Cidadania e Qualidade de Vida

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O grande desafio social na contemporânea democracia é fomentar o civismo, a cidadania, o patriotismo cultural e a identidade incomum dos diferentes em pleno gozo legal e constitucional da liberdade.

Inserida por ricardovbarradas

Não existe cidadania livre e nem prosperidade, diante a imoral desigualdade.

Inserida por ricardovbarradas

A Cidadania Solidaria é a sociedade civil deixando de ser vitima e participando de novas soluções de novos e antigos problemas. Juntos podemos acreditarmos e sonharmos em um mundo melhor que retorna mais humano e consciente pelo esforço, pela ação amorosa, pessoal e profissional de cada um.

Inserida por ricardovbarradas

O exercício da cidadania cultural no Brasil que defendo a anos, se torna hoje mais urgente.

Inserida por ricardovbarradas

A inclusão social e a expressão comunitária de cidadania pela arte e pela cultura hoje não é mais uma meta e sim uma realidade naturalmente alcançada, vive de forma independente diante da não participação omissa do estado politico-educacional e cultural brasileiro.

Inserida por ricardovbarradas

Deveria ser a nossa liturgia divina,

Respeitar a cidadania

E o verbo na plenitude;

O ser humano é infinitude,

Ele vai muito além do dia-a-dia...



O conhecimento é a garantia,

Da boa convivência

E da imortalidade do pensamento,

É livre toda a manifestação de [pensamento

Que conduza a Humanidade ao [acolhimento.



Ah, tanta coisa deveria [ser

- e [acontecer!

Deveríamos ao menos ter fé

um no [outro;

E a boa convivência ser a lei,

- tratada como um [tesouro!

Enquanto existirem os poetas,

E quem os aprecie:

o mundo terá sempre alguém

que sonhe com a beleza e harmonia.

A poesia não espera nada além de

reconhecimento e fé na vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O íncola e ádvena encontrar-se-ão no outro mundo com a mesma cidadania, a menos que tenham pela fé cristã, optado pela cidadania celestial.

Inserida por meirinhopensa1949

A cidadania afetiva, para muitos,
não se resume ao regresso
à Pátria ancestral e à liberdade
de ostentar um passaporte.
É a volta para casa, mesmo
que seja só uma viagem interior.
Só quem sabe o que significa
ainda ouve, mesmo inconsciente,
o murmúrio do Rio Ádige
cantando o outono da existência,
para depois cruzar o Atlântico
e virar um oceano de resiliência.


O isolamento, a fome, a pressão
do isolamento e os sons das execuções
vividos pelas "dieci trentine" presas
no Castello del Buonconsiglio;
a transferência para a Áustria,
para a desmobilização da resistência,
seguem ecoando inescapáveis,
ecoando profundamente no destino
mesmo por uns desconhecido.


Daqueles que seguem rindo
e fazendo pouco caso, ofereço
o meu cálice com dose de repúdio;
e se passarem na minha frente,
não oferecerei nenhum augúrio.


Porque sei bem do peso geracional
e me guio pela pluma de Luisa Zeni,
que enleva a memória em evidência,
para que ninguém nunca mais faça
zombaria da necessidade de outrora:
de um povo teve de viver na prática
plenamente a sua lealdade e resistência
em nome do direito a vital sobrevivência.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Seu Nivaldo é um cidadão que mora aqui perto... É um cara que vai pelo certo, compra e exige a nota fiscal, por exemplo, seja do que for, mesmo que achem ele chato, mas, vamos pelo certo, o certo é certo, essas coisas. Na rua de seu Nivaldo tem duas fileiras de arvores, que ele disse que foi ele mesmo plantou as mudinhas, e hoje estão enormes dando sombra. Também tem uns bancos de cimento que ele mesmo fez. E uma ponte de material alternativo atravessando o rio, que no passado já foi maior, dizem que vinham carros com famílias para tomar banho e passavam as tardes, a agua era limpinha, mas aos poucos foram aterrando para fazerem casas, hoje é só um córrego, um canal barrento, embaixo da ponte de seu Nivaldo. Agora seu Nivaldo conseguiu com a prefeitura que sua rua no final de semana fosse interditada e virasse uma rua de lazer pros moradores se divertirem, os adolescentes praticarem skates. Seu Nivaldo não ganha nada com isso, nunca foi nada, nem sindico, nem líder comunitário, nem pretende ser nem vereador, presidente do Brasil, apenas seu Nivaldo, o homem que gosta de ir pelo certo, aquele faz e consegue as coisas, que faz essas coisas porque acha que devem ser feitas, porque acha que é o certo.

