tão escuro e sem volta que desistimos facilmente de lutar por um país melhor.
É uma pena aceitar certas idéias e leis porque, outrora, as mesmas já foram discutidas e firmadas.
Quem não regride à uma discussão para entender uma ideia exposta, provavelmente amadurece superficialmente. Quebrar tabus faz parte do desenvolvimento humano.
Já pensou se tudo o que os seus pais te impunham como “certo e errado” fossem definitivamente o certo e o errado?
Provavelmente você não é uma cópia exata da mente e caráter de seus pais, porque somos seres que evoluem, que caem em contradição e, mais do que isso, que caem em questionamento.
A fase do questionamento humano parece ser exclusiva da adolescência, mas não.
Passamos todos os dias dessa santa vida nos questionando por “n” motivos. Queremos entender e aprender mais. É natural! (e saudável!)
Justificar certas restrições por meio de demagogia não nos soma em nada, principalmente em conhecimento.
Se tudo o que a população acata como prejudicial e ruim, fosse ruim, por que tantas desgraças nos assolam?
É mais cômodo dizer que algo é bom ou ruim, do que pensar em como implantar um projeto, um estudo ou uma lei.
Me desculpem pelo texto confuso e imparcial, mas não quero falar sobre a legalização de alguma substância ou a luta por direitos igualitários de algumas minorias.
Quero fazer refletir sobre como o comodismo mental afeta a população de tamanha forma, a ponto de um país não evoluir.
É preciso se incomodar com o presente para moldarmos um futuro melhor.
Você pensa? Você se questiona? Ainda é tempo de evoluir. Abra sua mente.
As vezes e necessário nos alimentarmos e um pouco de prazer sempre e bem vindo,não importa como esse prazer venha..
Talvez de um saboroso e elaborado prato,ou quem sabe aquele vestido ou corte de cabelo novo...
Hummm nos braços de um bom amante,imagine...
O importante e se permitir e deixar acontecer!
Como ti sentirias se soubesse que seu pai não é seu pai?
E se descobrisses que seu pai é seu vizinho?
É doloroso não é?..
Da necessidade da crença:
"Os elementos constitutivos da nossa existência pertencem, como sabemos, a três grupos: vida orgânica, vida afetiva, vida intelectual. A necessidade de crer alia-se à vida afetiva. Tão irredutível quanto a fome ou o amor ela é, freqüentemente, tão imperiosa. Constituindo uma invencível necessidade da nossa natureza afetiva, a crença não pode, e nisso é como um sentimento qualquer, ser voluntária e racional. A inteligência não a forma nem a governa".
É como um vicio, vivendo para a próxima dose. Minha vida perfeitamente construída estava desmoronando ao meu redor, e tudo que eu queria era senti-la por dentro.
Aberta temporada de estágios na periferia. Contrata-se pessoas que desejam conhecer a vida como ela é realmente.
A gente conhece as pessoas pela maneira de como elas saem de nossa vida, e não pela maneira que elas entram.
Pessoas boas são como pedras preciosas!
é raro, mas de vez em quando aparecem
na nossa vida no meio de tantas outras durezas;
para provar que não existe somente corações
de pedra bruta!
A felicidade existe sim, ela é como a chuva de verão curta e rápida mas quando acaba deixa as poças de água em buracos para lembrar de como aquilo foi bom.
Os animais que mais possuem formas de defesa são também os mais sensíveis ao ataque, tais como as tartarugas em seus cascos ou as lagartas, que quando saem de seus casulos, tornam-se um dos insetos mais belos. Assim são os seres humanos. Passam o resto de suas vidas amedrontados. Fecham seus corações feito alvéolos para o mundo a fim de se protegerem na esperança de que um dia alguém possa libertá-los.
Não há nada como um bom sonho para que se possa construir um futuro. É assim que busco olhar para a relação médico–paciente: como um vir-a-ser, no qual se incorporem modelos diferentes dos que aí estão, impregnados por uma aparência cujo pano de fundo esconde sinuosas situações de dimensões acintosamente comportamentais.
