Cada um
Cada um de nós pode se transformar em um pequeno átomo da paz, uma ativa parte que, ao se unir a outras, pode gerar o brilho que começará a afastar as trevas que tentam obscurecer nosso belo planeta.
Sem cobertor
Culpados ou não?!
Abram as portas,
Deixem-os livres.
Cada um carrega consigo sua própria sentença.
Uma vez,
Duas ou mais vezes, quem sabe um dia confessarão.
Talvez digam que estou generalizando a cruel condenação vinda de um tribunal justo ou injusto, julgamento no tribunal da emoção.
Mas não é isso que estou aqui citando.
Fizeram-me de prisioneiro do amor.
Tive provas das mais doloridas;
Tive medo, tive frio e calor;
Tive ódio e tive pavor;
Tive o que não desejo nem para o pior dos inimigos.
Naquela e nessa vida, ainda sinto as marcas das chicotadas.
Dirigia só aquele carro, no meio de um deserto e numa tremenda solidão, ouvindo aquela música romântica que me lembrava alguém.
Música aquela que
Fazem quaisquer olhos inundar nas poças salgadas que vão ferindo até a face.
Parei o carro, para tirar algumas fotografias daquelas lindas paisagens.
Uma caboclinha tirana ia passando ali ao redor.
Moça valente,
Parecia ter medo dessa tal gente que se diz ser civilizada.
Ali o orgulho caiu e os joelhos feriram-se no asfalto daquela jornada.
Acenei...
Com frieza, me disse que não sou adequado para aquele tipo de quadro, no nobre sertão onde a saracura berra e a boiada pia no grotão.
Era de tardezinha.
Ela carregava uma lata na cabeça cheia de roupas lavadas no ribeirão.
O por do Sol era deslumbrande, e naquele momento aconteceu um beijo implorado.
Chegou a noite,
As roupas daquela lata ficaram esparramadas pelo acostamento daquela viagem, onde tive surpresas inesperadas.
Por causa daquele beijo,
Em meus braços de repente ela estava,
Aos meus cuidados por duas horas ou mais.
Estivemos ali juntinhos, sentindo pele com pele, como um romântico casal de namorados.
Adormeci!
Quando acordei, me despedi daquela fransina menina meiga, bela e ao mesmo tempo grotesca.
E não mais a vi.
Levantei-me todo molhado e a garoa estava fria naquela região de cerrado.
Batendo queixo....
Era um sonho perturbado meu, em um inverno gelado.
Quando acordei de fato,
Vi que era o cobertor que estava fora de mim, jogado naquele chão de laje congelado.
Fim.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que voa.
Hipocrisia
Poema curto e grosso
Apertem os cintos
Que esse mundo é osso
Anda dividido
Cada um por si
E só Deus conosco
Nem sei se é do mundo
Fundo sem fundo
Se posso me jogar
Se fico na areia
Se luto contra o mar
Ninguém liga
Lágrimas podem enfileirar
Ninguém escuta
Pode cantar tudo errado
Ninguém percebe
Finja demência
Olhe para outro lado
Ser invisível
É um fato
É um ato
É um trato
É defesa
Ninguém percebe
O problema é seu
Morreu...
Era uma ótima pessoa
Coitada foi tão cedo
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 17/06/2021 às 10:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
A aparência exterior nem sempre reflete a interior, cada um de nós é muito mais do que o que veste, come, adquire ou até mesmo diz durante a vida.
Deus olha para os nossos corações isso é o mais importante para Ele e deveria ser para nós também.
Cada um que gosta de apanhar do passado, deve abrir mão do presente e ficar lá porque sem o momento presente, não há futuro.
O perfil melancólico tem esse tendência e para sanar este vício emocional só Jesus mudando a história.
O amor, a bondade e a fidelidade não se manifestam apenas em cada um de nossas atitudes. Mas, elas nascem dos frutos da nossa personalidade e caráter, que é forjada a cada momento em nossa comunhão com Deus através da sua graça.
