Coleção pessoal de testeteste123

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⁠O homem agita-se e Deus o conduz.
sfj,reflexões religiosas

⁠Os homens têm grande apego ao mundo, é-o mundo nem dá por eles.
sfj,frases cristãs vol.9

Você diz que a vida não tem propósito. Mas a verdade é que você só não aguenta a ideia de que o propósito existe, e você não está fazendo nada com ele.

O RESPEITO NÃO TEM DONO
O respeito não tem cor, não tem bandeira, não tem lado e não deveria ter data para ser lembrado.
Enquanto precisarmos dividir o respeito em causas, escolher a quem oferecê-lo e reservar um dia para celebrá-lo, ainda estaremos longe da verdadeira paz.
Talvez o mundo só encontre a paz quando o respeito deixar de ser uma luta de alguns e se tornar a consciência de todos.

Eu poderia contar várias histórias com o mesmo futuro.
Poderia criar realidades que nenhuma pessoa que já existiu conseguiria imaginar.
Poderia fazer tudo isso.
Mas a única coisa que eu não consigo é imaginar um final feliz com você.

Passei anos perdido procurando sentido,
me autodestruindo e sendo eu o meu pior inimigo.
Hoje, olhando para trás, eu entendo
que cada erro foi necessário.


Eis a sina de mais um viciado,
até descobrir que, na verdade,
era eu mesmo quem todo aquele inferno havia causado.


Um coitado, pobre diabo,
mas que, em algum momento,
em um segundo de discernimento,
em uma pequena janela de tempo,
entendeu que aquele tormento
não precisava mais ser alimentado.


Hoje, não mais o alimento,
ando sempre contra o vento,
policiando-me a todo momento,
para que nunca mais o diabo que vive aqui dentro
seja o dono do meu pensamento.
Não serei mais aquele otário.

A ação física é fadada ao fracasso, precisa de alinhamento.

Tu És Minha Flor.




Samily Pazelli, dezoito de outubro foi que ela nasceu; trazendo alegria, para o povo seu. Dois mil e dezenove, Samily Pazelli; chegou trazendo alegria para o seu avô, para vó eu nem falo, porque estava lá; paparicado a filha que a luz iria dar.
Em Mata de São João, Samily Pazelli; nasceu trazendo alegria para o povo seu. Hoje faz sete anos, queremos lhe desejar muitas felicidades; até Cristo voltar.
Parabéns, Samily Pazelli; neta do meu coração, que Deus abençoe a sua vida; com muita sabedoria e amor, pois quero que saibas; que tu és minha flor.
(Orquestra)
Samily Pazelli, dezoito de outubro foi que ela nasceu; trazendo alegria, para o povo seu. Dois mil e dezenove, Samily Pazelli; chegou trazendo alegria para o seu avô, para vó eu nem falo; porque estava lá; paparicado a filha que a luz iria dar.
Em Mata de São João, Samily Pazelli; nasceu trazendo alegria para o povo seu. Hoje faz sete anos, queremos lhe desejar; muitas felicidades, até Cristo voltar.
Parabéns, Samily Pazelli; neta do meu coração, que Deus abençoe a sua vida; com muita sabedoria e amor, pois quero que saibas; que tu és minha flor.


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SENTIR DEMAIS!

Eu sinto muito por tentar compreender o mundo e as pessoas ao meu redor antes mesmo de aprender a compreender a mim mesma.

Sinto muito por ter demorado tanto para enxergar aquilo que sempre esteve diante dos meus olhos, por confundir esperança com certeza e por acreditar que algumas coisas jamais seriam diferentes.

Sinto muito por ser sonhadora e, agora, ter de aprender a conviver com o peso da realidade. Por querer desbravar os caminhos da vida, ultrapassar barreiras, desafiar limites e acreditar que, de alguma forma, poderia tornar tudo possível.

Sinto ainda mais por planejar tanto, por desenhar futuros inteiros na minha mente e, no fim, perceber que a vida não se curva aos meus planos e que, por mais que eu tente, nunca terei o controle de tudo.

Sinto muito pela dor que causei, mesmo sem intenção, a cada pessoa que cruzou o meu caminho. Pelas palavras que feriram, pelas ausências que machucaram, pelas expectativas que não correspondi e por todas as vezes em que, tentando acertar, acabei errando. Sinto muito, sobretudo, pela dor que causei a mim mesma, por todas as vezes em que me abandonei tentando não abandonar ninguém.

Eu sinto muito. Sinto tanto que, às vezes, parece que há coisas dentro de mim que não cabem em palavras. Sentimentos que transbordam em silêncio, que apertam o peito e doem de maneiras que nem eu mesma consigo explicar.

Mas, de tudo aquilo pelo que sinto muito, talvez o que mais me doa seja sentir demais.

Sentir demais em um mundo que tantas vezes parece sentir tão pouco. Me importar demais, esperar demais, sonhar demais. Entregar partes de mim que nem sempre sei recuperar.

E, ainda assim, mesmo depois de tantas decepções, continuo sentindo.

Talvez esse seja o meu maior pesar: não saber sentir pela metade. Não saber existir sem me entregar por inteiro. Não saber atravessar a vida sem permitir que ela me atravesse também.

Porque, no fim, o que mais me machuca não é sentir. É não saber como deixar de sentir tanto sem deixar de ser quem eu sou.

“Tornando-me amiga da névoa para me permitir ser guiada em novas direções.”

Minha proximidade
(𝔐𝔞𝔲𝔯𝔬 A 𝔈𝔳𝔞𝔯𝔦𝔰𝔱𝔬)

Embora há muito pareça ru-im
Não posso abrir boca a reclamar
Pois, muita gente ora, reza por mim
É inevitável tudo melhorar.

