Chico Xavier - sobre Disciplina

Cerca de 36005 frases e pensamentos: Chico Xavier - sobre Disciplina

⁠É imprescindível que os estudiosos da obra zeliniana se debrucem cada vez mais sobre a força da poesia na obra de José Lins do Rego, pois ainda é um tema pouco estudado no meio acadêmico, o que não faz jus à riqueza de sua técnica criativa, que é reconhecidamente uma das razões pelas quais o levou ser amplamente reconhecido como um dos romancistas regionalistas mais prestigiados da literatura brasileira.

Inserida por Antonio_Costta

⁠Meladinha

Brisa gentil soprando
na Costa Brasileira
Meladinha gentil
sobre a duna
florescendo poesia,
A paz que durmo com a Lua
é a mesma que levanto
na companhia do Sol,
E assim continuo sempre tua.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sobre o TDI, É Tão bom saber que estamos diante de uma teoria que sempre fez parte do nosso cotidiano Natural e Espiritual o Design está em tudo que há Forma e Função, se Tudo foi Criado por Ele e tudo é para ELE, então, toda Glória e Honra é a este Designer Supremo que Não precisou de um ajudante mas de um Briefing que ele mesmo ja tinha em seu Coração através da Trindade, que entre Eles Deu a Origem sem sala de Criação, mas em um Jardim a COROA da sua Criação, o Homem ao qual o deu tudo em suas mãos para gerenciar, tudo que fora criado por ele.

Inserida por Lamartyne-cms

⁠"É fácil persuadir uma pessoa sobre o que é melhor para ela, porém é difícil manter a persuasão"

Inserida por Ademarborba46

⁠É como sonhar acordado... Se eu escrevesse sobre o nascer e o pôr do sol, sobre o amor e a morte, sobre toda a imensidão da dor e da alegria, isso faria de mim um poeta?

Não, não quero suas flores, não desejo seus aplausos, nem seu reconhecimento. Tudo me parece tão desconexo e tenro nesta manhã. Mas ainda assim não desejo suas flores, e não tente cruzar esta linha, pois você já a cruzou antes, já cruzou várias vezes.

Não, não me faça chorar, não nesta manhã tão solitária, é como se eu houvesse perdido minha juventude e, não, você não entenderia. E por favor, também não me faça sorrir, deixe-me apenas em total apatia.

Não me veras mergulhar nesta manhã nem em euforia, nem em agonia. Apenas leve-as daqui, suas flores, elas me lembram de como perdi parte de minha juventude. São memórias, são flashs inconsistentes, lembranças de um tempo melancólico.

Isto pode ser uma revelação à luz da manhã, bem como isto pode ser uma maldição de um longo período noturno. São muitos invernos, são sementes que nunca desabrocharam, são anos que se perderam em meio a imensidão de noites muito longas e dias muito curtos.

Às vezes vejo que ainda estou preso, nesses dias tão vazios, nessas melancólicas manhãs que trazem todo um vazio que gostaria de apagar, ou não sei ao certo, se gostaria de apagar ou ressignificar, enquanto isso sigo escrevendo...

Talvez algum dia aceite suas flores, mas este dia não será hoje. Se esse dia chegar, será um dia como hoje, uma manhã, onde tudo estará igual, mas tudo estará tão diferente, será um novo nascer do sol, que dissipa e ressignifica todo o vazio de tudo aquilo que não posso alterar, trazendo um sabor completamente novo, ao mesmo tempo antigo, com o velho gosto de minha doce infância, e um frescor gostoso de uma nova juventude.

Pode ser que nesse dia seja tarde demais, tarde para agradecer os aplausos, tarde para sentir todo seu reconhecimento e mais tarde ainda para aceitar suas flores, é o preço que terei que pagar, por ter me mantido durante tanto tempo preso a esses tempos mortos, é o preço que tenho pagado...

