Rafael Cunha Ribeiro
Controle seu ego, e você terá um bom aliado nas tomadas de decisão.
Deixe-o transpor sua vaidade, e ele se tornará um sabotador sutil que o levará ao fracasso.
Ensinar é uma arte que não se restringe apenas à sala de aula; aprender é o escopo dessa arte, que, uma vez assimilada, torna-se pronta para ser exposta à vida.
O sentimento que ignora a sua inutilidade chama-se amor; os demais
sentimentos são apenas conveniência.
Cada um é livre para ser a verdade ou a mentira que quiser. No entanto terá que ser forte para suportar o peso de cada escolha.
No fim, o que importa é sermos recicláveis. Se na natureza toda matéria se transforma, talvez nós também sejamos transitórios, mutáveis e, de certa forma, descartáveis.
O ego e o orgulho não são ruins por natureza.
Um busca se proteger, o outro se afirmar.
O problema surge quando um fica muito inflado e o outro, frágil demais.
Talvez o imaginário da mente se contente com momentos, pois a energia que não é usada para tornar os desejos em realidade se perde no comodismo.
A péssima qualidade na educação não é uma consequência; é um projeto de governo que visa manter as pessoas na ignorância.
A atitude só se destaca quando já existe interesse; quando a outra pessoa já se permitiu ser conquistada antes mesmo de qualquer ação
Nem todo conflito precisa de confronto. Como ensina Confúcio, maturidade é manter o autocontrole, evitar o choque direto e escolher o diálogo no momento certo.
Tomar decisões quando o certo seria ter paciência e esperar é antecipar o caos de não ter escolhas lá na frente.
Grandes decepções não apenas machucam elas despertam a consciência para o valor silencioso de coisas que antes passariam despercebidas.
As pessoas costumam respeitar aquilo que admiram ou aquilo que temem.
Amar, porém, é diferente: é confiar.
E confiar é acreditar que o respeito existe sem que seja necessário o medo.
No amor há o receio da perda, não por imposição, mas pelo valor que se atribui ao outro.
Já a paixão talvez seja o desafio do desejo, o prazer da conquista, a inquietação do querer.
No fim, talvez todos esses sentimentos sejam apenas diferentes formas de admirar e de temer — seja a grandeza do outro, seja a possibilidade de perdê-lo.
Sun Tzu ensina que vencer é mais importante do que a glória. Trazendo esse ensinamento para os dias de hoje, podemos adaptá-lo da seguinte forma: a verdadeira vitória não está em parecer bem-sucedido, mas em alcançar resultados. Ter êxito em silêncio tem mais valor do que a exposição constante e do que fazer barulho nos status.
