Céus

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⁠O amor de Deus é capaz de adentrar nos altos céus e nas profundezas do mar, a fim de resgatar um filho perdido, arruinado e destruído.

Inserida por francisneyliberato

⁠Chuva de ternura

Aurora de rara beleza
Alvorecer de deusa
Risca os céus da Capital
Do Amor fraterno
Traz esperança e felicidades
Aos pássaros e nessa
Gente de bom coração
Pingos d’águas
Fazem ecoar o som
De impactos na terra
Imaginações férteis
Viajam nas tenras
Saudades de outrora
Aguçando o viés poético
Do Menino do Mucuri

Inserida por JBP2023

⁠SUPERLUA

Agora, exatamente
Um convite
Para rara beleza
A riscar os céus
Um colorido exuberante
Estilhaços de luminosidade
Lua cheia de raridades
Para os corações apaixonados
Um firme arrebol desenhado
Nas longínquas montanhas
De desejos e emoções
Curta distância entre o belo
E a raridade, o lirismo
O encanto inesquecível
A despertar a alma gêmea
Doçuras da vida
Um olhar umedecido
Cores do espetáculo
Néctar do prazer
Da SuperLua que reaparece
Desde a Carta dos Direitos
Humanos de 1948
Órbita nas proximidades
Da terra a extasiar
Os corações apaixonados
Convite para o renascer
Da ternura que brota
Do âmago do verdadeiro
E contumaz AMOR

Inserida por JBP2023

⁠Título: "Sons da Eterna Melancolia"

Capítulo 1: "Queda dos Céus e Caminhos Sem Destino"

Desde a concepção do mundo, tornei-me uma humilde serva, condenada a vagar pela Terra após o cataclismo divino. Minha existência, agora testemunha silente das intricadas complexidades humanas, é um doloroso eco do que já fui. Ironicamente, em meio à grandiosa guerra celestial, eu era apenas um anjo, uma figura sem voz.
Minha posição pairava na nebulosidade, sem um compromisso político definido. Eu permaneci no epicentro da batalha celeste mais ardente já travada.
No entanto, como reza o provérbio, "o inferno guarda seu calor mais intenso para aqueles que ficam em cima do muro". Não me aprofundarei nesse assunto, pois o desfecho é familiar a todos.
Em minha defesa, eu me limitava a observar. Não tomei partido, não emiti opiniões, evitando perturbações. Eu era o anjo encarregado da limpeza celestial, uma espécie de zeladora cósmica, incumbida de manter a ordem e o esplendor. O céu costumava ser um paraíso radiante, repleto de júbilo, e ali eu era acolhida com benevolência. Anseio por aquela serenidade outra vez.
Minha vida celestial ecoava harmonia, permeada por laços e risos. O canto e a dança eram minhas paixões, chegando a almejar ser uma cantora. Evitava conflitos, afinal, por que buscar discórdias quando a busca pelo deleite era meu anseio? Entretanto, hoje percebo que não tomar partido é, de fato, escolher o fracasso.
O tributo por essa indecisão foi exorbitante. Fui exilada, junto aos anjos caídos, uma punição que jamais antevi. O processo foi doloroso, minha luminosidade esvanecendo e meu ser se partindo em agonia. Supliquei por clemência, embora soubesse que meu Criador jamais me escutaria novamente. A queda foi uma jornada tortuosa, pontuada por cometas e congêneres condenados.
A Terra se aproximava, ponto de virada naquela contenda e em minha própria sentença. Não era o inferno, mas sim uma terra gélida, onde meus irmãos caídos e eu nos reunimos antes de sermos arrastados ao abismo real. Despencamos como meteoros em uma paisagem desconhecida, chorando lágrimas celestiais durante horas a fio.
Minha punição divina era justa. Não nutria orgulho por minha nova função, embora ela fosse imprescindível. Eu carregava o fardo de coletar almas conforme a lista ditava, sem alternativa, sem juízo. Dias de descanso eram raros momentos de paz, quando buscava refúgio em ilhas paradisíacas para vislumbrar algum alento.

