Coleção pessoal de testeteste123

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⁠A palavra como se sabe, é um ser vivo, disse o Romancista.
sfj,reflexões

⁠Poucas foram as suas palavras mais extremamente claras, disse o Poeta.
sfj,reflexões

Não há um único tempo, há tempos.

Quando estou ávido, o tempo parece efêmero; quando estou distraído, o tempo parece voar. O que é o tempo?

Você é uma mulher incrível, você é uma força da natureza. Ganha o mundo por mim. Pisa nesse chão com a certeza de que cada passo teu carrega o peso e o orgulho daquilo que fomos. Usa essa dor absurda como armadura, desafia o impossível e constrói uma realidade tão imensa, tão extraordinária, que o próprio universo curve-se diante da tua superação. Brilha intensamente, vença cada batalha diária e faça valer absolutamente tudo, porque você nasceu para conquistar o topo.

As escolhas que fazemos têm seu tempo.Têm seu preço.Sem promessas, por mais que tenhamos pressa.


Escolhas que, às vezes, causam danos,por mais que não estejam em nossos planos.


Eu escolho cuidar de mim,mesmo tendo que dar um fima algo que já não faz mais sentido.


Podemos nos arrepender de tudo,menos de termos nos escolhido.

Grandes decepções não apenas machucam elas despertam a consciência para o valor silencioso de coisas que antes passariam despercebidas.

O tempo me fez surgir;
O tempo me faz estar aqui;
O tempo vai me fazer sumir.

É assustador ver como o mundo digital guarda a nossa felicidade em alta definição, intacta, enquanto na vida real tudo já virou poeira.

Aquele e-mail ainda tá ali, com a mesma formatação, o mesmo remetente, as mesmas palavras apaixonadas. Mas a pessoa que enviou aquilo já não existe mais pra mim.

Se o Big Bang fosse o início, hoje nada teria sentido.

A gente limpa o histórico, deleta as mensagens do celular, mas esses registros fantasmas sempre acham um jeito de aparecer pra lembrar o vivente do tamanho do naufrágio.

O Abrigo das Boas Risadas e a Falta que faz O Bom Senso de Humor

O senso de humor é imprescindível, uma das melhores versões de abrigo através de boas risadas. É algo pessoal, que pode ser contagiante para muitos e mal compreendido por outros; capaz de transformar a dor em riso e de trazer um refrigério durante as adversidades; um jeito de não viver a vida com tanto pessimismo, o que não exclui os momentos de seriedade.

Essa contrariedade do senso de humor é resiliente e indispensável, um encorajamento quando a fase está muito difícil. Portanto, rir chega a ser um ato de coragem, que dá ânimo ao espírito; literalmente um alívio cômico que conforta o coração aflito; uma leveza para a mente, quando o cenário é preocupante com pensamentos em conflito — o riso, de fato, é entusiasmante.

Acredito que nem tudo será engraçado, muito menos para todos, e está tudo bem, não é necessário; mas o bom senso de humor muitas vezes faz falta. Fica chato se é preciso ficar me explicando, com aquele sentimento de estar sempre pisando em um campo minado; paro de me sentir bem-vindo como antes. Então, prontamente, respeito e me afasto, pois perde a graça quando o riso é limitado.

Esse meu afastamento talvez seja um déficit de maturidade, porém é quase um instinto de sobrevivência, provido de espontaneidade. Além do mais, muitas vezes não é definitivo; no máximo, pode demorar para eu voltar a ficar à vontade. Faz parte, e não é triste se o riso de uma pessoa querida não for provocado, mas sim se ela ficar ofendida — uma reação inesperada e nada agradável.

Eu sei exatamente o tamanho do estrago que está aí dentro agora. Sei que o barulho dos teus próprios pensamentos sufoca qualquer tentativa de respirar, que olhar para a tela desse celular apagado te dá náuseas e que, no instante em que deitas a cabeça no travesseiro, o eco daquela indiferença parece um tapa na tua cara. É uma solidão violenta. Dá a nítida impressão de que a vida escolheu você para ser o alvo de uma piada de mau gosto.A humilhação engasga, eu sei. O que destrói a gente por dentro não é só o ponto final; é a covardia do processo. É a sensação agonizante de ter sido descartado como um rascunho por quem trataste como obra de arte. Ver quem te quebrou seguir a vida intacto, blindado, esbanjando uma felicidade barata em redes sociais enquanto mal consegues forças para levantar da cama, gera uma revolta que queima o estômago. A gente se prende na pergunta: "Como alguém consegue seguir tão leve depois de carregar o peso de ter destruído outra pessoa?"Mas escuta aqui com atenção, porque o que eu vou te dizer agora ninguém tem a coragem ou a hombridade de falar: pare de sangrar por quem não moveria um dedo para te estancar.A verdade mais brutal é que essa pessoa não está rindo porque venceu ou porque é imune à dor. Ela faz barulho porque é oca. Gente superficial precisa de plateia e de aparências para esquecer a própria miséria interna. O teu erro nunca foi a tua entrega, a tua lealdade ou o tamanho do teu peito. O erro foi o endereço. Ofereceste profundidade para quem só sabe viver no raso, e quem só sabe nadar em poça d'água sempre vai se assustar com a imensidão do mar.Essa dor que parece que vai te matar hoje não é o teu caixão. É o teu despertar. É o exato segundo em que a tua ingenuidade é enterrada para que a tua maturidade possa nascer. O mundo não virou as costas para ti. O destino só precisou arrancar essa pessoa da tua história com força, porque sabia que o teu coração, orgulhoso e teimoso, jamais aceitaria soltar por vontade própria. Foi um livramento bruto, disfarçado de desastre.Chore o que tiveres que chorar agora. Deixa sangrar até cansar. Mas grava essa lição na pele para o resto dos teus dias: nunca mais permitas que quem não conhece o teu valor determine o tamanho do teu preço. Daqui a algum tempo, quando a tempestade passar e recolheres os teus pedaços, vais olhar para trás com os olhos limpos. E vais perceber que o verdadeiro prejuízo não foi de quem ficou com o peito rasgado na arena. Foi de quem perdeu o direito de caminhar ao teu lado.Sustenta o teu peso. A história não termina no capítulo da queda, e o tempo tem uma paciência cirúrgica para devolver a cada um o troco exato do que plantou. Lembre-se de que o mundo gira.

