Carne
O "Espinho na carne" é visto como um instrumento usado por Deus para manter Paulo humilde e dependente Dele.
O vento da aflição quer apagar a Chama
Da minha adoração
O mundo é um oceano
Minha carne é um furacão
Minha vida é um barquinho buscando direção
Descansa em minha alma
E acalma a tempestade
Que agita o meu coração
Eu tenho espinhos na carne que devem continuar exatamente onde estão, estancando feridas, sob pena de torná-las incuráveis, em mim, e em quem se atreve a tentar retirá-los.
Fugir da dor não é a solução. Enfrentá-la é a nossa missão. A carne é fraca, mas o espírito é forte. Salvar! Sertão Pernambucano.
Eu era um jovem sonhador, em busca de um grande amor, da alma gêmea, para ser, carne e unha, minha cúmplice, minha princesa, a dona do meu coração. Pensava que esse tipo de romance só existia nas novelas ou em seriados. Você mostrou-me que as cenas são baseadas em histórias reais. Alessandra, nome de origem italiana, que possui elegância e beleza intrínsecas. Obrigado por tirar os meus sonhos da tela do cinema e torná-los realidade. Te amo!
Analógico
Não se mata o boi e diz ama-lo quando se come a carne, de nada se tem amor quando o usamos como desculpa para satisfazer somente as nossas vontades.
Há muitas almas estéreis. Dar vida na carne, não é dar vida na alma.
É um dissabor emocional necessitar de medidas e maturidades que delimitam as responsabilidades. Ser mãe, ser pai, ser criador, dar a luz, é um renascimento!
Depois do ventre, vem a gestação eterna da alma. Será pra sempre!
Por esta realidade, não podemos deixar as vendas dos olhos se tornarem máscaras. Quem não divide as medidas da vida, não merece as levezas da mesma!
A carne não tem forças,
Para vencer sua inimiga invencível,
Essa, criatura viva nenhuma,
Tem como fugir a tempo sua sorte,
A morte.
O Véu da Incredulidade
Frágil humano, de carne e de medo,
Que tranca o mistério em baú de segredo,
Como podes andar sob o manto da lua
E negar a presença que a noite acentua?
Tu ergues cidades de vidro e de aço,
Medindo o vazio, ocupando o espaço,
Mas fechas os olhos quando o vento murmura
E ignora o que foge de qualquer moldura.
Como podes não crer?
Se a erva no pote ainda cura a ferida,
Se o círculo traça o sentido da vida,
Se há uma força que a mente não doma,
Perdida no tempo, num antigo aroma.
Não são só caldeirões ou chapéus pelo chão,
É o pulso da terra na palma da mão.
É a voz que sussurra quando o fogo se apaga,
A força ancestral que em teu sangue propaga.
És frágil, pequeno, num mundo de espanto,
E ainda assim negas o peso do encanto?
Pois saiba que o místico não pede licença:
Ele existe, humano, apesar da tua descrença.
Gostou do tom do poema ou prefere algo mais sombrio e folclórico? Se quiser, posso transformar esses versos em uma letra de música ou até gerar uma imagem que ilustre essa cena.
As facadas nas costas machucam a carne e sangram, mas com o tempo sicatrizam Já as palavras proferidas na frente lançadas pela língua como setas envenenadas, essas uma vez lançadas não tem volta, matam a alma e machucam o coração deixando escorrer o pouco de amor que ainda restava dentro dele.
As fronteiras construídas entre a espécie humana não são territoriais. São fronteiras de carne, pele, estrato social e indubitavelmente de ignorância espiritual.
