đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
As vezes, o tempo que passamos sĂł, serve para refletirmos sobre a falta que as pessoas que nĂłs amamos nos faz!
Sentado frente a tapera...
Encilhado, sĂł o amargo me espera;
E traz gosto de solidĂŁo
JĂĄ nĂŁo tenho mais patrĂŁo!
Nem lida, obrigação...
Vejo as horas se arrastar;
Nem um pingo! pra encilhar,
Me restou, neste rincĂŁo.
Mas ficou, num palanque registrado!
Um respingo do passado
Dos tempos de criação:
Meus arreios, nĂŁo entrego...
Tenho orgulho, e nunca nego:
Sou taura! e sou PeĂŁo!
Hoje, sĂł o cusco me acompanha
Num assovio, jĂĄ se assanha
Acha, que Ă© hora de encilha!
O pobre por bicho, anuncia
Que a lida nĂŁo terminou!
O braço, não fraquejou
E a pampa, pode contar!
NĂŁo sabe o cusco julgar
Que o que falta, não é intenção...
O que falta, na pampa Ă© paixĂŁo!
Qual a dele por lidar...
Se pudesse, este "cuéra" cambiar
Botava, o dono a ladrar...
E meu cusco, de patrĂŁo!
E a gente nĂŁo sabe mais se aquilo estĂĄ nos transbordando ou sĂł preenchendo o oco que hĂĄ em nĂłs.
Quando nos apaixonamos ficamos bobos, sem noção do quanto o amor pode nos machucar. SĂł vemos o tamanho do nosso amor pela pessoa, sĂł enxergamos as coisas boas, nĂŁo conseguimos ver as coisas ruins que um amor pode trazer, atĂ© pensamos nisso, mais Ă© que a paixĂŁo Ă© tĂŁo grande, que nem damos bola pras consequĂȘncias, dai quando quebramos a cara, a nossa mente "automaticamente" volta no momento em que poderĂamos ter pensado mais, ter feito tudo diferente e nĂŁo ter se magoado tanto. Depois de tudo isso, percebemos que jĂĄ fizemos, jĂĄ foi, nĂŁo da mais pra voltar no tempo e fazer tudo de novo, assim continuamos a caminhada da vida ... Mais sabe oque eu acho disso tudo ? Um misero pensamento que nĂŁo serve pra nada, pois eu penso que se tivĂ©ssemos o poder de voltar no passado, farĂamos tudo novamente, tudo igual, cometerĂamos o mesmo erro duas vezes, porque o amor Ă© assim, ele nunca muda, sempre vai ter suas falhas, sempre vai ter seus momentos bons, mais Ă© impossĂvel vocĂȘ nĂŁo se magoar com ele, se nĂŁo fosse aquilo que tivesse lhe magoado, iria ser com outra coisa, mais iriamos nos machucar sim, e amarĂamos o mesmo tanto, amarĂamos do mesmo jeito, que amamos no passado.
E quando SĂłcrates disse: "SĂł sei que nada sei".
Ah, eu afirmo parecidamente. "Sei que SEI, porém ainda não sei porque não vivi o que sei. Sei porque sei e sei mesmo, porém ainda não saberei até saber"
o ser humano sĂł muda quando esta a beira do precipĂcio e quando esta prestes a cair uma mĂŁo amiga o salva de se perder.
Eu nĂŁo anatematizo aqueles que se aventuram na dĂșvida, mas sĂł reconheço como sagrada a vereda dos que tomam rumo oposto!
Dizem os que se opÔem à monogamia ser ela comparåvel à dieta de um alimento só. Só não se dão conta que para alguns foi dada a criatividade e o talento de transformar um mesmo alimento em inumeråveis tipos de pratos!
Eu nĂŁo preciso do risco para temperar a glĂłria. E nem preciso da glĂłria para coroar a alma. Eu sĂł preciso de Deus!
JĂĄ faz tempo que nĂŁo tenho certeza de muita coisa. JĂĄ faz tempo que muita coisa se perdeu, nĂŁo sĂł no meio do caminho, mas aqui dentro tambĂ©m, principalmente. JĂĄ nĂŁo sei dizer o motivo de tudo o que se passa na minha vida. O rumo que ela tomou. Acredito que jĂĄ faz tempo que nĂŁo sei onde estou. Talvez esteja perdida em alguma esquina. Talvez tenha esquecido o caminho de casa⊠Ou o da minha vida. Talvez tenha esquecido de mim. Existem coisas que nĂŁo dĂĄ pra se explicar. Um dia a gente apedreja, outro dia venera. Coisas que antes a gente antes criticava, hoje sĂŁo essenciais. E a gente vai vivendo assim. Se enchendo, se esvaziando. Trocando de pele. Sendo muda, flor, adubo. E o ciclo nunca acaba. Mas as vezes a gente se enche de vazio e esquece que certos valores que tem que ter espaço reservado, fixo. E a gente acaba sem querer querendo preenchendo esses lugares com o nada. E demora atĂ© perceber que alguma coisa nĂŁo faz parte do que a gente chama de âeuâ. E nada disso faz sentido⊠Absolutamente nada.
Não sei dizer se sou eu que pertenço a felicidade ou se é a felicidade que me pertence. Só sei, que nos pertencemos !
O mundo esta cheio de pessoas que choram de alegria, e pessoas que riem, sĂł que de tristeza.
O mundo esta cheio de mentes vazias, mas de boca cheia, e mentes cheias sĂł que de boca vazia.
Mundo esta cheio, mas as vezes parece vazio.
Cleide da pele de leite
Cleide da pele de leite,
No meu leito és só tu
E nĂŁo a Maria vai com as outras.
Pele de leite
Dentes de leite
Deleito na tua boca.
De tanto seres cleide,
Da pele de leite
Virastes o copo
Do meu leite em pĂł.
Nao morro de azeite!
Mas se um dia eu morresse
Tomando teu leite
Seria de amor.