São as flores que trazem tristezas, os anos de dor e os dias de glória, são as lágrimas e os sorrisos daquele que escreve, sobre um tempo que se foi, sobre um tempo que ficou aqui e agora. Apenas não me peça para prometer nada, apenas não me peça qualquer coisa que exija sacrificar mais do que já sacrifiquei, apenas deixe-me aqui a sonhar acordado nesta manhã.

Inserida por GregoryFernando

⁠Os sinais espontâneos de uma pessoa revelam verdades mais profundas sobre ela do que infinitas palavras expressas.

Inserida por marcelomendes

⁠Quando o Espírito Santo, desceu sobre eles, é eles começarão, a falar em diferentes idiomas que não conheciam, significa Que Deus queria se comunicar com o seu povo na festa de Pentecostes, em atos dos apóstolos, cap.02 v1

Inserida por Rafaelsolins

⁠o amor
A o que direi sobre o amor?
Amor pelos meus filhos,
q mato e morro por eles.
Sim mataria e morreria por eles.
Não sei mas sei o que farei.
Mas e do amor por alguém?
O que direi?
O que farei?
Será que vivi, ainda vivo ou um dia viverei?
O que direi não sei, até acho q jamais saberei.
Ou vivi e já nem sei?
As vezes que achei... só se foi
Será que é? Será que vivo? Será que amo?
Quantas perguntas farei?
Quantas respostas a mim própria darei?
A amor que senti, que amo e se viverei?
O que dizer só sei que não sei.

Inserida por amandaguilherme

⁠Se aprende sobre resiliência emocional dentro de casa lendo um livro?

Não se aprende sobre as práticas do mundo real apenas vislumbrando o imaginário do mundo ideal.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠⁠Às vezes, não é sobre fulano, beltrano e sicrano, mas sim sobre você. Quantas vezes culpou outra pessoa sendo que a responsabilidade era exclusivamente sua?
Pois é, as nossas fraquezas, falhas ou erros não podem ser atribuídos a outrem!

Inserida por VilanyCampos

SOBRE O RIO PARANAPANEMA

Nasci não-muito-longe das barrancas do Paranapanema. Rio que passa na minha aldeia, que não é o Tejo e nem o Nilo, mas que também é cheio de contos, causos e cantos.
Místico que sou, sempre acreditei que os rios têm alma. Choram, guardam segredos, sangram e sorriem. Também pensava assim Tales de Mileto, segundo o qual a água é o elemento primeiro do universo.
Meu rio, que hoje recebe o status de “rio mais limpo do Estado de São Paulo”, vira e mexe é alvo de interesses escusos. Sempre travestido de um pseudo-progresso-autossustentável:

"Meia dúzia de carrascos movidos pela ambição
Tentaram matar o rio com indústrias na região
O povo da redondeza fez das tripas coração
A empresa criminosa bateu com a cara no chão"

Sempre que ouço novas investidas contra o “Panema” tenho vontade de armar uma esquadra de barcos-cheios-de-carrancas para espantar esses maus-espíritos-que-andam na região.
Mas aí há amigos que me garantem que a poesia e o canto dos violeiros são a melhor cruzada para mobilizar o povo e proteger o rio. De fato, a voz e a viola de Tião Carrero e Pardinho sempre se ouve em suas águas abençoadas:

"O rio Paranapanema é obra do Criador
É espelho das estrelas o mundo do pescador
No livro da natureza vai entrar mais um poema
Vamos cantar a beleza do rio Paranapanema
O rio Paranapanema deságua no Paraná
Mas toda a sua beleza deságua no meu cantar "

Inserida por CARLOSALVES17

SOBRE UM ONZE DE SETEMBRO

Era um onze de setembro
Nem mesmo Dante teria pintado inferno tão horrendo
Primeiro, os aviões do apocalipse
Depois , as explosões da morte
O fogaréu-do-juízo-final que se seguiu
Cessou a voz do cantor
Em seu lugar se ouviu o som e o lamento da profecia:

“Era Raquel chorando por seus filhos;
não querendo ser consolada,
pois eles já não existem mais."