Capítulo 2: "A Melancolia na Vida Humana"

No âmago de uma alma atormentada, travava-se uma batalha incessante contra a pressão de manter dois empregos extenuantes. A busca por uma fuga era constante, porém ilusória. Essa alma parecia tentar se libertar do próprio ser, mas suas tentativas só ampliavam o sofrimento que a abraçava. Como uma sombra onipresente, a tristeza pairava sobre ela, imutável.
A ideia da morte surgia como uma alternativa incerta e perigosa. No entanto, havia o reconhecimento de que esse não seria um veredito definitivo para os tormentos. O mistério do desconhecido aguardava do outro lado, uma incógnita que aprisionava sua mente.
Enquanto o universo aparentemente conspirava para mantê-la viva, ela mergulhava cada vez mais em um abismo de desespero. Tudo à sua volta carecia de significado, incapaz de trazer um vislumbre de alegria. Cada esforço parecia fadado à inutilidade, e qualquer riso se tornava uma frágil máscara. Seus olhos eram narradores silenciosos de uma tristeza indescritível.
A busca por ajuda se manifestava através de consultas a psicólogos e médicos, numa tentativa de aliviar a solidão e a angústia que a consumiam. Eu, a Morte, presenciava esses esforços, sentindo uma compaixão impotente e desejando aliviar seu sofrimento de alguma maneira.
As memórias do passado eram como cicatrizes invisíveis, profundamente enraizadas desde a infância. Lembro-me dela aos oito anos, lágrimas derramadas pela falta dos materiais necessários para uma tarefa escolar. Era uma tristeza profunda e incompreensível, uma expressão de sua dificuldade em comunicar seus sentimentos.
Criada numa família religiosa, imersa em regras rígidas, ela cresceu em isolamento, sem verdadeiros amigos. A religião, em vez de trazer conforto, instilou medo e exclusão. As restrições impostas por uma mãe que sofria de depressão sufocaram sua habilidade de se relacionar com o mundo exterior.
Seus pais, imersos na fé, privaram-na de uma infância convencional. A falta de brinquedos e a ausência de conexões sociais a mantiveram distante da alegria que uma criança merece. Enquanto eu observava sua trajetória, a Morte, questionava o fardo que ela carregava e quem deveria suportar a culpa.
E assim, ela vagava, a melancolia a seguindo como uma sombra leal. Mesmo em suas tentativas de distração, a tristeza sempre a alcançava. As feridas da infância não curadas, os traumas persistentes, continuavam a sangrar. E mesmo eu, com todo o meu poder, era impotente para salvar essa alma atormentada.
Capítulo 3i: "O Peso Invisível do Passado"
O vazio que crescia dentro dela era um buraco negro, absorvendo qualquer lampejo de esperança ou alegria. Cada tentativa de preenchê-lo resultava em frustração. Mesmo as buscas por prazer e distração eram efêmeras, pois a tristeza sempre retornava, fiel à sua constante companhia.
Talvez tenha sido a busca pelo divino que a orientou. Ela enxergava na espiritualidade uma possível cura, mas até mesmo suas preces pareciam ecoar vazias. Seu desejo por um Deus que a escutasse era um apelo silencioso por alívio, porém a solidão persistia.
Sua jornada tumultuada pela vida refletia-se em minha presença, testemunhando cada momento de sofrimento silencioso. Eu, a Morte, era uma testemunha sombria, incapaz de intervir no tormento que a consumia. Sentava-me ao seu lado, enxugando lágrimas invisíveis, sentindo a agitação de sua alma.
Lembro-me de seu sorriso forçado, uma tentativa de esconder o desespero que transparecia em seus olhos. Ela travava batalhas internas, enfrentando inimigos invisíveis que minavam sua força. Ansiava por compreender os segredos que a corroíam, por conhecer os medos que a assombravam.
Sua infância fora maculada pelo isolamento imposto pela fé. O ambiente doméstico, dominado pela religião de sua mãe, erigia barreiras que sufocavam qualquer exploração do mundo exterior. A religião, que deveria trazer consolo, transformou-se em uma fonte de angústia. Os temores do inferno incutidos por seus pais formaram um labirinto de ansiedade.
À medida que ela amadurecia, a dor não resolvida se transformava em uma presença constante, um fardo emocional cada vez mais difícil de suportar. Seus sorrisos, suas tentativas de interação, eram máscaras que ocultavam sua verdadeira aflição.
Observando-a, eu, a Morte, ansiava de alguma forma libertá-la do abismo em que estava imersa. Contudo, como uma espectadora impotente, eu não podia intervir. A tristeza dela se misturava à minha própria, criando uma conexão inexplicável.

