Cidade
"O excesso de pó em nossa cidade é um crime que todos veem e respiram. Exigir que se limpe o ambiente não é só saúde: é uma questão policial."
* Rio de Janeiro (a Cidade "Maravilhosa" )
e o seu maior Réveillon do mundo e as suas menores prioridades sociais.
Enquanto o Réveillon da cidade do Rio de Janeiro é oficialmente reconhecido pelo Guinness World Records como o maior do mundo, a chamada “cidade maravilhosa”
segue convivendo com altíssimos índices
de precariedade em áreas essenciais
como segurança pública, saúde e educação.
Soma-se a isso a recorrência de acidentes ambientais, muitos evitáveis, que resultam
em mortes e na perda de moradias, sobretudo entre as populações mais vulneráveis.
O título internacional rende visibilidade, turismo e manchetes festivas. Mas recordes não curam doentes, não educam crianças, não previnem deslizamentos, nem protegem vidas.
Há uma contradição gritante entre o espetáculo celebrado por algumas horas e a dura realidade enfrentada diariamente pela maioria dos cariocas.
Não se trata de demonizar a cultura, a festa ou o direito ao lazer coletivo. Carnaval e Réveillon fazem parte da identidade cultural da cidade e do país.
O problema central está na priorização orçamentária e no uso político do espetáculo como instrumento de distração social.
Gastam-se cifras exorbitantes em eventos pontuais, altamente visíveis, enquanto serviços públicos básicos permanecem cronicamente subfinanciados.
A pergunta que precisa ser feita , e que costuma incomodar, é simples e necessária:
-Não seria mais sensato que parte significativa dessas verbas fosse investida, de forma contínua, nos setores que realmente sustentam a vida cotidiana da população?
1° Educação de qualidade não gera aplausos imediatos, mas constrói futuro.
2° Prevenção ambiental não rende selfies, mas evita tragédias.
3° Saúde pública estruturada não vira atração turística, mas salva vidas.
4° Segurança pensada para além da repressão não estampa capas internacionais, mas garante dignidade.
O risco de se vangloriar apenas dos grandes eventos é cair na velha lógica do “pão e circo”, onde o brilho do espetáculo anestesia a crítica e normaliza o abandono.
Uma cidade não pode medir sua grandeza apenas pelo tamanho de suas festas,
mas pela capacidade de cuidar de seu povo todos os dias do ano.
Talvez o verdadeiro recorde que o Rio de Janeiro devesse almejar não seja o de maior Réveillon do mundo, mas o de uma cidade que investe com responsabilidade, justiça social e visão de futuro, onde celebrar não seja uma fuga da realidade, mas consequência de uma vida digna.
O meu maior desejo para os cariocas
(e também para todos os brasileiros)
é a conscientização a respeito.
Saúde e Serenidade!
✍©️ @MiriamDaCosta
Os donos de cachorros da cidade de Chiavari, no norte da Itália, terão que agora carregar uma garrafa de água para limpar o xixi do seu amigo de quatro patas durante os passeios.
As pessoas que não limparem o xixi de seus cães sofrerão multas de até 50 euros (cerca de R$ 202).
PS: Aqui na minha calçada por dia urinam uns 10 cachorros, minha cozinha fica perto do muro, nos dia de sol e calor temos que fechar a porta e janela devido ao MAU CHEIRO!!!!
Lua Cheia de Ano Novo
que gentil se aproxima
da Cidade de Rodeio,
pacificando com jeito
e poesia por inteiro.
Encantando com alvor
o Médio Vale do Itajaí
com todo o esplendor,
iluminando o amor
que rendemos o andor.
Com o seu encanto
privilegiado nos põe
confiados nos braços
carinhosos e amorosos,
de querer o alvorecer.
(Não nego nem para ela
que não parei de te querer).
A Lua Quarto Crescente
do Dia dos Reis Magos
ilumina a Cidade de Rodeio,
o Médio Vale do Itajaí
e os nossos corações,
O ideal de paz mora
nas nossas emoções
do amanhecer até anoitecer,
Aqui celebramos os Reis
e o nosso apreço por bem viver.
Não tens ideia que a poesia
desta cidade é muito maior
do que a minha poesia,
que talvez não tenha sido lida.
O Sol ainda vibrante anuncia
no Médio Vale do Itajaí
que Rodeio entrará em festa,
por gratidão à terra erguida
com dedicação e amor.
Só sei que o Sol iluminando
enfeita e veste com alegria,
quem sabe apreciar a visão
do nosso Pico do Montanhão.
