Carta a um Amigo Detento

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⁠Talvez seja a última vez que iremos nós falar ou talvez não, ninguém sabe, eu tava lendo um livro e lembrei de você e de todas as vezes quê ficamos até tarde nós falando, aqueles momentos foram os melhores da minha vida talvez pra você foi só uma noite qualquer conversando com uma pessoa qualquer, as vezes não sei nem explicar a grandeza do meu amor por você, acho que nunca senti algo assim por alguém, tô falando nada com nada né jkkkk. A..... eu te amo muito, muito mesmo.
eu não vou falar mais nada pq estou muito sentimental e vou acabar chorando, enfim, lhe amo




é assim eu disse pra ela, uma completa idiota eu

Inserida por BrunaMikaelly

⁠Não cabe dentro do peito, transborda a emoção, é um sentimento perfeito, maravilhosa comunhão, a alegria surge de um jeito que logo as lágrimas caem no chão.

Que preparação gloriosa, essa é a obra de Deus, cresce de forma estrondosa completando o número dos seus, a noiva adornada e formosa é a glória do eterno Deus

O Espírito Santo presente, movimenta-se pelas partículas do ar, a gente então logo sente e em novas línguas começa falar, é a promessa dada ao crente, lá do céu onde vamos morar
18/02/22

Inserida por GABRIELBRANDAO

⁠KNOCK, KNOCK, KNOCKING
.
.
Um dia, bati à porta do Castelo:
– Lamento, mas fui eu !!
Fui eu que venci o Dragão
Que atravessei abismos
Que enfrentei estrelas
Que derrubei destinos...
.
Mas a princesa esperava olhos verdes
Cabelos claros e músculos azuis
Cuidadosamente retorcidos na Academia
.
Esperava, ademais,
(pois isso confessou a uma das alcoviteiras)
um príncipe habilidoso
que a contorcesse na cama
.
[ – Mas porque não eu,
se também tenho meus truques?
Posso não ter dormido com princesas,
Mas levei camponesas às nuvens]
.
Tudo isso lhe disse, marejado
Enquanto lhe oferecia em brinde
– um cálice de Santo Graal
.
Por fim, mostrei-lhe um colar de pérolas
feito com olhos arrancados a doze dragões
[queria ofertá-los a ti]
.
.
Tudo em vão ...
.
.
A Princesa dormia
e sonhava príncipes ...
.
.
[publicado em Entrelinhas, vol.13, n.2, 2021]

Inserida por joseassun

⁠FORA DA REALIDADE
Vivemos em uma realidade contida,
Em um lugar de alucinações contínuas,,
Onde a mente se priva da vida.
Nada faz sentido, é uma prisão inabitável,
Nem loucos se arriscariam
Em chegar perto dessa ilha.
Diversos enigmas não solucionáveis
Faz que o homem seja vulnerável,
Não aceitando seus erros, acaba sofrendo
Com seu passado.
Entre tantas palavras, ouvia as mentiras
Mais faladas, era um mundo de histórias mal contadas. Ao contrário da realidade é um espaço de coisas inventadas.

Inserida por RayAguiar1

⁠[A HISTÓRIA ESTUDA A HISTÓRIA]


A História (ou Historiografia) é um dos poucos campos de saber cujo nome da própria disciplina coincide diretamente com aquilo que ela estuda. A História estuda a história. A Astronomia estuda os objetos celestes de todos os tipos, em suas múltiplas relações; a Biologia estuda a ampla diversidade de seres vivos e seus modos de existência; o Direito estuda tudo aquilo que diz respeito às leis e à organização dos sistemas jurídicos. Mas a História estuda a própria história. Ou seja: por um lado. História é o nome de uma disciplina ou campo de saber; e por outro lado a história é um objeto (ou mesmo um universo) a ser estudado: é o conjunto de processos, acontecimentos e sociedades que já existiram ou se manifestaram até hoje no tempo. Todos nós estamos literalmente mergulhados na história, pois ela vai se desenrolando no tempo através de um devir sem fim que nos arrasta junto às sociedades nas quais vivemos. Mas parte desta história – quando temos fontes e outros recursos para acessá-la de alguma maneira – pode ser estudada mais sistematicamente por uma ciência específica que também é chamada de História. Alternativamente – um pouco para evitar a confusão entre os dois diferentes significados impostos pela relação entre História e história – podemos chamar a História também de Historiografia (“escrita da História”).


