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E eu me ensinando, me encaixando, me acomodando. SĂł dessa vez, goste menos. JĂĄ estĂĄ na hora. Menos. Por favor. JĂĄ estĂĄ na hora. E pensei tanto em menos que nunca serĂĄ.

NĂŁo que eu seja frio, sĂł estou um pouco mais duro e menos preocupado em entretecer ternuras.

"Estar com alguém só para não estar sozinho é solidão mal administrada."

Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.

“Eu sĂł quero que aonde quer que esteja que esteja feliz, e eu espero que em uma noite como essa vocĂȘ ainda pense em mim, e eu quero que vocĂȘ saiba que nĂŁo importa o que aconteça, nĂŁo importa onde vocĂȘ esteja no mundo, nĂŁo importa quantos anos se passem, nĂŁo importa se vocĂȘ diga de volta ou nĂŁo, eu sei que Ă© verdade como sempre foi, como sempre serĂĄ, nos veremos em breve.”

SĂł por hoje eu nĂŁo quero mais chorar.
SĂł por hoje eu espero conseguir aceitar o que passou e o que virĂĄ.
SĂł por hoje vou me lembrar que sou feliz.

Deus estå no controle e sua vitória estå garantida. Só tenha fé!

SĂł ignoramos duas coisas: o que nĂŁo Ă© importante e o que querĂ­amos que nĂŁo fosse importante.

Este Ă© o primeiro preceito da amizade: pedir aos amigos sĂł aquilo que Ă© honesto, e fazer por eles apenas aquilo que Ă© honesto.

Mas um homem de verdade nĂŁo se faz sĂł com palavras.

A vida Ă© luta renhida,
que aos fracos abate,
e aos fortes,
sĂł faz exaltar.

Albert Einstein dizia que: "SĂł hĂĄ duas maneiras de viver a vida: A primeira Ă© vivĂȘ-la como se os milagres nĂŁo existissem, a segunda Ă© vivĂȘ-la como se tudo fosse um milagre!" E por isso, meu amigo, jamais se desespere em meio Ă s sombrias afliçÔes da vida, pois Ă© das nuvens mais escuras e pesadas que cai a ĂĄgua mais limpa e fĂ©rtil.

Miguel Falabella

Nota: A citação de Einstein Ă© atribuĂ­da ao fĂ­sico alemĂŁo, mas nĂŁo hĂĄ fontes que confirmem essa autoria. O trecho final do pensamento de Falabella Ă©, na verdade, um provĂ©rbio chinĂȘs.

...Mais

Amigo, para mim, Ă© sĂł isto: Ă© a pessoa com quem a gente gosta de conversar, do igual o igual, desarmado. O de que um tira prazer de estar prĂłximo. SĂł isto, quase; e os todos sacrifĂ­cios. Ou – amigo – Ă© que a gente seja, mas sem precisar de saber o por quĂȘ Ă© que Ă©.

GuimarĂŁes Rosa
Grande SertĂŁo: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

VocĂȘ sĂł conhece uma pessoa depois de uma briga. SĂł, entĂŁo, Ă© possĂ­vel julgar o seu carĂĄter.

Por que nós estamos tão sequestrados por essa idéia de que a gente só tem que prestar atenção no que perdemos? Quem presta atenção demais naquilo que perdeu, corre o risco de não ver o que estå ganhando hoje!

NĂŁo posso ser feliz quando mudo sĂł para satisfazer o seu egoĂ­smo. Nem posso me sentir contente quando vocĂȘ me critica por nĂŁo ter seus pensamentos. Ou por ver como vocĂȘ vĂȘ. VocĂȘ me chama de rebelde. No entanto, cada vez que rejeitei suas crenças vocĂȘ se rebelou contra as minhas. NĂŁo procuro moldar sua mente. Sei que vocĂȘ estĂĄ se esforçando muito para ser sĂł vocĂȘ. E nĂŁo posso permitir que me diga o que ser... pois estou me concentrando em ser eu.

Reinvenção

A vida sĂł Ă© possĂ­vel reinventada.
Anda o sol pelas campinas e passeia a mĂŁo dourada pelas ĂĄguas, pelas folhas. . .
Ah! Tudo bolhas que vĂȘm de fundas piscinas de ilusionismo... – mais nada.
Mas a vida, a vida, a vida, a vida sĂł Ă© possĂ­vel reinventada.
Vem a lua, vem, retira as algemas dos meus braços.
Projeto-me por espaços cheios da tua Figura.
Tudo mentira! Mentira da lua, na noite escura.
Não te encontro, não te alcança...
Só - no tempo equilibrada, desprendo-me do balanço que além do tempo me leva.
SĂł - na trevas fico: recebida e dada.
Porque a vida, a vida, a vida, a vida sĂł Ă© possĂ­vel reinventada.

Os homens fazem sua prĂłpria histĂłria, mas nĂŁo a fazem sob circunstĂąncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado...

Karl Marx
MARX, K., Dezoito BrumĂĄrio de Louis Bonaparte, 1852

Perdi-te, mas sĂł te digo isso: sĂł resta a luta para se recuperar o que se perdeu...

Eu, que simbolicamente
morro vĂĄrias vezes sĂł para
experimentar a ressurreição.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.