Jean la bruyère
A riqueza é um elemento do progresso da evolução da humanidade, o homem ao lutar para consegui-la é estimulado a trabalhar e tem de usar a ciência e tecnologia para atingir seus objetivos mais fáceis e isto faz com que no futuro compreenda melhor as verdades morais.
Cuidado com as ideias que aceita como verdadeiras. Elas podem potencializar a sua vida ou destrui-lá.
Se a realidade te faz sofrer, não se iluda brincando de Deus, tentando transformá-la e nem tampouco banque o egoísmo vitimista para atrair piedade.
Se a realidade te faz sofrer, mude a si mesmo.
Aprendamos com a natureza, que não tenta usurpar o lugar de Deus e também não regride a bebê chorão diante de uma adversidade: frente a um parasita, a ostra produz uma pérola; sob intensa pressão, o grafite vira diamante; solo pobre e clima seco produzem os melhores vinhos.
E quando no amor tem loucura, ele vive lá no alto sobrevoando a paixão. Coração em queda livre, eternamente sem razão.
Vi aqui na TV um jovem do sul do pais, de ferias sei lá, passeando, passando na Bahia, foi saltar de tirolesa na propriedade de um amigo, um club, a corda partiu e ele despencou no chão feito um saco de cimento, de uma altura de uns vinte metros. Havia uma postagem dele no Face convocando as pessoas a viverem a vida intensamente, cada momento, aproveitar a vida ao máximo, se divertimos. Morreu aproveitando, foi uma fatalidade apenas. A irmã chorando disse que saiu com o irmão vivo de casa, e agora, coisa estranha, no avião, retorna dentro de um caixão, inconsolável, como a dizer: não era pra ser assim. Ela disse que ia processar o que a pouco era um amigo. Temos vontade viver pra sempre, temos sede de vida, cem anos tivermos e queremos viver mais, se possível viver eternamente. A morte chegará sempre como uma intrusa, um aborto, um calo no sapato da existência. Como ouvi de uma psicóloga, tempo desses, se considerarmos isso não vivemos, temos que ir levarmos a vida nos fazendo de bestas, vivendo como fôssemos eternos.
Desapego
se a fenda em meu peito é falha,
profunda como uma cisterna,
que a anos armazena minhas lágrimas,
é melhor que hoje eu esvazie ela.
que meus prantos encontre outras águas,
que anime e cuide bem dela.
pois a dor não se cura com a raiva,
e sim com amor, como o fogo em uma vela.
O simples é graça compartilhada, e, lá em alturas, adeus fase dura, com quem celebra compartilhado, honras em curas.
Conscientemente somos doadores em amor, sem notoriedade, no simples, lá em dos distantes, nosso olhar se encontra, isso é altamente confortante(s)🐎🐎🐎🐎🐎🐎🐎.
Sigamos em frente, sem olhar para trás, o que nos espera está lá na frente, e não no passado, o que passou já não existe mais.
Existe luz no fim do túnel?
Não há nenhuma luz “lá” no fim do túnel. Só pode existir luz aí dentro de você mesmo.
Se você não iluminar o caminho, pode acabar descarrilando na escuridão antes de chegar ao “fim”. Se houver alguma luz vinda de fora ótimo, ajudará a reforçar a tua própria. Caso contrário, ilumina-te a ti mesmo.
Ao conseguir fazê-lo perceberá que, na verdade, não existe túnel algum.
Fique na fossa alguns dias quando um relacionamento der errado, mas jamais decida morar lá pro resto da vida. Nenhum ex amor vale esse sofrimento!