[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. "História e Historiografia: todas as relações possíveis" In A Historiografia como Fonte Histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.16].

Inserida por joseassun

⁠⿻ꦿꪳ❥🌼✩༘͜͡ {tempestade}𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐈𝐗

Você faz o meu sangue ferver
Como um vulcão em erupção
Suas aparições são como assombrações
Você faz a minha pele queimar
Como uma queimadura de terceiro grau
Você me enche de esperanças e expectativas quando eu não deveria ter nenhuma
Minha mente espuma de raiva
E pensar que você me fazia me sentir viva
Quando na realidade você estava me matando
E eu achando que era amor de verdade
Você dizia que eu era uma beldade
Uma divindade
Eu era sua para você me manipular
Mas e você? era meu?
Eu estou prestes a cortar essa linha invisível que nos une
Está na hora de encerrar essa história
Que assim como várias
Não teve um final feliz
Essa memória que por um triz quase me condenou.

Inserida por Juniper

⁠ꔷ㆒᮫ᨗ⸼݇҉ֻ᠂⃟ 🍓᪶֯𖦹 ៸៸{ingenuidade} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐈𝐈𝐈

Olha o que nos tornamos
Olha o que causamos um no outro
Agora fingimos que nem nos conhecemos
Antes éramos amigos
Até que decidimos nos apaixonar
Mas tudo começou a desmoronar
E agora nos tornamos dois estranhos
E agora eu vejo o tamanho do buraco que você deixou
Me queima, me consome
Uma dor imensa sem nome
Como se chama? Saudade? Ansiedade? Nenhum dos dois
Apenas ingenuidade de minha parte
Ter acreditado em suas palavras
Que eu acreditava serem carregadas de sentimentos
Mas eram palavras vazias.

Inserida por Juniper

⁠✦ːꦿ ۫۫̌͜🍉ཷꦿ⃘⃜꙰⇥{meu Romeu}𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐕𝐈𝐈

Você parece que saiu de um sonho
Eu não consigo acreditar em o que os meus olhos vêem
Eu me envergonho de lembrar que você está tão perto
Mas ao mesmo tempo tão longe
E começa a ficar fora do meu alcance
Eu quero ter a chance de mostrar o meu mundo
Em um segundo seremos amigos
Mas em segundos depois seremos o abrigo um do outro
Contigo desejo ser feliz
E eu prometo dedicar poemas que eu mesma fiz
Enquanto a insônia atacava
De tanto que pensei em nós dois.

Inserida por Juniper

⁠🌻⃤·࣪꒺˖݊.⁤⁕◍໋᪶۫࿐𖧵ֹֺֽ໋໋݊{ᴜᴍ ɴᴏᴠᴏ ᴏʟʜᴀʀ} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐗𝐈𝐗

Um novo olhar
Que tem a capacidade de domar os demônios que carrego
Um novo olhar
Que tem tem o poder de acalmar a minha alma
Tecer o que está descosturado dentro do meu coração
Como eu gostaria de entrelaçar nossos dedos novamente
Assim como eu gostaria de poder rever esse olhar novamente
Por favor faça hibernar o que há de ruim dentro de mim
E volte a me abraçar como só você faz
E só assim restituirás o que perdi.

Inserida por Juniper

⁠꒰₊·݊🌻⿻{meu novo amor} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐋𝐈𝐈𝐈

Ele pode não ser um príncipe bonito que chegou de cavalo para me salvar
Mas ele sabe tocar a minha alma como nenhuma outra pessoa faz
Há nobreza no coração de ouro dele
Habita um sonho de conquistar o mundo e mudar a realidade
Sua bondade e sua lealdade é algo que merece ser ressaltado
Seus cabelos negros são lindos como a noite mais escura e sem estrelas
Sua pele levemente avermelhada lembra as folhas caídas na estão de outono
Seu olhar sincero tem o poder de deixar meus demônios hipnotizados e adormecidos
Ele é o sonho que eu sempre quis ter sonhado
Ele é o tudo e o meu suficiente
Hoje e sempre.