"Ecos da Eternidade"
A trama da vida e da melancolia se entrelaçava, cada momento de desespero ecoando através das eras. Ela era uma alma perdida, uma narrativa triste que parecia não encontrar um desfecho. A cada suspiro, a cada lágrima, ela prosseguia em busca de uma saída da escuridão que a envolvia.
Eu, a Morte, permanecia a seu lado em sua jornada, testemunhando sua luta silenciosa. Cada capítulo de sua vida era uma página manchada de dor, uma busca incessante por alívio que parecia inalcançável. Mas quem, afinal, poderia resgatar essa alma atormentada? A resposta, talvez, estivesse enterrada nas profundezas de sua própria jornada.

Inserida por Ardiani

⁠Sabemos, como espíritas, que o reino dos céus equivale ao mundo dos Espíritos perfeitos, muito distante de onde estamos hoje. Há muito a percorrer e essa trilha passa por várias reencarnações, muitas das quais se realizará neste mundo onde estamos agora, em situações diversas. O que temos certeza é de que nada acontece por acaso: nem o sofrimento, nem a alegria. Tudo tem uma razão de ser e, tendo fé em Deus, sabemos que há plena justiça.

Abel Glaser e Adriana Glaser pelo Espírito Cairbar Schutel
Velhice: fase de regeneração do espírito. Matão: Casa Editora O Clarim, 2021.
Inserida por RaphaelaB

Quando medito imagino que debaixo dos céus
uma chuva fresquinha vem refrescar meus pensamentos
e acariciar meus sonhos

Inserida por andresaut

Satanás habitou os céus! Então não se iluda com palavras boas.

Inserida por israellopess

Os anjos nos céus tocam suas harpas quando seu nome soa em meus ouvidos💕

Inserida por LucianosilvaUFSB

⁠24/02/2021

Bem sei eu senhor, que somente os céus pode frustrar as armadilhas infernais, oh pai, oh Jesus, oh altíssimo, cruz santa, Cristo amado, sinceramente vendo o ódio diabólico agir, a bagunça terrena, a ganância do homem, o mundo com seu gemido, os ossos da humanidade aflitos, a intolerância pelo próximo, a indiferença entre raças e condição social, todo parâmetro de desigualdade ferindo tua criação, a dureza de coração causando desobediência, é verdade, o mundo está rebelde e dominado pelo maligno, assim diz a tua palavra oh altíssimo, até parece que, dá se a impressão que fomos abandonados pela tua misericórdia, forte isso, mas o poder da fé, onde a perseverança aliada a esperança nos enche cotidianamente, sim, faz nos saber que a presença do altíssimo não cessou, és presente e real, contudo possui tua maneira singular de agir, segundo teu entendimento, tua vontade e tua expressão de amor e justiça.
Ainda que por momento calou se o céu, tenho certeza que motiva se para inclinar se os ouvidos, se talvez não há reação, é que depende de nossas ações, eu senhor, eu altíssimo, desprovido da tua profundidade, manco de conhecimento, elevo te essa minha maneira peculiar, traduzo meu pensar e sentir, coloco minha mente e meu coração a tua disposição, escrevendo é que expresso meu temor, eu temo que seja eu desprezado, porém a ti me humilho e suplico, tens piedade dessa geração humilhada, rejeitada, injustiçada, abandonada, use da tua imensa misericórdia, restaure e reconstrua vidas, vidas que somente se erguerão e se alicerçarão se estiver sob o comando do construtor do universo, perdoe me ousar dizer sobre impressão e dar vazão a satanás, ele é cheio de astúcia e libertinagem, contudo és altíssimo, oh amado Jesus, nossa fonte de confiança, certeza que podemos continuar a bater à porta, buscar a ti, chamar pelo teu santo nome, incline para estas palavras, clamor, oração, digno de toda honra e glória, és a providência do necessitado, és a luz que necessita nossos caminhos, és indescritivelmente uma imensidão incalculável, és o amado Jesus a chave, e nosso ponto de apoio, sabendo que és infinito, dá nos aos menos experimentar de tuas migalhas, que sei serás transbordante, do teu SANTO ESPÍRITO, que falo e buscamos, o mover da tua presença em nós.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Temos uma vista de uma obra de arte ao olhar aos céus
O quão lindo podes ser?
Até aonde podes chegar?
As vezes só queria ser um pássaro
Pra poder te tocar ..

