Cidadania e Qualidade de Vida
Todos podem, livremente, votar em quem aprouver,
ser votado, se quiser,
ou não votar, se não puder.
A política assistencialista é uma abordagem que visa atender às necessidades imediatas das pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Ela se caracteriza pela oferta de programas sociais que garantem acesso a serviços básicos, como saúde, educação, moradia e alimentação.
Essa abordagem tem sido amplamente utilizada no Brasil como forma de combater a pobreza e a desigualdade social. No entanto, ela tem sido criticada por alguns especialistas, que argumentam que ela não é suficiente para resolver os problemas estruturais do país.
A política assistencialista pode ser eficaz no curto prazo, mas não é capaz de gerar mudanças duradouras na vida das pessoas. Para que isso aconteça, é necessário que sejam adotadas medidas que promovam o desenvolvimento econômico e social do país.
Além disso, a política assistencialista pode gerar dependência e desestimular o trabalho, uma vez que as pessoas passam a depender dos programas sociais para sobreviver. É preciso, portanto, que haja um equilíbrio entre o atendimento às necessidades imediatas das pessoas e a promoção do desenvolvimento econômico e social.
Em resumo, a política assistencialista é uma abordagem importante para garantir o acesso a serviços básicos às pessoas em situação de vulnerabilidade social, mas não pode ser a única estratégia adotada para combater a pobreza e a desigualdade no país. É preciso que sejam adotadas medidas estruturais que promovam o desenvolvimento econômico e social de forma sustentável.
Somos todos uma soma não muito congruente de meios papéis, ecos da pluralidade e política. Somos todos a resistência, e somos iguais –independentemente das incipientes e meias paixões.
Somos próximos... Ainda que a realidade pareça estar longe de ser plena e razoável a todos.
Somos... a integridade e a tessitura que soma todos nós... Eis a mistura, um caldeirão de etnias, tempera o que somos!
Busca-se bibliotecário, arquivista, museólogo ou documentarista.
Doutor, mestre ou bacharel apenas, eis um profissional de alívios e memória.
Conservador e restaurador de paradigmas, preservador ou criativista...
Alguém que provoque as bruxas, os encantos, o direito à cidadania.
A ausência, considerada uma falta de Educação entre os povos e as nações, é suprida pela construção das Políticas Públicas.
As leis só existem porque, em algum momento, nós, através de nossos representantes, as criamos e as promulgamos. Então, para revogarmos as que não prestam e substituírmo-las por outras que nos sirvam, basta que nos unamos e ordenemos aos nossos representantes o que é para ser feito.
Infeliz a nação que precisa de leis para seus cidadãos fazerem o que desde sempre já deveriam estar fazendo.
Em nenhum momento da vida me senti propenso a possuir uma identidade brasileira ou de qualquer outra nação. Sou um cidadão do mundo que não se imagina integrando times ou cultuando heróis. O pensamento ufanista do tipo “somos os escolhidos” ou “os melhores” me provocam rejeição visceral instantânea, como as que modelam cérebros em torno de ideologias de qualquer natureza. Minha essência libertária reage com repulsa a pensamentos alinhados e identificações coletivas sob a batuta de um maestro do qual nunca se sabe até onde levará tal condução.
"É muito mais digno ser-se um bom cidadão do que um exímio patriota. O patriotismo origina devaneios e pomposas presunções. A boa cidadania perserva e elogia a liberdade "
ACREDITAR NA EDUCAÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Temos que acreditar na educação. Mesmo conscientes de que a burocracia da educação está inchada de política partidária. Gerida por pessoas ambiciosas; seja na coisa pública, onde o executivo e o legislativo, em nome de suas ambições se unem em prol do pior para os jovens que buscam um futuro digno, seja na iniciativa privada, onde os donos das instituições de ensino, em sua maioria não são educadores. São apenas ganhadores de muito; muito dinheiro.
Mas temos que acreditar. Acreditar na educação, mesmo sabedores de que no meio dos muitos professores comprometidos de fato, e dotados de profissionalismo, vocação e amor, existe o joio: aqueles professores que tentam deseducar; vingar suas frustrações e revoltas contra o sistema, especificamente nos alunos... e ainda emperrar a caminhada dos que não correspondem aos seus gostos, preconceitos e vaidades pessoais.
Que os nossos filhos e gerações seguintes não caiam nas armadilhas do poder público e dos empresários ávidos por mão-de-obra barata, passiva e sem noção de cidadania, de não crer mais na educação. E os futuros profissionais de qualquer área e setor não creiam desde agora, que basta ganhar dinheiro para viver, e que o saber não conta para os que eventualmente já têm vida ganha.
O saber é o sucesso. A educação é a riqueza. Conhecer o mundo que nos cerca é o maior bem que podemos ter, e ninguém poderá roubar. E é justamente esse bem que nos fará buscar sempre de forma justa, honesta e consciente, os bens materiais de que precisamos; o poder de consumo sem vícios e protagonismos cruéis para o outro. É a educação, exatamente, que nos faz respeitar a todos como cidadãos. Aos que têm e não tem educação.
E que nós, os pais desta geração nascida em tempos de corrupção nunca vista no mundo moderno, não deixemos nossos filhos desistirem. Não permitamos que eles troquem a educação pelo comodismo nem por essa ambição distorcida que marca os fúteis bem sucedidos materialmente; os facínoras bem sucedidos; os criminosos e os de má fé bem sucedidos. Tenhamos a dignidade de lhes mostrar que estes não são, de fato, bem sucedidos.
Quanto mais conscientes e reativos às situações legais nos encontrarmos, maiores serão as chances de protagonizarmos nossa cidadania.
Dizer que existe inclusão e igualdade para as pessoas com deficiência visual na sociedade é a mesma coisa que dizer que viajar de avião a jato supersônico é bom, pois somente pouquíssimas pessoas tiveram a oportunidade de adentrar nesses tipos de aviões.
Assim, são raras as pessoas com deficiência visual que têm a oportunidade de vencer na vida, de conquistar a sua tão sonhada independência financeira e de serem tratadas com dignidade. As pessoas com deficiência visual podem até chegar ao Mestrado e Doutorado, mas, elas não são valorizadas por seus conhecimentos, e sim, enxergam primeiro a deficiência antes da capacidade.
O que as pessoas com deficiência visual precisam é de OPORTUNIDADES.
A minha singela visão de mundo e de política sempre esteve e sempre estará voltada para a questão do bem-estar coletivo e dos princípios básicos da cidadania, doa a quem doer.
Acho que os cidadãos de bem e bom senso, não coniventes, mancomunados ou beneficiados pelo beneplácito gerencial deste país, haverão de fazer jus à um movimento consciente e não posicionar-se com cumplicidade nos desmandos e falcatruas, os quais temos presenciado todos os dias..
Políticos não são apenas homens guiados por convicções partidárias, são todos os que se preocupam com a sua comunidade, com a sua Nação e conservam no seu mais profundo indatimico o sentido honrado de cidadania e de Estado.
O verdadeiro cidadão é aquele que não apenas brada por mudanças, mas que também se envolve com coragem, de forma ativa e forte nas transformações.
