Carne
Gigantes Depois do dilúvio (Teoria)
21 E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem.
22 Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.
23 Assim foi destruído todo o ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.
24 E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinquenta dias. Gênesis 7:21-24
Há uma teoria, que não é descabida, que ao Dilúvio morreu todos os seres com folgo. Folgo (de respiração) exceto os seres que estavam na água ( incluindo 4 Nelfilins que eram anjos caídos, que segundo alguém disse, poderiam respirar na água). Mas estes seres, segundo mitologia Egípcia e Babilónica (teriam sobrevivido ao Dilúvio, porque pois tinham pulmões de peixes). Diz o mito, que estes seres vivos, depois do dilúvio continuaram a viver.
Então foram estes que fundaram as nações do Egito e da Babilónia (este mito existe na mitologia do Egito e da Babilónia).
E assim deram origem aos gigantes Depois do dilúvio.
E a todos os nelfilins depois do Dilúvio. Isto é uma teoria. Nada de concreto. O que é certo é que a Bíblia diz que depois do Dilúvio há gigantes. Está teoria não é descabida. São estes seres que estão presos junto ao rio Eufrates. Serão soltos depois no tempo final em Apocalipse. Cuidado isto é uma teoria, mas realmente com algum sentido.
Cicatrizes são poemas, que a vida nos dedica, entalhando em nossa carne versos inesquecíveis, para recordarmos que o sofrimento ensina e a dor, é poesia.
A carne, o sangue e a mamata,
O alvará e a demência implantada,
Simulada a existência pacata,
Empurrão pra masmorra maquiada.
Enquanto o Divino julgar o espírito e o semelhante julgar a carne, as intenções serão destoantes diante da frugalidade da alma
Recolha os males da vida e os transforme em bens, não para mau uso da carne, mas para bom uso da elevação do espírito
Por mais que a idade crie marcas na carne, para aquele que é feliz, dificilmente criará rugas na alma
Construo pondes
Desarmo muros
eu te amei sob todos os aspectos da beleza
beleza do ser, da carne, do sangue, do abismo
eu te amei criança, moço e velho e menino
na montanha, no mar, na cachoeira, no chuveiro
eu te amei feio, sem roupa, sem estilo, de crocs
também amei gato rajado no seu tempo de princeso
eu te comi com todas as minhas línguas do avesso
eu sou poeta sem porta
odeio norma
limite pra mim é de pinga
sou ilimitada, destilada, fermentada e linda
entre tantas mulheres que
habitam meu ser, meu íntimo, minha alma
imortal, alma velha, alma sábia,
alma de glória, maria, tereza, bia
imoral não sou,
mas acho que
na moral quem perdeu
foi você
cancelou a palavra
logo ela que te serve de escrava
nada mais injusto
triste combatente a beleza de uma guerra de muro
construo pondes
desarmo muros
construo pondes
desarmo muros
AMOR INSCRITO NA CARNE.
O corpo é a página derradeira onde a alma escreve aquilo que não ousa dizer em voz alta.
Esta escrita gravada no dorso declara que amar é aceitar a disciplina do sofrimento.
Não há promessa de repouso.
Há apenas o compromisso com a beleza que exige fidelidade mesmo na ausência.
Cada signo afirma que o amor verdadeiro não se confunde com prazer.
Ele é vigília.
Ele é renúncia.
Ele é a lenta educação do desejo para que não se torne posse.
O amor aqui não acolhe de imediato.
Primeiro ele fere.
Depois ele forma e quase cuida.
A arte desta escrita não pretende consolar.
Ela convoca.
Quem a lê é chamado a abandonar a leveza vulgar e a suportar o peso da profundidade.
Amar torna se um ofício leve ao mesmo momento severo.
Uma escolha diária entre a dignidade do sentir e a fraca facilidade do esquecimento.
Essa distinta escrita ensina que o belo não adorna a vida.
O belo em prantos a julga rogando perdão.
Ele exige que a alma cresça até doer.
Que suporte a ausência sem transformar a saudade em rancor, mas num lugar.
Que permaneça fiel mesmo quando o amor não retorna e ele olha para trás.
Filosoficamente esta escrita proclama que sofrer por amor não é derrota.
É prova, batalha aberta ao julgamento deliberado e em paz.
Só sofre quem reduziu o outro a objeto e dá de si o valor além do próprio objeto seja qual ele for.
Só padece quem não negociou a própria essência, porque deveras vezes podia-se fazer um bom negócio às honras das plêiades.
O amor que não dói é apenas hábito.
O amor que dilacera é formação do ser.
Aqui o amor não salva do abismo.
Ele ensina a caminhar dentro dele sem perder a verticalidade, pois é amor.
Aquele que ama segundo esta lei aceita perder.
Aceita esperar. aceita aceitar.
Aceita permanecer inteiro mesmo quando tudo lhe falta, esse é o dom amor.
O leitor que se detém diante desta escrita não sai ileso., me desculpe.
Ela o obriga a buscar em si um amor que não pede garantias.
Que não exige retorno.
Que não teme a solidão, porque ela existe, ela virá, mas é chamado tudo isso de amor por alguém, mas é.
E somente quem atravessa a dor sem corromper a ternura e a delicadeza da gota d'água na ponta de uma frágil folha torna se digno da beleza que o amor promete no silêncio do tempo e na promessa da própria crença.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Coração
Coração ferido é um pedaço de carne triste e ofendido;
Coração partido, envelhece mais rápido, bate descompassado e pulsa sem vontade;
Coração manhoso, grita , chora e pede socorro;
Coração medroso, não suporta a distancia e a saudade, treme com o aumento da carência e da falta de piedade;
Coração bandido, rouba a cena, bate forte, atira pra todo lado e faz vítimas sem deixar rastros;
Coração de pedra, seu interior é gelado, suas batidas são calculadas, não tem dó e nem pena de ninguém;
Coração amoroso, vive feliz, bate com o fôlego de uma criança pela vida toda, ama e é amado, pulsa felicidade e sabe reconhecer um grande amor.
Quem é o Amor?
Tenho que revelar! Eu conheço o amor em carne e osso, o amor existe fisicamente, acreditem! Eu posso vê-lo e tocá-lo. O amor respira, desfila, possui cabelos longos, tem olhos lindos, uma voz cativante e um cheiro apaixonante. Sua delicadeza é contagiante e a sua beleza é surreal.
Eu tenho dependência do amor, pois a sua sensibilidade e a sua influência sobre o meu ser, me causam efeitos, o amor me arrepia, me emociona, me enche de carinhos, ele me da atenção, me cuida e por fim dormi todas as noite abraçado comigo.
O amor poderia escolher ter aparecido na minha vida como uma super-heroína, como uma Deusa, ou poderia ter aparecido como um princesa dos contos de fadas, sejam elas, a Branca de Neve, a Cinderela, a Bela Adormecida, a Rapunzel ou talvez a Fiona. Mas, o destino quis que eu descobrisse sozinho e depois de algum tempo, que ela a minha amada mulher é o amor. Sim, eu posso revelar para o mundo inteiro, que ela é o amor em forma sentimental e física!
O amor reuni qualidades, poderes e fantasias para mudar e transportar as nossas vidas, para o mundo da felicidade.
Enxergar realmente o outro é avançar sob a veste e a carne e encontrar a alma nua e crua, sem maquiagem.