Com encanto o coração
agradece os sons, o silêncio
e o sino da Igreja Matriz
São Francisco de Assis
que juntos fazem a orquestra
que abençoa o nosso chão,
e faz recordar a tradição.
A cidade de Rodeio é cercada
pela graça e toda a majestade
dos gentis vales e montanhas,
que a vida entrega, esbanja
o Rio Itajaí-Açu e por ele é amada,
e pelo Rio Benedito a venerada.
No nosso Médio Vale do Itajaí
é a cidade onde os ribeirões
São Pedro, do Salto, Liberdade
e Rodeio Doze cortejam guardiões
com poemas de amor e eternidade.
E por aqui tudo tornam verdejante,
os olhos absolutamente encanta
tornando o coração mais amoroso,
e com toda a devoção sutil acampa
traçando a rota diária da renovação
nas águas do curso da esperança
Paz
A minha morada
é a morada da paz.
O meu pensamento
é feito de paz.
A minha Cidade
é a Cidade da paz.
A minha emoção
é feita de paz.
O meu Estado
é o Estado da paz.
O meu sentimento
é feito de paz.
A minha Nação
é a Nação da paz.
Os meus sonhos
são sonhos de paz.
O meu Continente
é o Continente da paz.
Os meus desejos
são desejos de paz.
O meu Hemisfério
é o Hemisfério da paz.
A minha comunicação
é a comunicação da paz.
Se qualquer pessoa
ou circunstância
for diferente da minha paz,
a cabeça jamais faz.
Não permanecerei por perto
para que tenha acesso,
nem darei sucesso
a tudo o que não é de paz
Viver em paz a diferença faz,
e o melhor sempre nos traz.
Praça dos Expedicionários
Entardecer de Outono
poético com o céu limpo,
na bela cidade de Rodeio,
o tempo sereno e ameno,
e o desejo de dar um passeio
na Praça dos Expedicionários.
Relembrar as histórias
dos nossos heróis e dos outros
heróis do Médio Vale do Itajaí
inteiro que juntos cruzaram
o Oceano Atlântico para lutar
contra o Nazismo, e o derrotaram:
nunca será demais relembrar.
Os nossos Expedicionários
deixaram o seu heroísmo
como o maior legado para honrar,
E a maior forma de honrar
é com gratidão com os nossos
exemplos de vida neles se inspirar.
Em meio ao véu frio
do tempo que envolve
a cidade de Rodeio,
mesmo sob o Sol e o céu azul,
Tudo invoca que é chegado
o mais austral poético momento.
À.partir dos nossos silêncios
contornando o Médio Vale do Itajaí
começarão discretamente
em nós a ser escritos os destinos
Onde o amor guiará pelos caminhos,
somos mais do que livrosa ser lidos.
Poesias para Rodeio
Cubro a minha cidade
de Rodeio de poesias
porque desejo tornar
a minha vida interessante,
tornar tudo ao meu
redor ainda mais fascinante
e lembrar que é possível
viver como quem escreve
um bonito romance
mesmo que insistam
a fé da gente nos tomar
e com a nossa inspiração findar.
Poesia em Rodeio
Todos os sons da minha
cidade de Rodeio formam
a poesia em explícita
sonoridade que põem
a inspiração para dançar
e escrever versos que
encorajem a continuar a viver.
Rodeio Erguida
A semana em Rodeio
madruga chuvosa
nesta cidade amorosa,
doce e acolhedora.
Rodeio erguida não
teme o mau tempo,
ela é encantamento
e cidade recanto.
A semana em Rodeio
seguindo adiante,
do Médio Vale do Itajaí
é valoroso brilhante.
Rodeio verdejante
as tuas montanhas
sempre hei de louvar,
foram elas que fizeram
escolher aqui para morar.
Itaiópolis
Do coração és a laje
ou pedra molhada
e fundamental:
linda cidade amada.
Teu nome guarda
em tupi-guarani e grego,
honra, festa e glória:
Colônia Lucena da História.
De muitas vidas o início
depois de tudo na vida,
és palco relembrado
da Guerra do Contestado.
Sonho paranaense,
e posse catarinense
no Planalto Norte,
endereço da boa sorte.
Onde a Vyshyvanka
e a Wicynanki se encontraram,
fizeram berço e o seu povo
sabe ser amável e acolhedor:
Itaiópolis és o poema de amor.