Inserida por Fg7r85

⁠Todo evento das agendas coletivas, humanitárias e universais devem escolherem ambientes inclusivos para o livre acesso no direito de todos.

Inserida por ricardovbarradas

A inovação e o ajustamento das artes na verdadeira cultura brasileira devem sempre estar ligadas as politicas publicas de educação, de cultura e o fomento a maiores oportunidades profissionais, embasando se na coerente e ativa cidadania cultural, responsabilidade social e fortalecimento da identidade nacional.

Se tivesse lido um pouco mais, se tivesse estudado, se não tivesse cortado a fila da merenda, se tivesse devolvido o troco que recebeu errado do motorista, se não tivesse jogado papel de bala no chão, achando que estava contribuindo com o “emprego” do varredor de rua, se não tivesse vendido o seu voto, talvez o gigante não estivesse tão enfurecido com o governo que tem, talvez não estivesse pagando caro para se manter no poder, talvez não estivesse com tantos problemas de saúde, educação, lazer, transporte público, meio ambiente, etc.

A escola é um laboratório do mundo: nela, a criança pode aprender a reproduzir a sociedade ou a transformá-la.

Internalizar direitos humanos exige tolerância e respeito com as diferenças, nos instiga a lidar com os limites e possibilidades dos sujeitos em suas individualidades!

SONETO DA CREDIBILIDADE PERDIDA
(Para dar um jeito na amizade fingida)

Um traidor chegou todo faceiro numa quitanda/e quis comprar alguns quilos de credibilidade./O vendedor o expulsou. Num terreiro de umbanda,/o Infeliz foi solicitar o apoio de uma "entidade".

-"Por favor, seu 'caboco', eu preciso de sua ajuda,/não entendo como conseguir a capacidade de mudar de vida./Estou sentindo a dor de um sufoco que não muda/e então eu pretendo readquirir a minha credibilidade perdida".

Após escutar a solicitação do cabra da peste,/a "entidade" impedida de dar a ajuda solicitada,/ disse: - "Tu irás penar por cada traição que fizeste."

A credibilidade perdida não pode ser comprada/pela Infernal escória, sem respeito e nem consideração./Eis a bela a moral da história pra quem tem feito traição.

Paulo Marcelo Braga
Belém, 17/03/2015
( 03 horas e 42 minutos)

Um leão não precisa se maquiar para ser leão, ele consegue a sua presa, por seus méritos e Deus!

A arte e a cultura brasileira não pode se calar ou desviar suas criações para um local feliz abstrato, inverídico, do faz de conta. A arte e a cultura deve ser participe se nas lutas contra as violências urbanas das periferias e os vergonhosos atos criminosos anti democráticos que fragilizam toda nossa sociedade. A cidadania artístico-cultural não é hoje uma postura diletante, é sim mais uma voz dentro das plataformas criativas exigindo mudanças e amor pelo local que se vive. A arte sem o engajamento sócio-politico do que acontece, é uma plataforma alienada, decorativa e triste.

A cultura amplia todo tipo de conhecimento, incentiva o desenvolvimento social, expande horizontes, impulsiona discernimentos políticos, agrega cidadania e agita a paz interior antes sedimentada. A cultura abre os olhos para a verdade, encara os fatos e enfrenta a decepção diante da cruel realidade, porém torna o indivíduo idôneo e fortalecido.

"Santo Agostinho afirma que sem a justiça os reinos são apenas magna ladroagem."

O conjunto de direitos civis, políticos e sociais que nos são reservados constitui a base para o exercício da cidadania. No entanto, é preciso ter consciência de que a estrada para a cidadania é uma via de mão dupla, em que o cumprimento de deveres possibilita o exercício de direitos, tanto por parte do cidadão como por parte do Estado. Por isso, não podemos exercer a cidadania se trafegamos apenas em um sentido, seja o da busca por direitos ou tão somente o do cumprimento de deveres.