Cidade Maravilhosa

Cerca de 258 frases e pensamentos: Cidade Maravilhosa

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO



Os surdos e os ouvintes, Libras e Português:
relações entre linguagem, cultura, discurso e identidades




Aluno: Diego Farias Bosso






Os Surdos não precisam almejar ser iguais aos ouvintes, podendo aceitar e assumir a surdez. O conceito principal que a filosofia bilíngue traz é de que os Surdos formam uma comunidade, com cultura e língua próprias. Os bilinguistas preocupam-se em entender o indivíduo Surdo, as suas particularidades, a sua língua (língua gestual), a sua cultura e a sua forma particular de pensar, em vez de apenas os aspectos biológicos ligados à surdez.
A relação entre as matérias do linguista e do antropólogo supõe que conforme aumenta a teoria e os métodos de um deles aumenta o entendimento do outro. O estudo específico interdisciplinar, tanto em teoria como prática, entre a Antropologia e a Linguística chama-se etnolinguística. A contribuição do antropólogo e do linguista pode ser muito estreita quando o povo estudado está longe dos caminhos trilhados pela civilização. Neste caso, não se tem conhecimento preexistentes, os estudiosos que irão investigar são poucos, portanto, quanto mais seguras e sistemáticas forem às informações extraídas, maior será o conhecimento das línguas e culturas humanas.
O bilinguismo ainda não foi completamente definido. Enquanto alguns estudiosos são bem rígidos quanto a ele, outros são menos específicos.
Em geral, o bilinguismo seria a coexistência de dois sistemas linguísticos no dia a dia de um indivíduo, seja em uso simultâneo ou separado.
Isso significa ter uma competência mínima em um segundo idioma. Por exemplo, ser falante nativo de português e saber se comunicar em inglês.
Para outros, o bilinguismo é a competência total no segundo idioma. O indivíduo bilíngue seria capaz de ler, ouvir, escrever e falar perfeitamente em duas línguas.
Não há uma definição única porque fluência é algo difícil de definir. Se ser fluente for saber falar sobre qualquer coisa em um idioma, mesmo falantes nativos não seriam fluentes, por exemplo.
As identidades surdas e ouvintes se diferenciam por uma língua, mas se aproximam pelas culturas locais e regionais de pertencimento. Essa seria a diferença que a escola precisaria perceber: a diferença linguística, mas a igualdade de fazer parte de um mesmo espaço natural da sociedade.
A vivência surda é muito visual. A visão é possivelmente o principal sentido de contato com o mundo, de apreensão e significação das informações. Na visualidade se centram, certamente, a maior parte das alternativas planejadas para a pessoa surda.
A comunicação entre surdos e ouvintes, nesse sentido, torna-se um dos principais na socialização dos surdos que, por consequência, implica em falta de acesso à educação de qualidade, consumo de produtos e serviços, bem como dificuldade de inserção no mercado de trabalho.
A pessoa surda é capaz de escrever com base no conhecimento que obteve previamente e tem como primeira língua a libras. Quanto maior for o contato com conteúdos escritos e participação social, maior será a quantidade de vocabulários memorizados com isso terá mais acesso para a sociedade, existira menos preconceito.

As identidades surdas são multifacetadas, fragmentadas, em constante mudança jamais se encontra uma identidade mestra, um foco. Os surdos passam a serem surdos através da experiência visual, de adquirir certo jeito de ser surdo.
Por fim, o fortalecimento das escolas bilíngues é uma possibilidade para que o sujeito surdo tenha mais perspectivas, de que seus direitos sejam respeitados e possa se desenvolver em sua própria língua. Além disso, possibilita ao sujeito ouvinte o conhecimento da cultura, e da própria Língua de Sinais Brasileira.

Inserida por Diegobosso

⁠– O Rio de Janeiro tá falido, rapá.
– Eu tô ligado, mas é o meu Rio de Janeiro.

Inserida por pensador

⁠A situação da violência no Rio de Janeiro não tem causa e nem solução únicas; a criminalidade e o descaso social não nasceram de um dia para o outro; a meu sentir, a criação de um Código Penal específico para o enfrentamento da criminalidade no Rio de Janeiro, talvez fosse um reforço juntamente com outras medidas de políticas públicas; tipificar por exemplo, como crime hediondo a conduta de domínio de territórios por parte das milícias é medida que se impõe; a obrigatória inserção no RDD dos integrantes das milícias e do crime organizado; a construção de um presídio federal para recolher unicamente os criminosos das organizações criminosas do estado; a presença efetiva do Estado do Rio de Janeiro, na educação, saúde, lazer, assistência social, nas comunidades do estado; tudo isso, com respaldo numa Lei Complementar autorizando essas medidas, com base no artigo 22, parágrafo único da Constituição da República de 1988.

