Chico Xavier Poesia de Amizade
Verde das matas, das ervas, da esperança. Amarelo da sabedoria, da fartura e da harmonia. Azul de nossos mares e ceu. Neblina com visão contrastante, porém precisa. Trovões que acordam os anjos e carregam nosso solo com eletricidade, para carregar o petroleo e lubrificar as placas tectonicas e evitar frissões sismicas, para respeitar as raízes ou a fonte da vida. Seja em nossa patria amada mãe gentil batizada de Brasil, o desabrochar de uma harmonia sem fim, de fraternidade, de democracia e igualdade. Que não falte vestimenta, alimento ou moradia, mas que não falte principalmente amor que é o que nos nutre a alma e alimenta a perspectiva de uma percepção natural e é por isso que nossa função é zelar por nossa natureza afinal. Te amo
Como um doente terminal me agarro ao último suspiro poético que ainda pulsa nestas asas da invencionice piegas, mas cálidas de paixão vital pela transcendência lírica.
Um poeta sempre tem algo a escrever... nem que seja pontos e vírgulas, mas seu papel nunca estará em branco.
" Mas a ninguém será dado o direito de ir além do amor, ainda mais se sob qualquer pretexto julgar-se dono do sentimento ou do ser. Não somos donos de nada , nem de nós mesmos...
Escrever é rasgar o peito, soltar amarras, quebrar os grilhões que aprisionam as emoções. É permitir que os sentimentos voem para além da masmorra de nós mesmos, ganhem significados distintos e façam ninho na singularidade de outros olhos.
" Quero que você tenha tanta saudade, mas tanta, que chegue a doer e quando doer, que a dor lhe faça lembrar que foi você quem quis assim...
Roí a unha, passei um café e adormeci inquieto. O que eu mais queria aquela noite era poder me vestir do seu cheiro.
Um dia pode ser uma eternidade quando se espera o amor, mas pode-se viver o amor num único dia e ele valerá por toda a eternidade.
Eu estou sozinho no banco da praça, olhando nos olhos de todos que passa,penso nos seus olhos que brilhavam na boite passada,enquanto eu te olhava o meu coração você roubava.
A cada dia queimo minhas chances de ser feliz, destruo o pulmão na intenção de destruir o coração, a cada gole que se vai da minha garrafa fica o pensamento, é melhor se afogar na minha cerveja ao invés de me afogar em seus sentimentos.
Você me acorda, me morde, me lambe, me belisca e me beija... Nunca pensei que essa sua inquietude acalmaria meu coração.
O beijo dela era tão doce que me fazia flutuar,mas como sempre eu não sabia voar,então cai na realidade,foi o maior choque saber que tudo não passou de uma miragem
Noite de saudade, noite de nostalgia lembranças, sonhos, quimeras uns vividos outros esquecidos nas prateleiras da vida que segue vez ou outra espano, mudo de lugar mas sem engano, um dia eles vingarão um dia virão como essa chuva leve e doce de verão.
Seja calmo,mesmo que te machuquem com palavras mostre que você é superior,devolva todo o ódio em forma de amor,não sinta dor,não tenha rancor,suas palavras podem curar um ser que se desandou e seguiu o caminho da ignorância misturada com a dor!
Reflita aqui no meu peito. Pense que o mundo tem esse tamanho. Vamos falar das estrelas mesmo com os pés no chão.
O poeta nasce pronto, se fortifica com o diálogo de seu interior e tudo que o rodeia, muitas vezes em luta insana. Em letras, sofre o poeta, subjugado por amores, desilusões, saudades, iras ou sorrisos. Mas elas mesmo o curam e ele traça com maestria seus versos. Mesmo que seja apenas no cofre de sua mente, onde guarda seus tesouros secretos.
Dizem que um beijo fala mais que mil palavras, e eis o espanto, eu beijei minha redação e ela continuou em branco.
Há dias em que meu olhar curioso entra como luz pelas frinchas da inspiração e alcança as palavras que dormem no berço semântico das paixões. Onde os versos ardem, queimam, os sons ganham ressignificações na chama cadenciada da linguística, na aurora dos poemas, na ponta da minha pena.
O menino acordou cedo, estudou seu peito de amor, aqueceu-se com uma bebida quente e roupas confortáveis e saiu pelo mundo pregando sorrisos e distribuindo abraços. (O que fazer pelas manhãs - Victor Bhering Drummond
