Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Reflexões de um domingo nublado...
Como passar uma vida inteira ao lado de alguém que não tem as mesmas ideologias que as nossas? Que não tem os mesmos objetivos e planos? Que não tem os mesmos gostos, anseios, desejos?
Como passar uma vida inteira com alguém que não se importa com nossa opinião? Que nos critica de forma destrutiva? Que não dá a menor importância àquilo que consideramos importante para nós?
E como conviver com o fato de continuarmos gostando de alguém assim tão egoísta? Que idealiza uma relação e quer que nos enquadremos nela, que ajamos de acordo com suas vontades, que não nos ouve, que não se importa que nos anulemos...
E o pior, como podemos continuar insistindo em relações assim?
Quem gosta de nós de verdade nos aceita do jeito que somos. As pessoas não combinam 100%, na maioria das vezes, porém o afeto, o carinho e o amor, ajudam muito nas adaptações que temos de fazer para conviver com quem realmente é importante para nós...
Bom Dia
Salmos
SENHOR, como tem crescido o número dos meus adversários! São numerosos os que se levantam contra mim.
2 São muitos os que dizem de mim: Não há em Deus salvação para ele.
3 Porém tu, SENHOR, és o meu escudo, és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça.
4 Com a minha voz clamo ao SENHOR, e ele do seu santo monte me responde.
5 Deito-me e pego no sono; acordo, porque o SENHOR me sustenta.
Salmos 1-5
A preguiça é uma versão da omissão.
Como é difícil ter uma vida inteira de escolhas.
Começamos nos brinquedos, passamos pela faculdade, trabalho, amores e desamores.
Fazemos escolhas todo dia e o dia todo.
A verdade é que cansa, ou o que cansa é a verdade...
Que peso enorme esse tal de livre-arbítrio, como é fácil a vida dos animais que simplesmente seguem seus instintos.
Não enfrentam fila no mercado, não pagam juros no cartão de crédito, não precisam acompanhar as notícias insanas da política.
Apenas nascem, crescem, se reproduzem e morrem.
Ok, nós também, mas o nosso caminho não é linear, não somos limitados aos nossos instintos, nós temos desejos, referências, educação, valores, religião e medos, muitos medos.
E é essa constante liberdade condicional que nos traz a dimensão da responsabilidade.
Do desafio de responder por cada decisão, seja ela pensada ou impulsiva, consciente ou inconsciente, adulta ou infantil.
E em algum momento a preguiça, aquela falta de vontade, aquele estado letárgico que nos faz querer apenas o nada vai surgir.
Às vezes ela é até necessária, uma pausa para respirar e aproveitar a vista.
No entanto, em alguns casos, ela é a constância, ela vem na frente, amarrando os passos que até se pensa em dar, porém não damos.
Se omitir, calar, não falar também é bom e pode evitar grandes conflitos, mas quando nos acomodamos nessa posição, quando escolhemos não escolher, estamos nos omitindo de existir.
Têm dias que os devaneios da vida me carregam pra todo canto. Mais assim como todo rio perdido encontra o mar, eu vou me encontrar!
Só não perca a esperança!
Não te parece muitas vezes que o mundo ficou louco? É como se as coisas nem sempre se encaixassem, como se a pressa, o entorpecimento de olhar fossem roubando a essência das pessoas. O dinheiro é o norte, o consumismo, a produtividade a qualquer preço e tudo o que isso deriva, como o egoismo, a violência, a ganância estabelecida em nome da fé, da saúde, da política, do que era para ser bem estar básico do ser humano.
Então, chega determinado dia que você desliga a TV irritado, ou soca o volante ou simplesmente olha no espelho e diz “cansei”. Como se a caminhada no contra fluxo estivesse no limite e a possibilidade de ser como todo mundo, de desistir, de simplesmente seguir a manada soasse como possibilidade tentadora. Sei como é. Confesso que tem dias que não quero escrever, que sinto não ter muito a contribuir, como se estivesse tentando apagar um incêndio com uma canequinha. Sei como se sente. Quando isso acontece, não luto contra. Lembro que estamos no mundo das relatividades, que carregamos trevas e luz dentro da gente, que estamos aqui para aprender a amar. Como não doeria? Como seria fácil? Sim, nada é tão certo e nas incertezas há muita beleza!
A dor faz parte do processo, o inconformismo, o cansaço, a sensação de remar contra a maré também. É normal, é natural, é sinal que você não se tornou um psicopata existencial, do tipo que vê mas não enxerga, que sabe, mas não sente, afinal, nem sempre o mundo é um lugar fácil para viver. Não são apenas os “insights” que nos elevam, tampouco haverá plenitude enquanto convivermos com tanta dor. Portanto, se esse for seu processo hoje, receba aqui minha solidariedade, meu carinho e minha completa certeza de que isso passa. Sim, acredite, isso passa.