Inserida por Juniper

Às vezes me pego pensando em nós... os nós que nos unia...
Um nós que tinha planos - um nós que eu queria - um nós de uma hipótese - mas fico agora com a concretude do dia que te senti por um instante mágico e depois se desatou... se foi...
E tem ido a cada segundo pelo orifício de uma ampulheta que nos afasta a cada grão de segundo...
Alba Atróz

Inserida por AlbaAtroz

⁠um poeta não sabe chorar
um poeta não sabe demonstrar
um poeta não sabe falar
o poeta só sabe escrever
quer saber o que um poeta esta pensando?
seus poemas deve ler
pois somente lá ele sabe viver
é onde seus sentimentos conseguem transbordar
um poeta é saber por palavras mostrar
tudo aquilo que gostaria de falar
um poeta é conseguir escrever
tudo aquilo que gostaria de saber
ou para fora botar
um poeta tudo sabe guardar
mas ao mesmo tempo
nada consegue esconder
pois todos conseguem o ler
pois seus poemas mostra
tudo que queria guardar
sem ninguém nunca imaginar

Inserida por cynthiamartins124

⁠O ARQUEÓLOGO
.
.
Foi quando vi, entre as pedras reviradas,
Um dedal de bronze.
De imediato, em meu ombro esquerdo,
Senti um toque suave.
Hesitantes e tímidos, mas afetuosos,
Os dedos oscilavam entre me chamar e acariciar.
Virei meu rosto, devagar,
Como quem não quer assustar
Um pássaro-criança.
E ali estava ela:
Linda e sorridente como uma camponesa
Que acaba de compreender seus ciclos.
Ela me tomou o dedal das mãos e correu
Feliz pela estrada que agora eu via,
A inaugurar o chão.
;
Tentando persegui-la, meus olhos deslizaram
E no lado esquerdo da trilha, vi uma ponta de sílex
Branca, polida, afiada
Feita de engenho, audácia e malícia.
Revirando a terra, ali estava a lança
E um som de guerra ecoava em meus ouvidos.
Cem mil shivas dançavam ao redor do fogo!
Um pequeno mundo estava por ruir:
Não ficou pedra polida sobre pedra lascada.
Duas bonecas sobrevivem – esquecidas ao rés do chão –
Junto às ruínas de um grande templo.
.
;
Mais eis que tudo se renova
Sem lugar sereno, sem aflição
.
O som, ritmado e envolvente, trouxe todos de uma vez:
Uma cidade se erguera, em torno da celebração!
Sacerdotes, virgens em transe, homens e mulheres
De todas as profissões.
A forja do ferreiro, a parteira de novas vidas,
O comerciante de idas e vindas – o vinho, o incenso, o pão!
O príncipe perante as classes,
Os pescadores e agricultores, a dama de amaranto
Exercendo a profissão...
.
Um jogo! Antepassado dos tabuleiros
Onde as pretas confrontam as brancas.
Eu vi os jogadores!
Olhavam-se friamente, com raiva e cálculo,
Aos passos e contrapassos, moviam os dedos, entre as peças
E um deles deixou um pedaço de unha
Preso na borda de um peão
.
Antes de saber o final da partida,
Os destinos de cada peça
Se dissiparam
Como a fumaça,
Que agora, preso à teia de sempre olhar,
Vejo sair da cabana, como uma aranha
.
.
Anoto tudo,
com paciência e assombro...

Inserida por joseassun

⁠UM HOMEM OLHANDO A SUA PRÓPRIA MORTE


Longe, o mundo se desfaz
Em cores, não há mais
A confusão repousa
O Universo era demais
.
Toda espécie de vida
Generalizou-se na morte
Toda diferença de outrora
A si mesma subtrai
.
Resta apena o nulo
Sem cor, talvez escuro
Resta apenas a dor
De não se ter mais dores
E a tênue liberdade
De não haver mais muro
.
Então é assim?
Diz a impiedosa pergunta
Que não mais se satisfaz
Então é assim...
Pulsa prá sempre a resposta
Que repousa no jamais



[publicado em Terceira Margem, vol.25, nº45, 2001]



.