Na vida tudo vale a pena
Mais pelo que fazemos uns aos outros
Por isso fazer poemas
Pra uns pareça coisa de louco.

Acredito sempre no melhor
E de hora em hora evito o pior,
Repito palavras de positividade

Assim percebo que não estou só
Pois, têm Anjos em minha proximidade
Alguns enviam boas novas no WhatsApp.

feradapoesia.blogspot.com

Senhor, levanta-nos até onde pertencemos,
onde as águias voam.
Que os nossos olhos estejam no alto,
e o nosso coração permaneça em Ti.


“Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias.”
Isaías 40:31

PASSEIO
Nos finais das ensolaradas tardes de uma década já bem distante, era comum ver o Padre da cidade passear em seu cavalo marchador pelas ruas do centro da cidade de Simplício Mendes.
Em uma destas tardes, o Augustão estava em seu bar a beber algumas cervejas. O clérigo, montado em seu cavalo de marcha, já tinha passado umas três vezes em frente ao estabelecimento do Augustão. Este e toda sua família nutriam uma boa amizade com o sacerdote, e o Augustão tinha muita intimidade com o religioso.
Na quarta passagem do padre, o Augustão foi para o meio da rua, atalhou o cavalo e exclamou:
— Padre, o senhor já andou demais no cavalo. Agora é a minha vez de andar.
O religioso notou a situação de embriaguez do Augustão e falou:
— Não, seu Augusto, o cavalo já está bastante cansado. Estou levando agora mesmo para a roça. Amanhã o senhor anda nele.
O Augustão, depois de alguma insistência, terminou concordando.

Minha Heroína


Quando o vento sopra e eleva meu pensamento como uma folha seca ao vento,
pego-me recordando de um momento em que a luz do olhar dela me fazia transbordar em sentimento.
Como eu me sentia ébrio, saudoso de ser alfinetado e acolhido ao mesmo tempo.
Espero que minha heroína consiga vencer a batalha que a assola.
Pois a última coisa que “quero” ver em minha vida é o seu sofrimento.
Ansioso, espero apenas saber que minha heroína encontrou novamente o seu alento.


💜🕯🌙🏹

Um rasgo de luz na noite calada,
Como estrela que nasce sem pedir licença:
Assim é a alma flamenca inflamada,
Que transforma a vida onde o mundo silencia.


Não é qualquer som, é ritmo diferente,
É o pulso do peito que acorda no chão.
A cada acorde do violão quente,
Muda-se o fado de uma paixão.
No estralar dos dedos, na força do passo,
A chama convoca uma tal identidade:
Seja o contorno de um denso abraço,
Ou os velhos becos de uma cidade.


Um mero bater do coração compassado,
Um suspiro profundo que o peito soltou...
E o que era apenas um tempo passado,
Num novo universo se transformou.

O cancioneiro brasileiro funciona assim: do Chuí ao Caburaí em todos os ritmos, se uma expressão é tradicional, ela sempre irá prevalecer nas músicas escritas naquela região.

Uma Dama Complexa


Uma dama complexa, cheia de nuances, de olhar profundo e expressão dúbia.
Esconde um jeito exótico que meu olhar intrometido insiste em compreender.
Fico estarrecido diante do modo como ela é: tão bela de uma maneira não convencional.
Como a Medusa, seu olhar me paralisa.
E sonho ser pedra bruta, entregue às suas mãos, para que me esculpa à sua maneira.
O olhar de uma bela que esconde uma fera.

Os Sete Mares


Num mar de lágrimas, estive a nadar contra a maré.
Neguei o ciclo que havia se encerrado, até que meu barco fosse levado para longe,
para uma ilha onde fui obrigado a me bastar.
Vejo destroços de embarcações e alguns náufragos, agarrados às tábuas, tentando sobreviver nesse nefasto oceano.
Aquela água não é própria para consumo, mas eles bebem, acreditando que é tudo o que lhes resta.
Vejo-os ir e voltar, repetindo o mesmo trajeto.
E eu, em minha ilha, espero.
Minha jangada ainda está sendo construída.
Até que chegue o dia em que partirei,
não para fugir do oceano, mas para conquistá-lo.
Conhecerei os sete mares e não serei mais refém de suas águas.

Fome


Miserável, à procura de um pão.
Aquilo que me foi oferecido está amassado pelo diabo.
Meu estômago ronca, como se estivesse a definhar.
De onde vem esta fome? — pergunto-me.
Um pobre, condenado a um jejum forçado, cujas necessidades não podem ser saciadas com migalhas aparentes.
Murmúrios de dor ecoam no ventre.
As plantações estão escassas, e não posso arrancar o fruto pela raiz.
Espero, ansioso, pela colheita.
Mas a foice que seguro parece ser a minha solução.
Que exagero, penso.
Hei de me fartar das sobras de um animal?
Todavia, não há o que fazer.
Resta-me aceitar que o tempo corra,
e esperar que esta fome não me consuma antes da próxima colheita.

Como estrelas que rompem a noite escura
E bordam de luz o céu de cetim,
Um olhar sincero desfaz a amargura,
Revela um universo que não tem fim.


Não precisa de festa nem de grande alarde,
O milagre habita na curva do olhar.
Faz o peito queimar onde antes era tarde,
E ensina a alma de novo a voar.
Um mero bater do coração compassado,
Um doce suspiro que a alma soltou,
E o que era distante, incerto, passado,
Num verbo presente se transformou.


Assim se faz tudo novo no mundo,
Sem grande alarde, sem medo ou receio:
Basta a verdade num olhar profundo
Para a vida recomeçar pelo meio.