Mataram os poetas e os profeta
Mataram o Salvador
Milhares seriam mortos depois...
Os anjos-da-morte haviam triunfado
Os "yankees" haviam hasteado suas bandeiras
Assim se desabou a arquitetura da liberdade...

Era o dia onze de setembro de 1973,
o Chile-país-irmão, chorava e enterrava seus filhos...

(PARA QUE NÃO NOS ESQUEÇAMOS DE NENHUM DOS HOLOCAUSTOS)

Inserida por CARLOSALVES17

Foi na época em que começou o inverno, aquela tarde que conversávamos sobre nossa primeira conversa, eu me vesti com aquela tua blusa e teu cheiro ainda estava nela.
Naquele dia, enquando tu tomavas teu café, tocou no rádio aquela canção, então você sorriu e disse que era exatamente a música que te fazias lembrar de mim... lembras?

"Esse frio me lembra a beleza do perfume daquela música, que falava sobre o gosto da saudade... "

Nem o tempo, a interpretação ou as palavras
mudarão o que isso significa

Inserida por bellerestel

Eu prefiro ficar com dúvidas sobre minhas certezas até que outros tenham certeza sobre minhas dúvidas.

Inserida por elenireller

Brilha a lua

Brilha a lua, sem saber brilhar,
A lua esconde seus cabelos
Sobre as ondas do mar
O vento sopra sobre as ondas
Pelo brilho do seu olhar
As nuvens encobrem o céu
Pomposas nuvens a dançar
A vida leva a lua
Sobre as fases do sonhar
E a lua sobre nuvens
Passa a vida a brilhar.
A lua descobre seus caminhos
E o tempo embala seu caminhar
A lua brilha
Sem saber brilhar
A lua esconde seus cabelos
Sobre as ondas do mar.

Inserida por kethlenevanzeler

Um momento de chuva

Caio sobre as casas, e em uma janela de luz fraca a vi. encolhida em um canto apagado, os olhos perdidos que jamais esqueci. Conheci sua história, suas dores e suas alegrias, por ela me apaixonei. Tristeza na noite, sua intensidade de sentir me tornou mais calmo para o seu coração ouvir... Escutei suas lamentações, suas canções no escuro, sua imensidão de medo, eu quis lhe dizer, menina, isso tudo é só a vida, algo que sempre vai acontecer...
Seu corpo tremia e eu quis lhe dizer, que se eu não fosse tão fria poderia tentar lhe aquecer. Ouvi os estrondos de minha fúria, raios brilhantes chocaram seus ouvidos frágeis, abraçava-se ainda mais.
Eu quis lhe dizer, menina, essa dor logo passa... Somente tenhas força para continuar!
Logo me vi passando, a tempestade estava prestes a acabar, me enchi de um pouco de sua dor, jamais a veria... Teria em meus sonhos a lembrança de sua imagem vazia. Gritei o mais alto que consegui, o som da fúria, abraçou teu corpo pequeno e tremulo mais uma vez, encolhendo-se.
Menina, eu caí numa pétala de flor pequena, que desabrocha como sua esperança de reviver.
Abra seus olhos, menina, pois eu adoraria saber a cor dos teus olhos, tamanha é minha dor, pois sou chuva, sou forte, mas não sou maior que minha dor.
Minha única verdade é que espero pelo dia em que em teu rosto minhas gotas irão tocar. Minha única lembrança é a noite fria em que te vi chorar, linda menina, que em tão poucos segundos me fez o momento mais feliz.

Inserida por danielafilipini

Há duas verdades sobre o amor, ame e não ame

Inserida por rodrigofurla

O poder que o dinheiro exerce sobre as pessoas é tão grande que elas acabam se esquecendo do que elas proprias dizem!!!!

