Cidade Maravilhosa
No Rio de Janeiro
Todo mundo vai de samba
A pedida é sempre samba
E eu também vou castigar
Lá vai, lá vou eu de samba
Somente samba
A ordem é samba
E nada mais
"Nasceu no Rio de Janeiro,foi um poeta brasileiro e sem medo de ser feliz deixou uma lição pra jovens aprendizes..."
Viver no Rio de Janeiro tem muitas armadilhas, mas é melhor uma mulher dessa do que uma bala perdida.
o Rio de Janeiro me fez acreditar em limites
achava que era uma terra sem leis
tudo é de todos faço o que quiser
tentei até deixar Copacabana
mas a água me lavou
o mar me levou
sim
o Rio precisa de um fim
Rio de Janeiro,19 de outubro de 2010
AMOR FICTÍCIO
lembra aquele dia que eu disse que iria me afastar de você
lembro até hoje de você me implorando pra ti dizer por que
Só que eu não podia ir mais fundo nessa história
então eu preferi me afastar do seu mundo e tirar você da memória
Hoje a saudade não me deixou escolha e por isso
que voltei pra te revelar.
me afastei por que eu te amo e achei injusto te amar.
Estava carente de amor vê se me perdoa por favor
não queria mentir pra você mais não deu ...
está sendo dificil pra mim decidir entre um não ou um sim
Não quero jamais te sufocar
Meu bem eu te amo e não consigo mais negar
Até pensei que já estivesse percebido
que tinha algo errado acontecendo comigo
não parava de tremer quando conversava contigo
não olhava nos seus olhos para não correr perigo
Só eu sei o que sofri longe de você
contava as horas todo dia para pode te ver .
e quem sabe ter coragem de te revelar
Que você é o amor da minha vida.
disputei uma briga feia com o meu coração
A emoção dizia sim e razão dizia não.
Só que isso não me valeu de nada
fugir da pessoa mais lindaa que eu mais amava.
Quem ama não quer ver o mal de alguém
é obvio que só quer ver o bem
Mas o gostar individual pode fazer muito mal.
Será que fiz errado por te proteger desse mal.
Talvez fosse melhor te perguntado
se poderia te amar mesmo não sendo amado.
Oh, meu Rio de Janeiro!
Céu azul, mar azul
como é lindo seu visual.
Em plena natureza deslumbrante,
de gente fina e elegante,
de fevereiro a fevereiro,
do povo carioca tão maneiro.
Ela sempre olha para a natureza, ela sempre desfruta a beleza do Rio de janeiro. Eu tô falando da morena.
Encurtei os versos até a altura das saias das meninas do Rio de Janeiro.
Que difícil a arte da vida fácil: vender o amor sem ter tempo de ser breve.
O Rio De Janeiro vive como em outros estados do Brasil uma invasão de privacidade, como lutar pelo seu espaço nas ruas ao ponto de ser encurralado e não ter para onde fugir? Amigos estou falando do transtorno que vivo ao andar no centro de grandes bairros e me deparar com guarda-chuvas debatendo-se um nos outros, sem se falar é claro na parte que me toca... Como podemos viver no meio de tantas pessoas ignorantes que não tomam cuidado com seu acessório maligno e intimidador, esse é um problema de grandes cidades.
Hoje em dia vivemos grandes transtornos, seja pelo fato dos guarda-chuvas ou a poluição sonora causa pela diversidade de celulares e mp3, mp4, mp5 e por ai vai nesse horizonte sem fim chamado de tecnologia. Quem nunca sentiu-se incomodado ao ter o seu doce silencio atordoado ao som de algum ruído produzido por um mero aparelho electrónico? Essa tecnologia que nos cerca e persegue, mas também somos seus meros seguidores...
Tudo vale da boa utilização desses aparelhos que insistem em invadir nosso espaço.
Segurança no Rio de Janeiro.
"O perigo no próximo sinal"
Uma sucessão de arrastões realizados por bandidos nas ruas, avenidas, túneis e vias expressas da cidade tem apavorado os cariocas. Enquanto as vítimas se defrontam com histórias de horror, as autoridades não conseguem montar uma estratégia para resolver mais esse desafio na área de segurança pública".
DOCES MEMÓRIAS
Nos idos tempos de outrora, o Rio de Janeiro, linda e por isso chamada de “cidade maravilhosa”, dispunha de uma ótima safra de rapazes de primeiro quilate, homens de belo porte, inteligentes, galanteadores, envolventes... etc, e as belas mulheres que ali viviam, podiam ser por eles cortejadas. Para não cair no esquecimento elas anotavam no seu diário, fechado a sete chaves, o nome daquele que tanto lhe havia encantado, mas mal escrevia o nome de um, já era hora de abrir novamente o cadeado para logo outro anotar.
As mais belas podiam ser chamadas de “garota de Ipanema” melhor dizendo para a época, garota de Copacabana, pois naquele tempo, era ali que tudo acontecia, e algumas sem muito esforço conseguiam enumerar uma lista tão extensa, digna de serem incluídas no livro dos recordes, e eram capazes de fazer inveja, as mais esbeltas mulheres de hoje, que com os seus corpos esculturais não conseguem sequer listar uma meia dúzia, isto para as mais privilegiadas, porque aquelas que não dispõem de tais atributos, coitadas, nem o diário, que até já virou anuário, elas abrem.