Inserida por joseassun


CRÔNICA, PAIXÃO PELA ESCRITA.
Escrever é um exercício de amor ou quase santidade. E, como os apaixonados nossas criações faz despertar o egocentrismo intrínseco ao ser.
Todos os textos que escrevo, sempre imagino que as pessoas assim como eu, também vão gostar e admirar. E no intuito de mensurar essa ideia, eu quase sempre peço a opinião dos meus próximos que na maioria das vezes, minimiza com a deprimente frase.
- Eh! Mais ou menos. [Com uma discreta torcida no nariz]. Claro, ninguém é obrigado a gosta do que eu gosto ou faço.
Mas não é de se negar que diante de tamanha afirmativa, não role certo desanimo. ai a gente coloca aquele textinho de molho em um “balde de água fria” Mas como toda mãe e todo pai nunca vai aceitar que seu filho seja feio ou imprestável. Logo o abraçamos oferecendo-lhe o calor do sentimento.
- E ai, fazemos novas leituras, colocamos a quarar no anil.
- E outras e outras leituras, para podermos expô-lo Como diria Graciliano Ramos.
- E só após, postamos para o veredito social.
- Transbordando-nos de curiosidade para saber qual vai ser a aceitação daquela obra.
- Nos tornando uma capsula de ansiedade e esperança.
E ante uma diversidade de opiniões, eis que surge uma alma que se reconhece ali naquele texto, e se declara admirador do autor, mesmo sem nunca tê-lo visto. Talvez fosse um gesto saudosista ou um instante de ínfima lucidez.
- Mas no cotidiano do autor é inexoravelmente o êxtase.
- O condimento para seguir sua caminhada com esmero e carinho.
E então se conclui que o ato da escrita é quase um sentimento de santidade. É como fazer Hamlet lá 1956, com câmeras pesadíssimas sem VT, sem cores, sem nada. Só paixão e raça.
E somente por amor verdadeiro nos propomos a escrever em uma nação em que não se prima pela leitura crítica e pensante.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Esses dias navegando pela internet me deparei com um vídeo de um grande filosofo enaltecendo a vida. Realmente a vida deve ser incrível de viver, tantas possibilidades quantas oportunidades, mas a reflexão que fica; "tudo que queremos nos podemos ter? Basta querer, se esforçar , estudar e trabalhar? NÃO!!!
Infelizmente para mim, é mais que isso... é a mente, deveríamos ter um bom acompanhamento psicológico, a mente cansada não te ajuda, é fácil falar sobre a zona de conforto, até sair dela nos conseguimos, mas não é garantia de vitória.
Estou na grande luta do desenvolvimento humano, preciso alcançar a "Lua", é doloroso, mas estarei mentindo que por uma fração de segundos eu parar e preferir a morte, não por ser covarde ou fraca, mas sei que no mundo desconhecido estarei em paz, e se não tiver paz???

Inserida por Ardiani

⁠A pior coisa é você confiar um segredo a alguém e ela além de sair contando ainda te diz "Aí o que que tem contar?!".
Aprenda uma coisa se ela confiou a você algo dela e pediu para você NÃO contar então quem irá julgar e decidir se deve ou não contar o segredo DELA a outros é ela e não você, pois só ela sabe das implicações disso se espalhar ou não, do contrário não tinha pedido para não contar e se tivesse que contar ela mesma contava. Isso que você faz é fofoca e traição.

Inserida por alexcgms

Um certo cesto

Há um gigante, deixando sua assinatura, suas mãos e dedos estão entrelaçando fortemente o mundo, que está prestes a sufocar, suas ações e atitudes envergonham até o mais malvado dos sórdidos, elas passam desapercebidas, mais, seu impacto é devastador, ele é solitário, silêncioso, perspicaz, sorrateiro e paciente. Em seu tempo, será que tem nome? De cima de sua altura, ele avista um cesto e sem escrúpulos ele desdenha do que lá vê. Um papel rabiscado de vermelho, lutando para sobreviver e soletrando misericórdia, um pequeno e miserável pedaço de pano verde, gritando por compaixão e esperança, e lá bem no fundo, bem no fundo, a enfraquecida e solitária fita branca, implorando por AMOR e PAZ.

Inserida por Geulifelove

⁠Onde encontro minha essência.
Há a verdadeira razão de um encontro.

Aprendi a viver de valores, não de poses.
A sorrir sem vergonha de ser inteiramente o momento.
A caminhar com contribuição, para partilhar momentos e não divisão.
A vibrar cada conquista com toda a empolgação.
A ser simples na verdadeira razão,do encontro e da alegria natural que há em cada segundo vivido.

Inserida por meiraanalice

Que lindo, tem um tempo que não escrevo por aqui, na verdade eu estava me preparando pra voltar ao normal. A mulher que ver a vida de outras formas e cores. É lindo descobrir que tem vida, depois de todo esse turbilhão. Estou feliz em saber que apesar de tudo, ainda existe brilho nos meus olhos.
Eita mulher chegou a hora de recomeçar, seja leve, seja você. Pois a melhor forma de viver é saber que está vivendo, e sim flutuando numa correnteza de sentimentos que te levam pra um lugar lindo e calmo. ⁠

Inserida por DaniBrutus