Cinema
Esta noite eu não terei nada para fazer,
Não terei um cinema para ir, e nem em uma praça praça para admirar os idosos procurando o real sentido da vida.
Esta noite não terei meus pais para conversar,muito menos minhas irmãs para dialogar...
mas o que tudo isso importa? estar aqui, essa noite, sem ninguém para conversar, sem nenhum lugar para ir, isso significa tanto, pois estou a te esperar esta noite,noite vazia, onde a solidão se encontra.
esta noite beijei o espelho, apertei o travesseiro, amei a mim mesmo, no pensamento só em você. A te esperar estou, aqui, esta noite...
a vida é a sequencia de encontros inéditos com o mundo, e por tanto , ela não se deixa traduzir em formula de nehuma especie
"Quero um amor desses de cinema."
Garotas normais: Amor forever
Eu: Só se me trouxer comida na cama e não encher meu saco.
CINEMA- Uma paixão
Essa semana ampliei a minha coleção de filmes com alguns exemplares de alimentar a minha vaidade e enfiar o pé na jaca do consumismo.
Vida de colecionador é assim, toda minha teoria acerca da compra consciente cai por terra quando encontro um clássico, sempre com o argumento de ser uma obra rara. Pareço uma criança no parque de diversões ou aquele menino desesperado para completar com a última figurinha seu álbum.
Na Argumento do Rio Desing, o proprietário da livraria chega a sorrir quando me vê. Para meu desalento financeiro, agora, ele até telefona: “Aninha sabe aquele CLÁAAAAAASSICO? Chegou!”
Enfim, é realmente um vício.Vou confessar. Mas, como diz Marta Merdeiros (consumista com livros), é um vício cultural, pelo menos.
Sempre gostei de cinema, mas esse desejo de coleção começou depois que resolvi comprar meus filmes favoritos. O interesse só aumentou, comecei a ler sobre cinema, sua história, e o interesse pelos clássicos surgiu.
Comecei pelos mais fáceis e acessíveis, “O pianista”, “A vida é bela”, Chaplin, “007”, “Amelie Polain”, “O artista”, “Lendas da paixão”, “Seven”, “Ela”, “Balzac”, “Casablanca”, “O vento levou”, “Uma mente brilhante”, “Beleza americana”, “À espera de um milagre”, “Um sonho de liberdade”.....
Hoje, orgulho-me de “Cantando na Chuva”, o maior musical de todos os tempos; “Bonequinha de luxo”, sucesso de Audrey Hepburn; assim como “Sabrina”; “Ladrão de Casaca”, a diva Grace Kelly desfilando mais que diamantes, a sua elegância; “Prenda-me se for capaz” (ual!) a histórica cena do vestido esvoaçante de Marilyn Monroe; “Crise”, o primeiro filme de Bergman (nem acredito que tenho esse filme!); “Morangos silvestres”; “Cleópatra”, o épico com Elizabeth Taylor; “Rainha Elizabeth”, o filme que autenticou na Greta Garbo o título da maior diva do cinema; “O cantor de jazz”, esse eu me orgulho: O PRIMEIRO FILME FALADO DO CINEMA; “Noivo neurótico – noiva nervosa”, é O FILME de Woody Allen; “O poderoso chefão”, tenho os três, um marco na carreira de Coppola; “A árvore da vida”.
“O último tango em Paris”, “Crepúsculo dos Deuses”, "Cor púrpura" tambémnão poderiam faltar. Almodóvar com “Volver”, “A lei do desejo”, “Mulheres à beira de um ataque de nervos”, “A flor do meu segredo”, “Kika” confere prestígio a minha coleção.
Também investi em cinema Noir: “Mortalmente perigosa”, “A dama fantasma”, “O segredo das jóias”, “Do lado brotou uma flor”, “Mercado humano”, tenho todos os clássicos do estilo.
Agora, já somo mais de duzentos, e que nenhum desavisado venha me pedir um emprestado. É um apego de romper amizades (rs). Impossível conter a empolgação com meus “brinquedinhos”.
