Coisas Novas

Cerca de 49284 frases e pensamentos: Coisas Novas

"Na terapia aprendemos que o peso não está nas coisas, mas no esforço de carregá-las, quando soltamos, a vida fica mais leve”

"A vida é como oxigênio: tem começo e fim. Então não perca seu tempo com coisas fúteis, pois você não sabe quando será o próximo mergulho."

Tem coisas que a gente guarda em silêncio por muito tempo.

Pequenas expectativas,
daquelas simples…
mas cheias de significado.

Imaginar o primeiro instante,
o primeiro olhar,
o primeiro sentir.

Como se alguns momentos
merecessem ser vividos
com calma,
com presença,
com verdade.

Mas nem sempre é assim.

Às vezes,
quando a gente chega,
o instante já aconteceu.

E fica uma sensação difícil de explicar,
de ter esperado tanto por algo…
e encontrar ele já vivido,
já ocupado,
já passado.

Não muda o que é.
Mas muda o que foi sentido.

E o mais estranho
é que por fora, nada falta.

Mas por dentro,
fica um pequeno vazio,
de algo que a gente só queria ter vivido
desde o começo.

⁠Acredite redes sociais, coisas matérias, o corpo, lhe dão um pouco de liberdade...
Mais ela é uma ilusão...
Não tem nada igual nesse mundo como Amar e ser Amado com o mais puro significado da palavra...
Todo o resto irá ficar nesse mundo quando você se for...
Mais o Verdadeiro Amor sempre se Eternizar com progenitores e dádivas...

⁠A coisas mais preciosa que existe na Vida é o Tempo. E quando você o usar com uma energia e frequência positiva, sozinho ou com alguém. será possível criar a essência de uma dádiva imensurável nesta dimensão onde você coexiste.

Hospital é lugar de duas coisas: Nascer e morrer. Quer se cuidar se cuide em casa

De repente…


Algumas coisas só fazem sentido quando acontecem.


De repente, as roupas que ocupavam dois espaços passam a ocupar um só.


A casa fica mais florida e uma rotina de regar flores começa sem que eu perceba.


As memórias reveladas encontram espaço sobre o rack e uma casa que nunca teve sofá ganha um de dois lugares.


De repente, na cama existe um lugar. O silêncio pertence a dois, o tempero da comida já não é mais o mesmo e o café ganha um sabor que nenhum outro parece ter.


De repente, eu já não preciso olhar pelo retrovisor para saber se vem outro carro.


E, quando menos percebo, entendo que nunca estive falando sobre coisas.


De repente, você chegou.


E ocupou espaços que eu nem sabia que ainda estavam vazios.


Trouxe vida para a casa e, sem perceber, trouxe vida para mim também.


Me ensinou que algumas coisas precisam ser regadas para continuarem vivas. Que dividir espaço não significa ter menos lugar. Que algumas presenças mudam até o silêncio. E que ser cuidada, às vezes, é simplesmente poder continuar olhando para frente porque existe alguém ao meu lado olhando por mim.


De repente, eu não quero mais outro olhar pelo retrovisor, outro lugar ao meu lado ou outro sabor de café.


Porque não são essas coisas que eu quero que permaneçam.


É você.


E talvez essa seja a parte mais difícil de admitir.


Você mudou a minha vida por completo e não é fácil ser mudada quando eu já havia aceitado que aquela era a minha versão final.


Eu já conhecia meus espaços, meus hábitos, meus silêncios. Já sabia viver a minha vida do jeito que ela era.


Até você chegar e, de repente, existir um “nós” onde por tanto tempo só existiu um “eu”.


Agora me vejo amando.


Te amando.


E entendendo que o mesmo amor que tornou tão bonito dividir a vida também trouxe o medo de imaginar como seria se um dia eu precisasse voltar a vivê-la sem você.


Algumas coisas só fazem sentido quando acontecem.


Mas existe uma que eu não quero que um dia precise fazer sentido:


perder você.⁠

Nos tornamos reféns de nós mesmos quando começamos conquistar coisas que não podemos transportar.

Sou capaz de ensinar coisas que nem aprendi.
Sou capaz de pedir perdão pelo que não fiz.
Mas não sou capaz de achar justo pagar por erros que não cometi⁠.
Me recuso ao machado que insiste em cortar minha raiz.

Observe nos detalhes e não no conteúdo das pessoas e saberá em quem confiar. Entre as coisas maravilhosas que Deus nos deu, está a percepção de perceber o que passa ao nosso redor e de saber conhecer as intenções das pessoas que convivem com a gente.