Inserida por JBP2023

⁠A beleza estonteante do Rio de Janeiro é um acontecimento de pura magia e encanto; a beleza exuberante desse paraíso nos faz viajar num colorido de imaginações férteis; um lugar maravilhoso que desperta desejos do mundo; e jamais uma minoria de pessoas irresponsáveis tem a força de vencer as pessoas engajadas com a promoção do bem-estar social.

Inserida por JBP2023

Qual é o clube e time da capital do Rio de Janeiro? R:É o Fluminense.

Inserida por RUBENSPARANHOS

Sócrates, Platão, Aristóteles refutam Antônio Gramsci

Cena: Em um bar no Rio de Janeiro, onde estão Sócrates, Platão, Aristóteles e Antônio Gramsci. Os três primeiros tomam seus vinhos enquanto Gramsci, com um livro volumoso em mãos, tenta explicar seu conceito de “hegemonia cultural.”

Sócrates: Ah, Gramsci! Vejo que trouxe o seu "livrão"… Deve ter muita “hegemonia” dentro, não? Conte-nos: essa “hegemonia” é como uma toga que podemos vestir, ou é algo que só existe no reino das ideias?

Gramsci: (orgulhoso) É algo mais sutil, Sócrates! A hegemonia cultural é o modo como uma classe impõe seus valores e visões sobre outra, dominando a cultura e a consciência da sociedade.

Platão: (rindo) Então você está dizendo que há uma caverna de sombras culturais? E que somos todos reféns dessas sombras… mas, me diga, Gramsci, onde está o “Sol” nesse seu conceito?

Gramsci: (nervoso) Não é exatamente uma caverna, Platão. A hegemonia age no cotidiano, é quase invisível. São os valores que absorvemos sem perceber.

Aristóteles: Ah, então a hegemonia é uma força invisível? Fascinante! Algo entre o vento e uma boa conversa de taverna? E, claro, somos controlados por ela… como, exatamente?

Gramsci: Aristóteles, a hegemonia está em cada ideia, em cada ato da vida cotidiana. É a cultura das classes dominantes moldando o comportamento das outras classes.

Sócrates: (sorrindo) Então, Gramsci, você sugere que, por exemplo, ao pedir um copo de vinho, estou sendo manipulado por alguma força superior que controla meu desejo? Quem sabe... o próprio dono da taverna?

Gramsci: Não exatamente, Sócrates. Mas o modo como o vinho é servido, o que é visto como "normal"… tudo isso é parte de uma hegemonia cultural que reflete os interesses das classes dominantes!

Platão: Ah, então a verdade sobre o vinho está escondida atrás de uma "cultura dominante"? Mas me diga, Gramsci, esse “dominador” é um homem de carne e osso ou uma ideia abstrata? Afinal, somos filósofos! Não vamos lutar contra um “inimigo invisível,” correto?

Aristóteles: E me diga, se houver um dominador, seria então nossa missão nos rebelarmos contra ele? Ou apenas reconhecer que somos eternos reféns? Que plano você tem para lidar com esse “inimigo invisível”?

Gramsci: O objetivo é conscientizar o povo! Uma “revolução cultural,” digamos, onde cada um pode quebrar as correntes da hegemonia!

Sócrates: (rindo) Ah, mais uma “revolução”! Quantas vezes já ouvi isso! Mas diga-me, Gramsci, quem vai guiar essa revolução? Você mesmo? Uma nova classe de “iluminados”? E por que não seria você mesmo o novo “dominador” após a “libertação”?

Gramsci: (suspirando) Minha intenção é construir uma sociedade onde todos tenham voz. Eu jamais dominaria!

Platão: Interessante! Mas me pergunto, Gramsci… como pretende garantir que todos falem com a mesma “voz”? Se um homem prefere o vinho e outro a água, quem decide o que será servido?

Gramsci: (irritado) Vocês estão caricaturando! A hegemonia cultural é mais complexa do que isso! É uma imposição que atinge as classes oprimidas!

Aristóteles: Ah, e desde quando o “povo” precisa de uma filosofia tão complicada para perceber que algo está errado? Se precisam de um tratado para entender a opressão, talvez ela não seja tão forte assim…

Gramsci: (hesitante) Eu… estou apenas tentando combater uma dominação sutil, mas poderosa…

Sócrates: Gramsci, meu caro, às vezes o combate à “dominação” só cria novos dominadores. Talvez sua filosofia seja apenas uma volta ao mesmo ponto, mas com palavras bonitas.

Platão: Quem sabe, Gramsci, no fundo você mesmo esteja na “caverna,” vendo sombras e chamando-as de “hegemonia.” Talvez a realidade seja muito mais simples do que imagina.

Aristóteles: Admita, Gramsci: sua filosofia é como tentar amarrar o vento. Pode ter valor para sua época, mas está tão cheia de voltas e conceitos que, no final, só torna as coisas mais confusas. Você mesmo não está cansado de lutar com essas sombras?