A imaginação e o trabalho são as únicas chaves para alcançar o sucesso.

Ele não chegou fazendo barulho,
nem vestido de razão perfeita,
chegou simples.
Como quem carrega o mundo no bolso
e ainda assim oferece ajuda pra carregar o teu.

Falaram tempestades sobre ele,
inventaram sombras, pesos e espinhos,
mas quando abriu a porta do próprio silêncio,
o que havia ali
era só um homem cansado de ser mal traduzido.

Feijão tinha olhos de quem escuta de verdade,
dessas pessoas raras
que não competem com tua dor,
apenas sentam ao lado dela.

E foi estranho perceber
que a sinceridade dele cabia inteira
nos pequenos gestos,
porque gente honesta quase nunca sabe se vender,
só existir.

Talvez a vida tenha dessas ironias tortas:
aproximar duas almas pela mentira de terceiros
pra depois revelar
que afinidade nenhuma nasce no acaso.

Ele tinha jeito de casa simples em tarde de chuva,
café passado sem pressa,
cadeira na varanda
e conversa que faz o peito respirar melhor.

E no meio de tanta gente montada em personagens,
ele apareceu cru, humano, imperfeito…
mas real.

Coisa perigosa hoje em dia.
Ser real assusta mais que mentira bem contada.

Fardo Leve.



Aprendi a dobrar a dor
até caber no bolso da calça.
Ela vira moeda trocada:
pago cafés, sorrio de volta,
ninguém desconfia do peso.


Carrego tempestade em copo d’água
e digo que é só sede.
Os nós na garganta viram
gravatas bonitas, bem amarradas.
Elegância é meu disfarce favorito.


De noite, tiro o fardo do varal.
Ele seca leve, quase pluma.
Mas se o vento muda,
lembro que chumbo também voa
quando a gente sopra forte.


No fundo, todo mundo nota:
tranquilidade demais
faz barulho de silêncio.
E o meu fardo, mesmo leve,
deixa pegada no chão.


(Saul Beleza)

Eu sei exatamente o que está acontecendo aí dentro agora. Sei que o vazio da casa parece ensurdecedor, que o celular virado para baixo na mesa pesa uma tonelada e que, toda vez que você fecha os olhos, a risada daquela pessoa soa como um deboche. Dá a sensação de que o mundo inteiro se uniu num complô invisível só para ver até onde você aguenta sem quebrar.É humilhante, eu sei. O pior da rejeição não é nem a ausência física; é o orgulho ferido. É a sensação de ter sido feito de bobo por quem você mais protegeu. Ver quem te quebrou seguir em frente, rindo, bebendo e postando fotos, enquanto você mal consegue digerir a comida, dá uma raiva que queima o peito. Você se pergunta: "Como alguém consegue dormir em paz sabendo o estrago que deixou para trás?"Mas escuta aqui, com toda a franqueza que ninguém teve coragem de te dizer até agora: engula o choro por quem não derramaria uma lágrima pelo teu velório.A verdade nua e crua é que essa pessoa não está rindo de você porque ela é superior ou mais feliz. Ela está rindo porque é rasa. Gente vazia faz barulho para macronizar a própria insignificância. O erro nunca foi seu por ter amado demais, por ter sido leal ou por ter entregado o seu melhor. O erro foi dela, que recebeu um banquete e preferiu comer migalhas no chão.Essa dor que está rasgando o seu peito hoje não é o seu fim. É o seu batismo de fogo. É o momento exato em que a sua inocência morre para dar lugar à sua armadura. O mundo não está contra você. O universo só teve que arrancar essa pessoa da sua vida com violência porque sabe que, se dependesse do seu coração mole, você nunca teria coragem de soltar. Foi um livramento fantasiado de tragédia.Chore tudo o que tem para chorar hoje. Lave o rosto. Mas guarde bem essa lição para o resto da sua vida: nunca mais dê a chave do seu valor na mão de quem não sabe o preço de nada. Daqui a alguns meses, quando a poeira baixar e a sua vida estiver reconstruída, você vai olhar para trás e perceber que quem realmente perdeu não foi quem ficou chorando no quarto. Foi quem perdeu você.Levanta a cabeça. O jogo ainda não acabou, e a vida tem um jeito muito bonito e silencioso de colocar cada um no seu devido lugar.

Você não deve pensar no futuro; o futuro é que deve pensar em você.

Homem antes humano puro agora degrada o seu próprio ser como a cobra que se consome o homem ganha traços animalesco metade barata metade pedacos de boi tela na cabeça nos ouvido alto-falantes nas maos pa para mexer o carvão no estomago outro celular cabos ligados ao homem bot seus olhos com telas e cameras se liga no automático para fazer lives.
Desotopia e o disasatino mas como no holocausto a vida se renova e sobreviventes contam a historia ao mundo e quem ouveria esses relatos