“Às vezes a escuridão nos faz ver as coisas com mais clareza”
Autor: Ney Paula Batista

Acho que, no mundo de hoje, uma das coisas mais difíceis é encontrar alguém verdadeiramente honesto. Para mim, a honestidade é o primeiro pilar para construir qualquer relação, parceria ou projeto. Sem ela, não existe confiança, e sem confiança, nenhuma construção se sustenta.

Das coisas do mundo, só as sei,
Se me há de contar
Observando, considero perscrutar
A sua forma mais realista o possível
A fim de não me enganar.
Quando deixou-se de o ser criança,
Parece deixa-se cheio do saber
E não mais, indagar.
Deveras os mais velhos
Carregam consigo um bom tempo
Dos passados que os trouxe sem escapar
Se me tens algo, que tenha-me a saber
Diz-me para que eu, saiba de fato
O que é viver.

Nem tudo que tem valor deve ser transformado em negócio. Há coisas cujo valor nasce da raridade; ao tentar vendê-las a todos, você não multiplica seu valor — você o dilui. Um diamante só é precioso porque não abundante com um grão de areia.

Amanheceu...
e a luz do sol a brilhar..
saudando o novo dia!...
que chega,trazendo coisas boas!

Na vida, há coisas planejadas, outras que foram adaptadas e outras que precisaram ser reconstruídas. Conosco não é diferente. Há pilares que sustentam, reforços que preservam e remendos que impedem o colapso. Nem tudo em nossa existência nasce perfeito ou definitivo; algumas partes são fruto do planejamento, outras da necessidade, outras ainda da capacidade de resistir e reconstruir. No fim, cada pilar, cada reforço e cada cicatriz estrutural representa aquilo que vivemos, o que suportamos, o que desejamos e o que conquistamos.
A vida é, ao mesmo tempo, projeto e improviso, sonho e realização.”

hourglass II


Talvez algumas coisas não terminem quando deixam de acontecer. Talvez terminem quando deixam de significar. E existe uma diferença enorme entre as duas.


Por um tempo, ele achou que distância fosse uma resposta. Que quilômetros, horários diferentes, novas rotinas e dias que não se encontravam mais fossem suficientes para colocar cada coisa no seu devido lugar. Como se a vida tivesse uma maneira própria de organizar aquilo que ficou para trás, empurrando algumas pessoas para uma parte da memória onde ninguém mais precisa mexer.


Só que a vida é péssima em respeitar lugares marcados.


Às vezes uma lembrança aparece no meio de um dia absolutamente comum e, sem pedir licença, muda a temperatura de tudo. Não porque exista uma vontade desesperada de voltar, mas porque certas pessoas deixam uma espécie de idioma dentro da gente. Depois delas, algumas coisas passam a ser sentidas de um jeito que não tinha nome antes.


E talvez seja isso que ainda exista.


Não uma espera.


Não uma promessa.


Muito menos a certeza de que dois caminhos precisam se encontrar novamente.


Apenas uma parte da história que nunca recebeu uma explicação definitiva.


Porque houve um tempo em que parecia fácil imaginar o amanhã. Havia planos que não precisavam ser anunciados porque já pareciam naturalmente incluídos na vida dos dois. O futuro não era uma coisa distante; era quase uma extensão do presente. E então, em algum momento, aquilo que parecia tão certo virou passado sem que ninguém conseguisse apontar exatamente o instante em que tudo mudou.


É estranho perceber isso depois.


A gente costuma procurar um culpado para o fim das coisas porque é mais confortável acreditar que alguma decisão, alguma palavra ou algum erro foi responsável por tudo. Mas existem histórias que simplesmente chegam a um ponto onde duas pessoas continuam sendo importantes e, ainda assim, não conseguem mais caminhar na mesma direção.


Isso talvez seja uma das coisas mais difíceis de aceitar.


Que alguém pode ter sido verdadeiro e ainda assim não ter ficado.


Que uma história pode ter sido bonita e ainda assim ter terminado.


Que o amor pode ter existido sem necessariamente saber sobreviver a todas as versões que vieram depois.


E talvez o tempo não tenha apagado nada.


Talvez ele só tenha feito uma coisa mais cruel: deu espaço para enxergar sem a urgência de antes.


Hoje, olhando de longe, ele consegue perceber que não sente falta apenas de uma pessoa. Sente falta de uma época em que algumas coisas pareciam possíveis. Daquela versão de si mesmo que ainda não sabia o quanto a vida mudaria. Das conversas que tinham outro peso. Da familiaridade de saber que existia alguém do outro lado sem precisar perguntar.