O amor liberta cada um de si mesmo, para ligá-lo ao outro, constitutivamente,
e possível respirar sozinho, comer à parte, dormir sem ninguém
mas não amar
é sempre em si e fora de si, o outro primeiro
O amor é esse enigma que inverte tudo
São duas as moradias sagradas que todos temos e que merecem o respeito irrestrito de cada um de nós; a morada da alma, que é o nosso corpo, e a morada do corpo, que é a nossa casa. Quando estes lares não são preservados com o devido, e sincero, respeito que merecem o indivíduo demora para perceber, ou nunca percebe, mas passa a ficar exposto às mazelas do mundo, fica sem teto emocional e moral e passa a vagar frequentemente pelas ruas da depressão, do vazio e da solidão em companhia das perturbações e das frustrações atraindo tudo, e todos, cuja as energias são inferiores, uma vez que as energias positivas não se sustentam ao seu redor, sequer nele próprio. Este torna-se um zumbi alucinado, sem rumo e vulgar, porém cultiva o entendimento de que é alguém livre exercendo o seu direito individual de ser e fazer o que bem deseja, contudo desatento, completamente, à diferença entre a liberdade saudável e permitida e a liberdade insana e depreciativa.
Ao relento, para qualquer ser humano, seja em qualquer circunstância, é muito difícil encontrar paz, estabilidade e segurança, porém, mais difícil fica se o relento for uma escolha por desprezo à valores essenciais, e mais catastrófica, ainda, são as consequências desta escolha quando a vaidade e o orgulho o impede de reconhecer o caos o qual mergulhou.
É só o descaso com as nossas moradias sagradas que nos levam ao caos pessoal? NÃO, porém este descaso é um excelente potencializador dos variados caos que já habitam o indivíduo
Às vezes vc se afasta não por deixar de gostar mas por respeitar o espaço do outro. Cada um tem um tempo diferente pra cicatrizar e pra perceber o porquê.
cada um acredita na sua verdade
a verdade nunca será a verdade do outro
pois ela tem sua própria liberdade
a verdade é individualista
sempre baseada na sua própria realidade
que nunca entra em consenso
pois os seres humanos acreditam no que lhe convém
a liberdade de expressão
que tem vezes que desrespeito vira opinião
achando que os direitos humanos protege ladrão
mas por que sempre temos que colocar a religião?
ela vai se tornar o padrão ou a condição?
mas por que está bendita verdade é tão complicada?
a verdade verdadeira
a verdade fingida
sempre com a afirmação e a dúvida partida
a verdade é de verdade ou é apenas uma história inventada?
afinal de contas
quem mentiu e quem disse a verdade?
Quebra-cabeças da ilusão
Quebra - cabeça de cada um
É a própria vida
Uns num instante a decifra
Outros precisam de muitas gerações
Aquela onde dizem que o carma está
Eu ainda estou decifrando o mundo
E meu quebra cabeça já concluí
Mas ainda quero descobrir segredos
Desvendar verdades e tudo
E adentrar nalguma emoção
Bem sei que todas as peças que tenho
São gesto, são versos que, às vezes, componho
Às vezes, as mínimas palavras me distraem
Outras vezes até as caladas vozes ecoam
E os ouço estrondosamente...
Ou suavemente...
Mas, o que faz a verdade viva é o viver
Cada um de nós somos únicos
Este é o mistério
Que eu vivo a descobrir
Equânime ...
Em cada quadro que montei
O quebra cabeça resolvi
Por horas minha mãos se cansaram
Mas, de nenhuma peça me esqueci
Quando espalho milhares delas pelo chão
Outro dia recomeço
E o tempo vai desgastado a tinta
Na medida que pedaços no chão
Vão se encaixando no meu coração
Desbotados...mais ainda me lembro...
O vivaz da colorida tinta
Em alguns pedaços fosse necessário retoque
Enfim monto e remonto meu quadro
E me divirto
Afinal de contas todos somos um
E este quebra - cabeça, às vezes, é patético
Por vezes irônico, injusto e, às vezes, poético...
Mas, sobretudo cômico
Porque ainda se prega a paz fazendo a guerra!
Contudo...
Cabe a cada um seu próprio quebra-cabeças
E por aí...
Vão se resolvendo o quebra-cabeça da ilusão!
Maria Lu T. S. Nishimura
A história do lado de dentro gira ao nosso redor, mas na outra história cada um de nós é apenas um simples personagem em meio a muitos outros, um personagem cuja entrada em cena é determinada por outras pessoas e que não tem nenhum controle real sobre a hora da sua saída do palco. As coisas que impulsinam nossas vidas, as coisas que queremos, nossos planos, projetos e metas - aquilo que podemos chamar de nossa motivação - são o resultado de forças que não controlamos. Aparentemente, nosso papel foi escrito por outra pessoa. Temos pouco controle sobre o seu conteúdo e não temos a menos ideia de qual é o seu sentido.
O choque das duas histórias é às vezes chamado de condição humana.
