Cinema
Cinema de subúrbio
O escafandrista mergulhou a armadura no dique.
Ele não viu o olhar da rapina.
O mergulhador não chegaria ao Largo de Roma.
Mas resolveu vir à tona... Dique-bonocô- Dique...
Virou trem na Gamboa. Internado no ferro-velho,
foram descobertas todas as suas armações.
Ninguém notou.
Ninguém morou, até vê-lo pintado no outdoor.
Ernesto?!
Ernesto foi viver longe dos barcos. Ancorou o velho navio nas pedras do Garcia.
Pegou visão, montou uma ótica. Foi viver em outdoors:
“Ernesto, meu rapaz!!!
Quando esteve no Largo dos Aflitos, ninguém se afligiu.
Nenhuma flor se rasgou por ele.
Em Água de Meninos, a moça de Taperoá rasgou o vestido de rendas.
Ela estava indecisa entre Capinam e Gil.
O amanhã de Ernesto ficou nas parlendas.
As bocas das galinhas botaram dentes novos.
O namorado amarelo foi pescado na Boa-viagem.
O martelo intimida o prego que não canta na Saúde.
Em Mont Serrat, morreu Antônio Marcos, o herói de Nazaré.
Ele foi tocar alaúde no Recôncavo, para a heroína de cinema. A menina de tranças.
Pobre menina rica, acabou trabalhando na Ribeira.
Se pegou de amores pelo Pagador de Promessas. Até carregou sua cruz.
Fama mesmo, ele fez foi na boca do fogareiro, fritando acarajé.
Fim de uma vida de sonhos.
Acabou a escarlatina em Mussurunga.
A paixão acabou, segundo GH, sapateiro da Mouraria, que virou cineasta.
Seus soldados retornaram da guerra, mas deixaram a ira em Irará.
Alugaram um barracão no Pau da Lima e garantiram que a Rússia não chegaria
à Barroquinha.
Agora que viu o Macron no Pelourinho, ele comprou a Fazenda Grande. Foi onde ele escondeu Israel. O vestiu de bedel, e lacrou a Ucrânia na Lapinha.
O coração de Zelenskyy amoleceu no Stiep.
Coitado, a gelatina lhe oferecida pelo Trump escarneceu-se dos estames.
A rosa púrpura entristeceu a Carlos Gomes.
Putin, causou o grande incêndio no Guarany!
Nos filmes de GH, a Bahia fala Tupi.
Nas margens do Tororó fui beber água. Vi muitos meninos com fome.
Meio-dia em ponto, bateu a preguiça de subir a ladeira. A velha ladeira, que Elis cantou.
Essa não é mais aquela. É pior! ... Não subi.
Fiz os devidos contornos.
A cena seria ao meio-dia. Sol a pino. A hora em que os ponteiros do relógio de São Pedro teriam de se beijar.
Eles se cruzariam mais uma vez, na frente do público.
O último a ver esta cena, foi o Estácio de Sá.
No final do filme, o público soluçava. Polvos amestrados choravam abraçados.
Androceu não ficou com Gineceu. Preconceito do brabo. Tudo por ordem de Manoelito, peixeiro do Bomfim, que media suas escamas, na cama de Almodóvar.
O féretro seguiu acompanhado de Chico Cesar, solitário com o seu tambor, anunciando o que todos já sabiam: Filme Triste.
Triste fim do cinema de subúrbio.
Glauber?... Cadê você, pai?!
O dragão da maldade continua a sua luta contra o nosso Santo guerreiro!
Amor, Extremo Amor!
Minha vida com você parece coisa de cinema, nossos corpos tem uma sintonia incomparável, nem as leis da física conseguem calcular a pureza do nosso amor, as vezes não me importo com mais nada, só quero vê as horas passando na velocidade da luz para chegar novamente o momento de te reencontrar. Eu não espero respostas sobre o futuro do nosso amor e também não quero chegar a exaustão, só te peço que entenda porque os meus abraços são fortes, os meus beijos são quentes e porque o meu corpo é só sentimentos e magia junto ao teu.