Inserida por Rafaotaku

⁠ Sete anjos me saudaram...
Sete dias me disseram.
Sete respostas avaliaram.
Sete céus me mostraram...
Sete anos me revelaram.
Sete profecias me decifraram.
Sete intuições dissiparam, feito nuvens de algodão.

Inserida por dalainilton

A música é que encanta os céus e a terra.
Deve ser por isso que Deus atribui essa tarefa aos "anjos serafins".
A música é eternal, tão boa é que existe no céu e transborda na terra.
É um elo de ligação, mítico, profundo de Deus e sua criação.
A música é a vibração da vida.
E a vida será sempre uma melodia, a cada dia em composição...

Inserida por KatianaSantiago

54. Disse Jesus: Felizes os pobres, porque deles é o Reino dos céus.

Inserida por PensandoComOCoracao

54. Disse Jesus: Felizes os pobres, porque deles é o Reino dos céus.

Que pobres são estes que são felizes por serem merecedores do Reino do Céus? Certamente não está se referindo a pessoas que não têm patrimônio algum. Tenho observado que o simples fato de ser pobre não significa ser santo. Em termos espirituais tanto pobres como ricos podem ser bons ou maus. A mesquinhez pode ser encontrada em todo segmento social. Nos ricos, por baixo do verniz que dá brilho, encontramos a rústica madeira da mesquinhez, enquanto nos pobres essa madeira já pode ser encontrada desprovida de verniz. Ambos são maus. Acredito que Jesus quando se refere a pobre esteja a se referir a uma pessoa desapegada dos bens materiais. E essa pessoa tanto pode ser pobre como rica. Os pobres no meu entender são aquelas pessoas que lutam pelo ser e não pelo ter.

Inserida por PensandoComOCoracao

"E foi por distribuir sorrisos doces e gratuitos que os céus lhe enviaram bênçãos sem preço...".

Inserida por lavinialins

Deus move céus e terras para que nos mantenhamos inertes em Sua vontade!

Inserida por magnusmaciel

Entre arranha-ceus e casebres
Construções que se repetem
Os dias sequem meio assim

Inserida por ChaeneGama

Não é porque qualquer um diz que 'te ama' que significa dizer que ele moveria céus e terra por você. Longe disso.

Inserida por AnneA

Se tiver que me dar uma aliança, que seja dos céus...
Aquela abençoada pelos anjos, com o sopro divino, o brilho do sol e a suavidade da lua.
Essa sim, nem todos verão, mas com certeza terá mais validade, mais amor, e um pouco mais de nós!

Inserida por vanhaas

Quando eu
olho nos teus olhos
vejo todas
as razões do porque
Minha vida vale mil céus
Você é o amor mais
simples que já conheci
e o mais
puro que eu terei
Não, você
nunca ficará sozinha...
Minha Baby você
É a razão de eu conseguir
voar...
E por causa de você
Eu não tenho que querer
saber o porque.
Minha Baby
Não há mais nada,
apenas começar perto
Você é a razão
para eu me sentir vivo...

Inserida por meusversos13