Por que será? As mulheres de hoje já não encantam tanto assim? Não é bem isto que acontece nos nossos dias, e sim que os homens de hoje, não são mais tão gentis como os de antigamente, verdadeiros cavalheiros, que com o seu jeito todo requintado, faziam com que as mulheres pudessem vê-los não como “príncipes encantados”, mas sim como verdadeiros amantes, que juntos pudessem desfrutar de grandes maravilhas, que somente quem isso viveu, pode contar.
Vitória (ES), 20/06/2011
(Dedico este texto ao meu amigo Miguel José de Souza Reis, que tantas histórias me conto e encantou).
Festa junina
Que saudade das festas juninas do meu Rio de Janeiro. A igreja católica se engajava pra valer em comemoração aos santos reverenciados neste mês, são eles: Antonio, João e Pedro. A quermesse não decepcionava para fazer acontecer à festa junina no pátio da igreja próximo a minha residência. Lembro-me que antigamente, lá pelos anos setenta e início de oitenta, no mês de junho a população se movimentava como um todo. As ruas eram enfeitadas com bandeirinhas coloridas, os bambus limitavam a extensão do espaço da rua utilizado formando um arco, as barracas não podiam faltar principalmente a de pescaria, maçã do amor, a de arremesso de meias nas latas empilhadas, entre tantas outras. As quadrilhas disputavam palmo a palmo qual era a melhor e todos se atreviam dançar, até as escolas tinham o evento popularmente chamado de caipira, as mães participavam atentamente para que seus filhos dançassem com os coleguinhas de classe e a parte que eu mais gostava de assistir era o casamento. Os baloeiros nos recepcionavam com enormes e lindos balões e armações pra lá de criativas, mas hoje virou crime soltar balões por causa dos riscos de incêndio. Já em torno de nossas residências não faltavam às fogueiras para assar batatas e nos aquecer junto a um quentão maravilhoso diante de um inverno bem friento. Esta época era propícia para o inicio de novos relacionamentos amorosos, novas amizades e uma interação maravilhosa entre a vizinhança. Mas hoje tudo parece ter esfriado, as pessoas andam muito distantes umas das outras, as festas populares como a junina já não as atraem mais e a colaboração tão desejada no passado ficou para trás, não existe mais interesse de uma maior aproximação. O mundo mudou para pior e o maior reflexo é a distância provocada pela mudança de relacionamento, que deixou de ser aquela aproximação tão natural para ser uma relação online, mais cômoda e fria, sem verdade alguma, não tem mais o famoso olho no olho, uma pena!
as viagens são legais ,
Roma ,Gramado,Rio de Janeiro,
todos são sensacionais e
todos que vierem comigo são meus parceiros!
FOI BOM ESTAR CONTIGO!
São Cristovão,Tijuca,Urca,Copa Cabana,Ipanema,Leblon…Rio de Janeiro.
Fonte perene de inspiração; berço da nossa história e da Cultura Lusófona.
Eu não poderia morrer sem conhecer este santuário.
Fui conferir de perto, sua beleza exuberante;natural e modificada pelo homem.
Contemplei a cidade, das alturas e da terra: do plano inferior e das montanhas.
Eu sabia dos seus encantos mil; de ouvir falar...E de ver suas imagens circulando pelo mundo.
De perto, seu cenário é ainda mais lindo! Sua temperatura atmosférica é quase insurpotável e o calor humano de sua gente, é de se tirar o chapeu...
Fiz novos amigos e respirei novos ares da metrópole; que, encheu-me de vida,leveza e graça.
Em redutos de poetas, vi poetas declamar suas poesias: nas ruas, nos bares, nas praias... Em espaços de convivência.
Em eventos literários, ouvi poemas cantados. Sem sentido lógico ou ritmados. Vi danças folclóricas e discursos literários, inflamados.
Vi garotas, como sereias, nas areias e no mar; sob céu de brigadeiro e em noites de luar.
Respirei cultura, em minha estadia turística e em momentos solenes.
Em seus limites territoriais, conheci gente bacana; somente um sacana! Vi muita gentileza urbana, nas pessoas humanizadas.
Na minha decisão de estar na cidade maravilhosa, realizei sonhos antigos... Andei de teleférico, rezei na Igreja da Matriz,visitei o Arco e a Escadaria da Lapa. Até Voar nas asas da águia de ouro, do Teatro Municipal. Estou radiante de felicidade!...E, realizado, por ter conhecido você!
Hoje acordei com saudades de ti!... Porque foi muito bom estar contigo!
31.01.17
“ Seres marginalizados
às margens de qualquer rio,
de janeiro a dezembro
às margens da sociedade
nos bairros, ruas, cidades.
Às margens de tudo,
da dignidade, dos direitos,
de ir e vir...
“protegidos” de fachada
na fachada da marquise
ou da mentira
ás margens de si mesmo
e do mundo, sem identidade
excluídos. ”
Viviane Andrade
O maior festival do mundo de cores,um evento de música pra lá de Bagdá.
Brasil,rio de janeiro estádio maracanã,num pequeno espaço com toda diversão, loucura, alegria e arte você encontra pessoas de todas a partes do planeta e dependendo do auge da sua loucura você via o além, fazendo várias viagens.
Quando cheguei no evento e avistei aquela multidão de pessoas, ouvir aquele som estremecendo meu corpo logo abrir um sorriso, depois daí entrei no mundo das cores,só alegria paz e amor.