É como acordar com passarinhos cantando depois de uma madrugada de tempestade, raios, ventos e medo. É como estar no meio da multidão em alvoroço e ser regatado por um abraço amigo e acolhedor, como a voz de quem amamos interrompendo ruídos, como um dia de sol depois de semanas de chuva. Como sentir que tudo se perdeu, que não há mais jeito até que um inesperado sinal de renascimento muda as perspectivas. Quando passa, você percebe que saiu mais forte do que entrou. Isso é maravilhosamente inexplicável! Aos poucos tudo vai ficando claro e a dor fazendo sentido, tudo se encaixando, clareando, harmonizando apesar dos pesares, equilibrando sem que você tenha feito nada. Só percebeu, só se aquietou, só enxergou.
Uma das coisas mais lindas dos humanos não é a capacidade de lutar, de estar forte sempre, de resistir, de sermos fortalezas ambulantes. Não é ai que mora nossa força.
Nossa beleza está em nossa relatividade, na fraqueza que amanhã se transcende, no choro que, sim, pode acontecer e, quando passa, lava a alma, na dor que nos deixa mais fortes, na capacidade de reconhecer sem medo, sem culpa, sem remorso, nossa própria humanidade e então transcendermos. Sejamos humanos!
Só não perca a esperança. Todos tem direito a dias ruins, é normal sentir que as forças acabam, mas ela volta, melhor, depurada, enraizada. Só não perca a esperança! Há muitas coisas boas ainda no seu caminho. Sei que há. Portanto, caminhemos.
Ninguém meu amor
ninguém como nós conhece o sol
Podem utilizá-lo nos espelhos
apagar com ele
os barcos de papel dos nossos lagos
podem obrigá-lo a parar
à entrada das casas mais baixas
podem ainda fazer
com que a noite gravite
hoje do mesmo lado
Mas ninguém meu amor
ninguém como nós conhece o sol
Até que o sol degole
o horizonte em que um a um
nos deitam
Vendando-nos os olhos
"Fazer as pessoas felizes sempre nos fará felizes também. Esses gestos são como doses de alívio para nossa própria dor."
Ele é como uma roda sem movimento, uma pedra bruta, um olhar cansado, uma vontade por vir, um desejo prestes a eclodir, uma capa que não esconde, talvez uma lágrima que escorrerá pela face adulta demais. Ele é como é, aliás nunca foi. Ele acha que o "muito" é muito, e isso o restringe de ir além de tudo. Ele diz isso, querendo gritar aquilo, nesta nova ânsia de continuar sem saber onde as coisas vão dar, mas eu sei onde elas irão terminar. Ele é de lua, porém, sem fases, uma monotonia aguda, uma dor que não se sente em mais ninguém, apenas nele. Ele vai ao trabalho e não olha dos dois lados da rua ao atravessar, ele gosta desses pequenos perigos. Ele se um dia for, ele será grande. Grande como o céu no seu infinito, pois, é isso que se torna quando se encontra a si mesmo, no meio das canções, dos poemas e das filas de supermercado: infinito. Ele nota simplesmente o sol que o atravessa pela janela do apartamento financiado em eternas prestações, mas, que seja essa a sua realização, a sua conquista universal e a dignidade ilibada. Ele é igual a tantos, porém, com a coragem de ser "ele", e é tão engraçado e desesperador, tão cruel e visceral, tão agridoce e sem nexo. Ele já não buscas tantas respostas e muito menos, tantas verdades, porque ele descobriu o que é ser ele mesmo. Me dê um copo d'água e um pedaço desse chão, firme e sólido. No campo "eu" ainda me importo, compro e finjo que vivo. Gosto de dançar sobre o meu corpo e circular sobre ele. No campo "você", ah! Não irás compreender.
"Se opor ao Governo, é como cavar sua própria cova. Por isso, desalienar um povo cujo os olhos são abertos e as Mentes são cegas, é um modo bastante eficaz de constante visualização do Governo..."
Somos como estrelas cadentes que para realizar um sonho precisa se deslocar e aventurando-se por novos universos.
Uma vez me perguntaram como fazia para esquecer um amor... E eu respondi que era apenas colocando outro amor por cima, apenas um amor para curar outro.
Agora vejo que essa era pior resposta que eu podia ter, "mudando de amor" apenas "passamos o sofrimento para outro".
Agora se me perguntam: como se cura um amor?
E eu te responderei: com ajuda do tempo, dê um tempo a você mesmo, se ame mais. Só assim será feliz.
..."Existe a pessoa certa na hora errada, como também existe a pessoa errada para todas as horas certas!"... Ricardo Fischer
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