Inserida por Ruyz

SOBRE DEUS E O DIABO NUM REPIQUE DA VIOLA


Foi Guimarães Rosa quem melhor descreveu... Foi Glauber Rocha quem melhor encenou... Mas foi a dupla Edu Lobo e Capinam quem melhor cantou a trama acima.
Tudo está codificado em poucas palavras na canção “Viola fora de moda”, um mantra bem aos moldes-mágicos da literatura surrealista. Nela, o “Tinhoso”, debochado, apresenta-se para tentar fazer um pacto com um violeiro infeliz. Esse violeiro é uma metáfora de nós mesmos na dança da vida.
Veja a releitura que, tirando as alparcas dos pés, arrisco a fazer:

“Moda de viola”

Moda de viola é o espaço artístico/religioso onde sempre há pelejas místicas entre Deus e o “Cão”. Disso sabem muito bem os violeiros que , no sertão do Urucuia, entre um benzimento e outro, vivem proclamando nas noites de lua cheia: “Bom violeiro ou vem de Deus ou vem do “Demo”.

“De um cego infeliz podre na raiz, ah, ah”

A canção é um lamento “de profundis” que brota de uma alma que se sente relegada ao Hades-da-condição-humana. O violeiro é cego, infeliz e podre na raiz. Mas, apesar do inferno da inutilidade, ele ainda canta, nem que para isso precise ouvir um eco de sarcasmo-sepulcral: “ah, ah”! Violeiro não vive só de amor e comédia. Ele tira versos da tragédia que o amarga nos dramas históricos. Faz coro com Nietzsche: ”Amo aqueles que não sabem viver a não ser como os que sucumbem..."

“Vivo sem futuro, num lugar escuro, e o diabo diz, ah, ah”

Nos porões da existência, esse assum-preto-sub-homem, escancara a sua falta de perspectiva. Mais..., tem que ver cara-a-cara o responsável direto pela situação: o “Bode-preto”, que, não bastasse ser o causador da infelicidade, deixa a dor ainda mais cruel por continuar a soltar sua ironia-de-penumbra-dantesca ao final da frase melódica: “ah, ah”!...
No livro sagrado de Jó, o “Cujo” aparece como um ministro do primeiro escalão de Deus, responsável pelo “controle de qualidade do criador”. Parece que aqui o caso é semelhante.

“Disso eu me encarrego, moda de viola não dá luz a cego, ah, ah!”

No auge da moda aparece o nó da trama bem à moda roseana: a possibilidade de um pacto com o “Gramulhão”. A frase “disso eu me encarrego” é um eco das palavras apresentadas a Jesus: “Tudo isso te darei se prostrado me adorares”. Aqui o “Coisa-ruim” subestima o instrumento sagrado do moribundo dizendo que ela não dá luz a cego. Era como se dissesse, “jogue fora tua viola e vem comigo” . E ainda continua impingindo-lhe a gargalhada-da-desgraça: “ah, ah”...!
Seguem acordes sem palavras...
Conclusões inconclusas:

Amigo violeiro: Não acredite no “Tristonho”. Ele é o pai da mentira! São Gonçalo o espantou. Para isso não usou a cortante espada de São Jorge, mas o poder exorcizante de seus acordes-rio-acima-e-celestiais. Uma viola bem tocada vale por duas rezas!
Agüenta aí cantador! Está escrito nas veredas do Grande Sertão: “Deus é paciência; o contrário é o diabo”. Lembre de outro musicante que, fazendo caminho , cantarolava: “Faz escuro, mas eu canto porque amanhã vai ser bom”.
Saiba que nos ponteios da vida, o "Todo Poderoso" não tem concorrente. Portanto faça o “Oculto” picar a mula repicando a viola, mesmo que ela seja como a minha, assim, fora de moda!

Inserida por CARLOSALVES17

Não adianta mudar de vida, pois o seu caixão será sobre medida

Inserida por VitorTeoria

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