Frases de calmaria
Mar de calmaria
O mar em mim
Se faz calmo e sereno
Em ondas que veem e vão
Em regressos e partidas
Em ganhos e perdas
Saindo...ficando...
O sol e o céu azul
Me invadem e me aquecem
Me faz ver poesia
No colorido de mais um dia
Que nasce no alvorecer
E morre no crepúsculo
Trazendo o pratear da lua...
O mar em mim está assim
Transbordando calmaria
No umedecer da areia
Com espumas de sal
Num doce despejar
De sonhos e fantasias...
Que se faça do meu mar
Eterna mansidão
Trazendo na maré
Flores em botão
E que dessa calmaria
Se faça poesia
No meu mar de todo dia...
Mesmo no abandono do meu canto só, você se faz presença e calmaria. E no silêncio da noite que cai, seu sorriso em minha mente é poesia.
Você é calmaria e tempestade, você é lágrimas e sorrisos, você é tímido e brincalhão, você é bravo e carinhoso, você é dúvida e certeza, você é tão presente quanto distante, você é tudo e nada. As vezes eu tenho certeza do que você é, e aí então você me surpreende e mostra que é o oposto de tudo que pensei. Talvez eu te defina como ‘meio termo’. O meio termo que completa os dias mais felizes da minha vida
Busco a calmaria no amor; algumas vezes encontro a dor; noutras tantas a solidão. Seria tão bela a paixão se a vida se despisse de tanta simulação...
O como queria ter indentidade horas sou calmaria horas sou tempestades
horas sou os venenos mais poderosos horas antidoto nescessario
horas carinhos e ternuras
horas agrecividades e arrogancia
e nessa gerra de sentimentos que vive meu coraçao em busca de amor e paz
carinho e atençao
Sempre depois de um tempestade, à a calmaria, é depois que a poeira baixa, que vimos oque a tempestade nos causou, para que a gente possa erguer a cabeça, e seguir em frente...
Olho para o céu azul, logo após isso eu olho em volta. Tudo aparenta uma calmaria profunda. O meu exterior é calmo, o contrário do interior.
Sinto.
Sinto tanto.
Sinto muito.
Sinto sempre.
Da calmaria da alma ao desespero do coração.
Sinto da melodia, sinto da alegria.
Sinto do abraço apertado e do beijo sentido.
Sinto da lágrima quente que escorre, da boca
que confessa, do suspiro que não morre.
Sinto do lado a lado.
Sinto do gesto distante.
Aceita meu amor, sem palavras complicadas,
aceita o meu amor?
Namorar,porque gosto dessa relação de afeto? talvez seja a rotina.Rotina que traz calmaria, que é segura
gosto de cinema, jantares e um aperto de mão, viajar, e simplesmente estar ali quietinha sem que o outro se incomode e vice e versa. Tomar uma taça de vinho ou várias e ouvir os compassos do coração de quem se quer bem.
Esse charme real é só a beleza de minha flor mais cheirosa. A mansidão nas expressões, na calmaria de meu semblante, é dela. Que hoje dorme. Minha estrela mais brilhante.
O falar bonito diante desses, daqueles ou de vocês mesmo, é do talento do meu vaqueiro locutor e deus das mais belas paisagens feitas e rei das mais belas poesias que li. Devo-as a ele; O meu herói descansa.
Sempre tive uma paixão inexplicável pelo mar.
Desde pequena o fascínio da calmaria que suas ondas trazem naquele vai e vem, tem um poder sublime de me invadir a alma e me desligar do mundo inteiro.
Não sei se essa loucura por esse infinito de águas azuis, claras e salgadas herdei de meu pai, que por muitos anos da vida navegou por entre essas ondas...
E como ele mesmo diz: “Filha de marujo sabe nadar...”
E eu fico ali, nadando entre os meus pensamentos.
Leve... uma leveza de pluma! De borboleta! De vento!
Sentada na areia quentinha de fim de tarde, com aquele sol beijando o corpo todo, o vento forte assanhando meus cabelos, eu fecho os olhos, junto as mãos em forma de concha, e sopro com toda a força que vem de dentro, todos os meus desejos!
Eles sempre voltam pra mim realizados!
A calmaria da paisagem, suavizada pela leve brisa, contrasta com o borboletear de emoções que sinto neste momento. Ansiedade e felicidade: são estes sentimentos que caracterizam o meu estado de espírito, neste momento. Terei forçosamente que me desfazer desta ansiedade e investir ainda mais na felicidade. É mesmo isto que eu vou fazer.
Finalmente o inverno chegou aos meus olhos.
Um pouco de calmaria era bem vinda nesse momento, meus pelos arrepiados dançam em minha pele como ondas em uma tempestade.
E o que me resta são sempre essas lembranças demasiadas de um ser que em mim viveu por décadas...
Na musica errante da vida e no palco ilusório da alma eu me refaço e tento fugir um pouco do sono que me penetra constantemente.
E os meus sonhos me mordem como um cachorro raivoso, me lembrando a cada mordida que nunca se esqueça do que estou deixando...
Só teu silencio aproveita esse meu amor discreto. Então não venha com essa calmaria que me põe no colo, se for pra viver indo embora de mim.
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