CRISE Aos poucos o silêncio da... Claudio Roberio Moura Luz

CRISE


Aos poucos o silêncio da madrugada se despede e a cidade acorda para mais um dia. O barulho gerado por pessoas e veículos, gradativamente, vai aumentando.Tudo agora é vida.Vida se movimentando em todos os sentidos e em todas as direções. Tudo parece está dentro da normalidade, mas andando pelas ruas da cidade dá para perceber como o povo anda triste. Placas e mais placas com o nome aluga-se, vende-se ou esta unidade fechou, espalham-se ao longo de toda urbe.


As únicas classes que não sentem tanto o efeito da crise é a do rico e a do pobre. O rico tem o suficiente para inibir qualquer crise e o pobre também não sente tanto , pois toda sua vida já está calejada das agruras desse viver.


O tempo passa rápido e logo as luzes dos carros e da cidade anunciam o final de mais um dia e em poucas horas, quando a alta escuridão chegar, todos esquecerão, momentaneamente, dessa terrível crise financeira ,tendo como maior remédio o sono que leva para longe os problemas e as amarguras de cada ser.