Quase uma necessidade, quando digo quePRECISOde “Viagem à lua”, “Adeus Lênin”, “O escafandro e a borboleta”, “O picolino” (muito preciso) é difícil compreender, só mesmo se pensar como uma paixão, sem qualquer explicação com a razão. De sorte, faz meus olhinhos brilharem. Embora meu cartão de crédito me faça duvidar, essa prazerosa sensação não tem preço.
Postado porAna Paulaàs11:05
A pipoca e a matine no cinema da terrinha natal. O papo no coreto da pracinha e o sono reparador, são coisas que o tempo roubou de mim...
"A magia do cinema já existia há dez mil anos atrás, a diferença é que há dez mil anos era registrada em papiro, hoje, em película."
Nossa vida é como um papel de cinema, continue procurando o seu, mais cedo ou mais tarde você se aposenta.
História de um filme, foi oque eu pedi!
É coisa de cinema um final feliz.
História de filme, não sabia que seria assim;
É coisa de cinema, início, meio e fim.
Cena após cena, viagem de cidade;
É coisa de cinema, despedida sem piedade
História de um filme é bem assim! Enquanto não acaba o meio é ruim
História de um filme é bem assim, quando vem a última cena é sempre uma cena feliz!
Temos uma capacidade incrível de nos transformar em verdadeiros roteiristas e diretores de cinema ao criarmos filmes de suspense e terror sobre a vida alheia. Afirmamos coisas que não sabemos como se fossem reais. Somos expertos em aumentar as histórias que ouvimos sobre os outros mas omitimos tudo o que for possível sobre as piores partes da nossa própria história, porque insistimos em parecer melhores pessoas e/ou diferentes uns dos outros, quando na verdade somos todos iguais, no sentido de que, todos já erramos alguma vez no passado... Isso sem contar com o presente, e o futuro.
Relembremos uma joia rara do cinema, Blade Runner, e seu Rick Deckard que disse algo que jamais esqueci sobre a replicante Rachel: "Tyrell me disse que Rachel era especial, sem data pra terminar (morrer) como os demais. Não sabia quanto tempo eu teria com ela. Mas quem sabe?" Ninguém sabe bem até onde vai, qual é a sua "termination date". Mas sabemos que começar como se tivéssemos a eternidade e viver como se não houvesse amanhã pode ser uma boa ajuda para prolongar a estrada e viver mais.
''O seu amor é diferente.
Diferente dos amores de cinema, dos amores de novela, dos amores das pessoas de verdade.
O seu amor é único, é aquele amor das entre linhas, de pequenos gestos, alguns olhares.
O seu amor é aquele amor que nem parece amor, mais é. Aquele amor de dormir de mãos dadas, de fazer um carinho no rosto ao acordar, de trazer café e pão mesmo reclamando.
O seu amor é esse amor assim, que ninguém vê, porque não é necessário que se veja.
O seu amor é esse amor sincero que é sentido, compartilhado por mim e por você, somente.
É o amor que tinha que ser meu e é. “E que seja sempre assim, nosso sempre amor.”
Havia muito melhores interpretações nas festas de Hollywood do que jamais houve nas telas de cinema.
Determinação é o grau máximo da motivação.
Por exemplo: Eu estava bem motivado para ir ao cinema hoje, mas choveu e eu resolvi não ir. Isso é bem diferente de eu estar determinado a ir ao cinema. Uma pessoa determinada é aquela que está disposta a enfrentar os obstáculos para chegar ao que se determinou.
Determinação então é a capacidade de superar obstáculos para atingir um objetivo.
O Cinema de Interior é um verdeiro desafio para seus produtores e ao mesmo tempo uma solidificação de sonhos
Eu te desejo uma sessão de cinema no Buriti Shopping, com dois glutões roedores de pipoca e chupadores de refrigerante acabado, e você no meio, sem pipoca e louco pra ver o filme!