Mas existe algo curioso nisso.


Ele não gostaria de voltar no tempo.


Gostaria de saber o que aconteceria se pudesse encontrar aquela pessoa agora.


Sem tentar reconstruir nada.


Sem fingir que os anos não aconteceram.


Sem exigir que o passado volte a funcionar.


Só para descobrir o que sobra quando duas pessoas que já souberam tanto uma da outra se encontram depois de terem se tornado quase desconhecidas.


Talvez não sobrasse nada.


E talvez essa fosse a resposta mais honesta.


Ou talvez sobrasse aquele segundo estranho em que os olhos reconhecem antes da boca dizer qualquer coisa. Aquele pequeno silêncio em que toda uma história passa rápido demais para caber numa conversa.


Quem sabe.


Talvez algumas pessoas não voltem porque ainda existe algo entre elas.


Talvez voltem justamente para descobrir que não existe mais.


E existe uma liberdade estranha nisso também.


Porque nem toda porta precisa ser aberta novamente para provar que um dia foi importante.


Algumas só precisam continuar existindo em algum lugar da casa.


Não para que alguém volte.


Mas porque demolir completamente aquele cômodo seria mentir sobre quem você foi enquanto esteve lá.


Então ele segue.


Sem esperar uma mensagem.


Sem construir encontros imaginários.


Sem transformar saudade em destino.


Só carregando a estranha tranquilidade de quem finalmente entendeu que certas histórias não precisam continuar para terem sido enormes.


E se algum dia os caminhos se cruzarem outra vez, ele não sabe o que vai sentir.


Talvez nada.


Talvez tudo.


Talvez apenas aquela velha sensação de reconhecer alguém que a vida ensinou a chamar de passado.


Mas, dessa vez, ele não vai precisar perguntar o que aquilo significa.


Vai apenas olhar.


E deixar que o momento diga, sozinho, tudo aquilo que os dois nunca conseguiram dizer quando ainda havia tempo.

QUANDO A RIQUEZA ENCONTRA A HUMANIDADE


O homem pode possuir muitas coisas e, ainda assim, ser pobre de espírito.


Pode encher sua casa de riquezas e deixar vazia a morada do coração.


Por isso, quando Jesus disse ao homem rico que vendesse seus bens e os repartisse com os pobres, talvez não estivesse apenas falando sobre aquilo que ele possuía.


Estava revelando aquilo que o possuía.


Pois não é a riqueza que prende o homem, mas o apego àquilo que ele chama de seu.


Aquele que possui e não reparte torna-se servo daquilo que acumulou.


Aquele que possui e sabe repartir transforma a posse em serviço.


Que valor tem o ouro diante da fome de uma criança?


Que valor tem uma grande casa quando alguém dorme sem abrigo?


Que valor tem a abundância daquele que passa diante da necessidade e fecha os olhos?


O verdadeiro tesouro não é aquilo que permanece em nossas mãos.


É aquilo que, passando por nossas mãos, devolve dignidade à vida de outro.


O homem busca a grandeza acumulando.


O sábio encontra a grandeza servindo.


Não basta conhecer a verdade.


É preciso tornar-se verdadeiro diante dela.


Não basta falar de compaixão.


É preciso agir quando a compaixão exige alguma coisa de nós.


Porque toda riqueza traz consigo uma responsabilidade.


Toda força traz um dever.


Toda vida que recebe muito é chamada a perguntar:
“Para quem será aquilo que me foi confiado?”


Talvez o ensinamento de Jesus não fosse simplesmente:
“Abandone suas riquezas.”


Talvez fosse:


Liberte-se daquilo que impede você de enxergar o outro.”


Pois quando o coração aprende a repartir, a riqueza deixa de ser senhor e torna-se instrumento.


E quando o homem deixa de viver somente para si, começa a compreender algo que os sábios de todas as eras conheceram:


A vida que não serve à vida perde o sentido de ter sido vivida.


O homem rico possuía muito.


Mas naquele encontro, Jesus mostrou que ainda lhe faltava aquilo que nenhuma riqueza poderia comprar:


um coração livre para amar.

⁠Quero dizer-te coisas,
mas tu e eu sabemos que
as palavras não passam de um fluxo de ar complicado.
Só o silêncio diz a verdade.

Respeito começa pelas coisas mais básicas tipo:
Saneamento básico e educação.