Gramsci: (abaixando a cabeça) Talvez… talvez eu tenha complicado demais. Talvez haja um caminho mais direto para a justiça social…

Sócrates: (sorrindo) Ah, Gramsci! Não se preocupe, todo filósofo já passou por isso. Às vezes, precisamos simplificar. Quem sabe um bom copo de vinho te faça ver as coisas mais claramente.

Cena: Todos brindam e, por um momento, Gramsci admite que sua filosofia tenha mais de sombradoquedeluz.

Inserida por slsj2001

⁠Sorte é morar no Rio de Janeiro e no outro dia estar vivo

Inserida por MizaelDuque

⁠As Conjurações brasileiras sempre foram por aqui mesmo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais...Hoje elas ocorrem fora do Brasil, e Portugal tem sido o palco preferido dos modernos Conjuradores.

Inserida por CCF

⁠Por mais que tentem estragar
Por mais que falem mal
Parabéns meu Rio de Janeiro...
458 anos de resistência
458 anos de existência..
Por que resistência?
O que é o que o povo carioca refém de tanta violência
Ainda resiste...
Uma cidade cheia de problemas..
Mas ao mesmo tempo uma cidade cheia de belezas naturais
Uma cidade guerreira que mesmo com seus problemas sempre acha dentro do seu povo o motivo para alegria..
Parabéns meu Rio de Janeiro que amo tanto...
Parabéns ao povo carioca por resistir a esses problemas
Parabéns meu Rio de Janeiro que amo tanto..
Viva meu Rio de Janeiro!!

Inserida por PoemasDuclert_Junior

⁠As férias da minha menina

E ela está de férias no Rio de Janeiro,
Em pleno o doce mês de janeiro.
Princesa iluminando a cidade maravilhosa.
Filha fabulosa e atenciosa.
Corre, filha, não perca o trem!
Esse trem da vida que não pára.
Essa vida que sorri para você sem demora.
Saudade, agradabilidade e contentamento.
Quanta grandeza é ter você com seus encantamentos!
Viva, filha, viva!
A mamãe vai ficar aqui esperando por você!
Não se demore e traga na bagagem o meu que levaste contigo.
Não se esqueça dele, viu?
É para que você o tenha sempre por perto.
E quando chegares estará tudo pronto para você começar as aulas e mais um ano de surpresas, sejam elas boas ou ruins.
Afinal de contas, a vida é assim.
Mas a certeza é uma só: amor é o que não vai faltar.
Se estiveres triste é só ligar.
Aqui sempre haverá o seu lugar.
Ah, e podes chorar, se quiser.
Nessas horas a mamãe sempre prepara um bom bolo de chocolate, que você adora!
É para alegrar a alma e enfeitar o seu .
Te amo pra sempre!
27/01/2018

Inserida por BEATRICEEKARLA

⁠A Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, é uma alegoria do país que lhe dá o nome: grande, caótica e mal-conservada.

Inserida por SAINTCLAIRMELLO

⁠ A crise do coronavírus chegou ao Rio de Janeiro ainda antes da “festa sagrada dos cariocas”, festa essa que sempre atrai muitos turistas de fora e de dentro do país e é considerada uma das maiores festas do mundo. Ignorando qualquer ameaça seguimos com as comemorações e aglomerações, porém a chegada do vírus foi sem holofotes e toda a euforia foi substituída por grande caos e lamento na cidade maravilhosa.

Inserida por ewerton_alves

As Escolas de Samba do Rio de Janeiro esquentam tanto o Carnaval, que acabam pegando fogo, literalmente.

Inserida por SAINTCLAIRMELLO

Me pergunto: Se sem copa, sem olimpíadas, sem RIO+20, sem etc, o Rio de Janeiro para, imagina na copa? Tomara que não resolvam sediar a ETC.

Inserida por MilenaLeao

Rio de Janeiro ou Bahia é a terra de musica carnaval e muita alegria, Rio de Janeiro ou Salvador é a terra do Cristo Redentor.

Inserida por ChrisBrito

⁠“Nas favelas do Rio de janeiro a madeira para o ladrão, também faz terapia.”

Inserida por AglesSteib

⁠Quem é da zona sul do Rio de Janeiro e convive na zona norte aprende mais do que quem é da zona norte e convive na zona sul.

Inserida por danmelga

O ⁠Rio de Janeiro me obriga a guardar o celular na cintura.

Inserida por danmelga

⁠A Lapa, no Rio de Janeiro, é para todos, não tem jeito. O mais maluco se sente normal lá, e é por isso que a gente frequenta.

Inserida por danmelga

⁠O Rio de Janeiro é o retrato mais fiel do país.
Quem entende o Rio de Janeiro, entende o Brasil.

Inserida por uspiao