Sabemos que a saúde em nosso país vai muito mal. Se olharmos para a saúde em nossas metrópoles, podemos constatar, com facticidade o verdadeiro pandemônio que se legitimou em forma de descaso e desrespeito à vida.
Mas a reflexão sobre a qual nos debruçaremos é a da relação médico e paciente. Pode parecer um tanto psicótico de minha parte pensar numa relação não fragmentada e nem degradante entre doutores e doentes, uma vez que em nossa sociedade esta relação está profundamente marcada por uma razão instrumentalizada. A grande questão que se esconde por trás desta vã mentalidade é o viés que comanda o ponto de visão dos indivíduos. Desta forma, não é menos verdade afirmar que o produto final desta ciência são os homens se transformarem em senhores absolutos de seus próprios mundos e assim passarem a adorar-se, como efeito de um “narcisismo” imputado pela estratificação social.
O saber, que poderia ser canal para melhorar a qualidade de vida em sociedade, quando se engravida de sua própria beleza e é ingerido por uma “cabeça” que se tornou ilha, desencadeia monstruosidades terríveis, como a da infecção de superioridade diante dos outros.
No nosso dia-a-dia podemos ver inúmeros doutores contaminados pelo vírus dessa monstruosidade. E isto, num humor lingüístico-filosófico, pode parecer um retrocesso no processo de homonização e humanização. Quem já não foi vitima de um médico infectado pelo vírus da superioridade? Não é preciso fazer muito esforço para o encontrar. Os hospitais públicos estão cheios deles. Vê-se que o sistema tem levado as pessoas à não meditarem sobre a ética nas suas relações e com isto ficam míopes perante a dignidade, que é um valor que está impregnado em todos nós e contra isto não pode haver atentado. Por isso é legitimo que o doutor possa estar olhando para suas condutas, procurando aposentar suas verdades individuais ou as verdades de suas ideologias, sendo representante de uma boa educação, cordialidade, diálogos, empatia, senso de equipe, criando bons vínculos com a instituição e com as pessoas pelas quais trabalha, sem se achar absoluto.
O verdadeiro médico se caracteriza pela maestria pessoal, do domínio da ciência e da arte. O doutor tem engessamento intelectual, vê sem olhar e se basta a si mesmo.
O mundo viu nascer no começo do século XX grandes transformações na área do saber. Foram surgindo tratados de saberes preocupados cada vez mais com o indivíduo numa amplitude maior. Karl Marx e Sigmund Freud são representantes, por exemplo, deste abalo do qual passou a ciência, e daí se percebeu a grande necessidade de se “olhar o ser humano” como portador de elementos para além da visão mecanicista ocidental.
A educação, como exemplo, teve que incorporar novos paradigmas para trabalhar o aluno. Hoje não se concebe um educador sem que não passe pelo seu sentimento o elemento do “eterno aprendizado”.
Mas diante deste novo quadro socioantropológico que se constituiu, não consigo identificar o profissional médico, na sua maioria, como portador de uma visão diferenciada de ser humano, haja visto o perfil deste profissional que é colocado no mercado de trabalho todos os anos, mais dependente da tecnologia do que de uma escuta ativa. Sempre nos deparamos com os meios de comunicações sociais relatando erros médicos...porque a postura do médico ainda é muito tradicional, não abrindo espaço para o diálogo com o paciente, isto é pertinente. Mas, há médicos que fazem a grande diferença pelas suas atitudes ousadas diante do cliente... de repente, curam pelo simples ato de sua compostura. Estão preocupados concomitantemente com o corpo e com a alegria do espírito. São “médicos de homens e de almas”.
Estes são grandes porque conseguem enxergar a grandeza do cliente, quebrantando o estigma do maniqueísmo, arraigado de maneira tão contundente na nossa cultura ocidentalizada, porque busca ver o ser humano no seu todo e não somente na sua doença.
Concluo, portanto, afirmando que lidar com o ser humano exige ciência e arte. Ciência e Arte é uma combinação imprescindível para todo indivíduo que busca fazer a diferença na sua qualificação profissional e pessoal.
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