O crepúsculo deu
a sua despedida,
as luzes da cidade
foram acesas,
a Lua coroada
está de estrelas
iluminando o Rio.
Ao mundo inteiro
oferto a veia
da paixão que não
oculto no peito
feita de vibração
e teu amor perfeito.
O desejo de viver
para cantar o amor
seja como for
é só o começo:
nos teus lábios
a sede de me amar.
No ritmo do Universo
a canção eterna
aos olhos lindos
voltados para quem ama,
esta temperatura
que amorosa chama
ao ardente total amplexo.
Releitura de Jack Vigarista + Alegoria Poética Ficcional
O Nome que a Cidade Ainda Vai Lembrar
Criação da Releitura e Alegoria Poética Ficcional
Criada por: James Richard Ferreira Pantoja
Compositores da Canção Original
João Vitor de Oliveira Santos & Patrick Schmid
Seu nome é James — mas não se deixe enganar;
por trás desse nome engraçado, há muito a contar.
De tolo não tem nada, nem vive de aparência;
carrega no olhar, nas costas, nas mãos e na face
as marcas de uma longa experiência.
Vigarista nas histórias, de passado incerto,
entre o medo e o romance, segue pelo caminho deserto.
Bandido nas lendas, mestre em blefar,
faz da própria má sorte mais um motivo para arriscar.
No baralho, porém, há algo a seu favor:
o acaso lhe sorri com estranho fervor.
Quando a fortuna lhe fecha uma porta,
James embaralha as cartas e outra chance encontra.
Entre ases e reis, seu semblante permanece sereno;
guarda a própria mão como quem guarda um segredo.
O acaso espalha suas cartas diante de seus olhos,
mas James não revela o jogo antes do momento.
Pode perder uma rodada, sentir o azar se aproximar,
mas nunca deixa o medo seu pulso controlar.
Pois aprendeu uma verdade que poucos conseguem entender:
não é preciso ter as melhores cartas —
é preciso saber o que fazer com elas ao receber.
E nessa cidade, que hoje desconhece sua história,
amanhã seus feitos farão parte da memória.
Pois há façanhas que o tempo não consegue apagar —
e o grande feito de James ainda está por chegar.
Quando os sinos da catedral anunciarem o que o futuro escreveu,
todos saberão, enfim, por que seu nome sobreviveu.
Não será apenas fama, nem simples consagração;
será James transformado em lenda pela força de uma última mão.
E quando alguém perguntar quem foi aquele homem, afinal,
talvez a resposta pareça simples, quase banal:
um homem que aprendeu a sorrir diante da adversidade
e transformou cada revés em nova oportunidade.
Porque James jamais precisou controlar o baralho;
aprendeu a jogar com aquilo que o acaso lhe entregou.
Ninguém escolhe todas as cartas que recebe,
mas cada um decide como as coloca sobre a mesa.
Eu olho para as luzes da cidade. Exatamente iguais a mim. Sou parte dos espaços,movimento,vento.
Essa arquitetura grotesca que acolhe a nossa natureza se torna dinâmica, nos unifica, nos distancia e nos deixa a deixa: estamos todos, unidos em nossos próprios abrigos, convivendo com as sombras e esfinges.
É tempo de construir novos mundos,tomar conta uns dos outros,demonstrar afeto como se planta uma semente para dias menos duros e conversar com Deus.
Porque ele preserva a nossa parte mais bonita que resiste a estes tempos nebulosos. Pedimos por Paz,torcendo pra que alguém totalmente desconhecido que seja exatamente aquilo que eu seria para outro agora, abra a porta, nos tirando dos muros que construímos e nos diga que embora nesse tempo esteja cada um na sua,vai ficar tudo bem!
Lembro que quando era pequena,eu sempre imaginava me pintar por dentro de azul como o céu,era assim que eu sentia Deus,eu lhe agradecia por todas as coisas simples e lhe pedia para ter força para aguentar firme e foi conversando com ele todos os dias,que me fortaleci e aprendi que a parte mais linda do Amor,é construída em forma de prece.
Na cidade onde as estrelas
descem trago algo da busca
eterna de Lori por Morã,
em tudo o quê se cultua.
Em tempos que quase
mais reparam na falta
que os vagalumes fazem
em alegrar as noites
pelos caminhos da Pátria,
a infância na memória
traz intocada a História.
A cada nova linha deixo
a rebeldia Uauá eternizada,
assumida, plena e enraizada,
porque renascer tem local
certo, sabido e merecido.
[[[Ai de que que fizer impedido!]]]
