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âObserve o bandido subir no camburĂŁo; sĂł entra de frente quando Ă© inexperiente. O mala entra de rĂ©, contorcendo o traseiro com a força do pĂ©.â
Querida, um homem ele tem que ser sĂł meu, ou Ă© meu ou Ă© delas, agora pra ser de todas aĂ nĂŁo dar nĂ© meu bem, presta atenção, e se respeita BBđ
Eu sĂł o ar que vocĂȘ respirar, o brilho que te acender, a vida que te salva, e o amor que vocĂȘ senteâ€ïž
Ficar em uma relação sĂł porque ânao hĂĄ melhor opcaoâ Ă© uma escolha que deve ser respeitada. Mas se manter em uma relação assim e alĂ©m disso destilar Ăłdio, veneno, maledicĂȘncia e intolerĂąncia para com o outro, Ă© ausĂȘncia de inteligĂȘncia que pode cobrar um preço muito alto.
" A raiva só faz mal para quem sente. Esta sentença, na pråtica, se torna a vingança involuntåria do execrado."
Ă na ĂĄgua quente que o ovo endurece e o aipim amolece. NĂŁo sĂŁo as condiçÔes externas por si sĂł que nos transformam, mas conforme o que temos em nossa prĂłpria essĂȘncia real.
Das pessoas sazonais : uma cartinha.
Eu não faço questão nenhuma de ser quem eu não sou só pra te agradar.
Eu sou assim, me sinto.
Sou linda, inteligente, intensa.
Faço tudo muito.
Sou muito chata, muito pegajosa.
Me dedico muito, me entrego muito e reciprocidade eu espero muito também.
Depois dos 40 nĂŁo dĂĄ pra ficar brincando de casinha. Depois dos 50 nem se fala.
A vida urge.
Meu corpo tĂĄ quente, eu sou quente ...
por enquanto. Não sei até quando.
Ninguém sabe do amanhã.
Eu bem poderia estar atendendo aos costumeiros destinos que empurram com a barriga, anos a fio, uma vida insossa teleguiada pelos nĂŁo menos insossos discursos conservacionistas do tipo
"o amor se vai, a amizade continua"
quando nĂŁo se sabe qual se foi primeiro
e que, além de tudo, desconsideram
que o sexo é que mantém a espécie.
Eu prefiro arriscar.
Meu coração é guardião do tempo "bão".
Presta atenção, nĂŁo Ă© nada contra vocĂȘ
ou contra suas escolhas.
Se vocĂȘ vem pela metade ou se vocĂȘ nĂŁo vem,
Ă©, pra mim, a mesma coisa.
Melhor ficar aĂ mesmo.
Eu preciso me dedicar, isso me completa.
Eu não gosto de não me dedicar a alguém.
Se vocĂȘ vem, se vocĂȘ me tem por amor,
Ă© o sonho, Ă© a magia, Ă© o ĂȘxtase.
NĂŁo deixa isso se perder.
Se vocĂȘ me ama nĂŁo nos deixe.
Isolda L. A. Tavares
Sem ĂĄgua, sĂł o pĂł
Choro da Terra de onde brota a fonte,
Suor que escorre por entre os poros!
Ăguas vindas dos fios da chuva forte,
Gotas de orvalho onde ouço os coros!
Sinfonia do sereno doce do anoitecer,
Enleio da valsa triste de uma lĂĄgrima!
Germina a vida em cada amanhecer,
Ou seca a seca no sopro em lĂĄstima!
Sem ĂĄgua! Na sede da terra, sem nada,
Nem flor, nem folha, nem raiz, o pĂł, sĂł!
A poeira na testa, veio de Terra rachada...
LĂĄ onde a serra espanta a nuvem sem dĂł!
Por canto de jeito, um cacto e mais nada...
Em outro, outra serra a deixar cair sĂł o pĂł!
SĂ TEU
DifĂcil, ou quase impossĂvel Ă©
escrever, tendo vocĂȘ Ă minha
frente.
Ver teus olhos amendoados que
olhando para dentro de nĂłs
encontram coisas que nem sabĂamos
existir.
Usas a tua arma maior , o doce
encanto do teu corpo, e com que
sutileza o fazes.
Quando te determinas a dominar
de vez, colocas esses cabelos soltos
sobre mim, e com esses lĂĄbios quentes
e lindos, me questionas, e sĂł paras
quando sorrio e fico pronto para te
amar.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista.RJ
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
NĂŁo confunda hobby com profissĂŁo. HĂĄ pessoas que, sĂł porque gostam muito de fazer algo, acreditam que aquilo pode âdar dinheiroâ e gerar a sustentação da vida. Mas nem sempre hĂĄ prerrogativas para isso no contrato reencarnatĂłrio daquela pessoa. Pode ser que aquela atividade vĂĄ gerar satisfação apenas e tĂŁo somente como forma de lazer, e nada mais. Portanto, em sua busca de autoconhecimento, entenda que atividades profissionais - independente de vocĂȘ gostar ou nĂŁo - estĂŁo reservadas em seu contrato reencarnatĂłrio como as mais capazes de proporcionar sustento para a vida.
A verdade sĂł aparece para alĂ©m de uma fronteira que o pensamento enxerga mas nĂŁo transpĂ”e. A verdade Ă© o reino do espĂrito.
A verdadeira caridade , vem da alma e nĂŁo das mĂŁos.
As mĂŁos sĂŁo so instrumento. Paz e luz
Simone Vercosa.
Primavera no cerrado
Depois da chuva das flores
Colore o cerrado de amores
Perfume, a aragem sorrindo
O inverno e secura indo
Num renovo que se refaz
Aroma de esperança traz
No voo da mamangava, do beija flor
à ressurreição, cheiro, cor
Desabrochando no sertĂŁo
Com florescente inspiração
Anunciada pelo vento
Cada botĂŁo rebento
Em quimeras da natureza
Emoção perfazendo em beleza
E gratificação de quem espera
A alma em poesia da bela primavera.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
12 de setembro de 2015
Cerrado goiano
Sou um poeta ,
Que a noite vaga
Sem ser visto pela natureza
Sem saber onde estĂĄ ,
SĂł sei que sozinho estou ,
Na procura de alguém ,que não vejo
Quem é esse alguém me perguntou ..