Estou numa linha tênue entre viver o amor extremo ou conhecer o amor ao extremo.
Sinto que minha vida é um filme em preto e branco passando em uma sala de cinema vazia, onde eu sou o único espectador que não consegue ir embora antes dos créditos finais. A beleza está no contraste, na forma como a sombra define a luz e a ausência define o que restou.
"Enquanto o mundo perde tempo com a inveja, o Cinema Trilionário da vida real exige protagonistas focados em construir, não em vigiar o sucesso alheio."
"No Cinema Trilionário da vida real, não somos concorrentes disputando a mesma plateia; somos produtores criando um espetáculo onde todos são protagonistas e todos prosperam."
"Isaque Ramon, a grandeza do seu Cinema Trilionário nasce primeiro na sua mente e na sua fé, antes de se tornar o espetáculo que o mundo verá."
"Não adianta tentar me calar com ódio; o Cinema Trilionário de Isaque Ramon é o espelho onde o mundo verá a feiura da alma de quem só soube praticar o mal."
Cena de Cinema.
Parecia cena de cinema,
Bastava alongar o
pensamento e
Perto dela ele estava.
Nesse momento tudo
pairava no ar.
O entorno deixava de
existir, Eram só os dois e
O mundo lá fora.
"Desisti de cinema (o Local). Embora eu ainda goste muito de filmes (a Arte)!"
Frase Minha 0033, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Certos diretores de cinema insistem nisso de que 'a cena tem que ser realista'. Pra quê? O filme é todinho ficção, invenção, cenário e/ou mentira... Pra que, então, isso de 'Realismo'? HeuHein!"
Frase Minha 0438, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Críticos de cinema sonham ser cineastas. Críticos literários gostariam de ser escritores. Críticos musicais almejam ser músicos. Por que Biógrafos não se 'autobiografam'?"
Frase Minha 0625, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Ontem, no cinema, assisti aquele filme. Aquele... Aquele em que, no final, sobe um monte de letras na tela!"
Texto Meu 0995, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"No teatro, no cinema, no barzinho, no supermercado... Ele e a namorada dividiam tudo. Emancipação feminina resultou nisso e ambos aprovaram!"
Texto Meu 0997, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Cinema e Literatura marcam-me muito, a ponto até de me influenciar. E foi um livro, de um escritor mineiro, que me fez conhecer Minas Gerais, durante todas as ferias de boa parte da minha juventude. Ah, Minas Gerais!"
TextoMeu 1333
"Eu quero um beijo de cinema ...
daqueles que poderia assistir várias e várias vezes sem enjoar sabe?
Eu quero um beijo assim,
que me coloque fogo,
que me tire do sério..
que seja único
um mistério.
um beijo só pra mim... e eu prometo dedicar o meu
só pra você.
Simples assim..."
A melhor opção quando você ainda não conhece o cara é cinema, se ele for feio você tem duas horas para pensar no plano B. De preferência escolha filmes bem complexos, para justificar o argumento 'gato, agora não dá, se eu te beijar não vou entender nada do filme depois!'.
A segunda melhor opção para a mesma situação é jantarzinho. Você estará com a boca ocupada, praticando seu esporte predileto deliciando-se com um bom japa, ótima desculpa para não beijá-lo. Nesse caso, mastigue o mais devagar possível para dar tempo de pensar em como se livrar dele.
Certos diretores de cinema insistem nisso de que "a cena tem que ser realista". Pra quê? Se a porcaria do filme é todinho ficção, invenção, cenário ou mentira... Pra quê "realismo de mentirinha"?
Dificilmente alguém aceita um fim. Todo mundo odeia ir ao cinema e ver que o filme não acaba ali, que vai precisar de uma continuação a longo prazo. Ninguém gosta quando o final de semana acaba, quando a ultima bolacha tem que ser dividida, quando acaba os créditos do celular...ninguém suporta o final das coisas...a escassez....isso porque criamos VINCULOS com as pessoas e objetos em determinados momentos que levaremos, talvez, para a vida toda.
