Jean la bruyère
Deixe que os mortos cuidem de seus mortos. Não remexa o passado, há um razão porque está lá. Não cutuque feridas cicatrizadas, e se ainda não estão, elas podem inflamar muito mais. Se o teu presente ainda não está como você deseja, reveja os teus pensamentos, os teus comportamentos, os teus desejos, mas a vida segue, o tempo passa e quem ficar parado(a) vai perder o bonde e corre um grande risco de ficar sozinho na estação.
Melhor lugar do mundo
O MELHOR LUGAR DO MUNDO, CADA UM TEM O SEU
QUANDO ESTA TRISTE, LÁ VC SE SENTE BEM E EU TAMBÉM
MAS AGORA, VOU CONTAR UM POUCO SOBRE O MEU
O MELHOR LUGAR DO MUNDO,
É MUNDO DO SONHO
ONDE EU BRINCO COM MINHA MENTE
PRA VIAJAR PRA LÁ É SO FECHAR O OLHO,
LÁ NAO HÀ FALSIDASE E NEM PESSOA QUE MENTE
LÁ ME SINTO SEGURA
POIS LA NÃO TEM ESSA DE "JURA"
NESSE LUGAR TEM MUITA HARMÔNIA
AQUI FORA ONDE VIVO, SOLIDÃO
PRA MELHORAR,
TE ACONSELHO IR PRO MUNDO DOS SONHOS ENTÃO....
LÁ VOCE CONSEGUE SER VOCÊ
E CRIAR O QUE VC QUISER,
FAZER TUDO VIRAR DOCE
OU FAZER TUDO MELHORAR!
La poesia è la parte dell'arte letteraria nell'amare e nel fluire di tutti i sentimenti intrinseci agli estremi.
Lá vem deslizante
Não sei se vem ou se vai
Não sei se lava
Ou se retrai
Lá vai água boa
Que lava meu sorriso
Ou em beleza magma
Se torna lágrima
Vertente sem pegada
Como nada engraçada é perigo
Um sem abrigo
Sorriso ou dor não sei
Lá vem água boa
Meu sorriso assim define
Pois passeia em meu corpo
E torto no horto sou oco
Lá vai água boa
Que lava
Enxágua
E me banha
Me assanha
Me alegra
E em nenhum momento
É tormento
Porque água tudo lava
Água tudo leva
Água banha
Assanha
Acalma
Água lava a alma
Quando a tristeza bate
Quando não nos queremos
Quando de nós nos perdemos
Lá vai água boa
Não sei se vai ou se vem
Não sei se é magma
Não sei se é lágrima
Pense bem: é provável que aquela felicidade que você busca lá longe, bem longe, esteja aí, bem dentro de você!
Helda Almeida (18/07/2018)
Que importa se é inverno lá fora? Podemos sempre ter o verão dentro de nós, basta sintonizar com o sol de nosso interior, exclusivo e único.
E lá estava eu, enrolado nos afazeres do dia-a-dia, entregando-me às promessas dos deuses que guardam os segredos do amanhã, deixando que os dias passem por mim sem que eu passe por eles, adorava a automaticidade a que havia chegado, tornava as coisas bem mais tênues e livres de complicações.
Afinal não existia nada de tão inovador em minha vida que me propusesse qualquer perspectiva diferente, mas pensava em muitas, e quase o tempo todo, embora nunca tivesse iniciativa para me propor jornadas tão ao horizonte líquido de possibilidades do desconhecido.
Isso é sempre algo que requer insensatez, intrepidez, para não dizer estupidez. Coisas que não habitam em mim há sabe-se quanto tempo, costumo me convencer de que sou naturalmente inclinado à condutas que traçam linhas retas, sem desvios; retas ao que me prescrevo como razoável.
Mas este não é o ponto a que quero chegar.
Aconteceu que, de repente, algo começou a me incomodar o pescoço, como se alguma coisa tivesse me picado, passei a mão e me comprometi a olhar no espelho, quando chegasse em casa, tornando-me novamente aos afazeres mecânicos do que a sociedade chama de profissão.
Com certeza a dor é algo que incomoda, assim como o caos à ordem. Quando sentimos dor, o incômodo acaba com a nossa concentração e transforma a si mesmo no palco para onde vertemos os holofotes da nossa atenção.
Eu não estava acostumado à incômodos, sempre tinha tudo em ordem, estava completamente habituado ao ritmo sólido e constante com que as coisas vibravam. Mas, hoje, mal podia fazer atividades medíocres, que vinha fazendo há anos à fio.
É bem verdade que essa rotina me transformou em alguém de pouco humor, sempre mordaz com as pessoas, dono de um ceticismo intragável, às vezes, nem mesmo eu suportava conviver comigo mesmo, mas o tinha de ser, se pode fugir de tudo na vida exceto de si mesmo. Esta é uma responsabilidade de natureza perene, que cada um tem para consigo mesmo, a de arcar com aquilo que fizeste de si: ‘criaste-te, agora, suporta-te’ — pensei.
Entretanto, não posso negar, situei-me por tanto tempo fora do espaço comum, que habituei-me a minha individualidade, meu espaço sem estrangeiros, com seus sotaques de ideias, suas religiões de valores, havia muito tempo que não me metia em conflitos, era só eu e eu mesmo.
Chegando em casa, fui logo ao quarto e me dispus a olhar-me no espelho, ali, bem no sítio em que me doía insuportavelmente. Para minha surpresa, não havia nada. Exatamente, nada. Nem mesmo um único vergão, marca, bolha ou ferida. Mas doía como se o incômodo viesse da picada de um escorpião. Dizem que é uma das peçonhas mais doloridas e incômodas. Nunca fui picado, li em algum lugar. Diferente de nada, nada não podia doer tanto.
Era violenta e invasiva, a dor. Não parava de latejar, sentia-a pulsar pelo meu corpo todo, mas se concentrava ali, no pescoço. Malditos calafrios.
Todo este arrebatamento, talvez se devesse a isto estar tirando-me do comum. Deveria ter passado no supermercado depois das vinte horas, que é quando paro no trabalho, e ter comprado algo para entreter meu estômago. Isso, entreter e não alimentar, pois é isso que acontece nas sextas à noite. Mas com toda essa situação me afligindo, mal lembro se desliguei a luz quando saí.
Só consigo pensar nisso, em resolver este incômodo, que parece estar tomando o controle da minha vida. E inimaginavelmente, como pode fazer sofrer tanto algo que começou há menos de doze horas.
Reclamei tanto comigo mesmo, fiz a dor acima de todos os meus sentidos.
O que mais me incomodava talvez fosse a confissão que devia a mim mesmo. E o diabo sabe como machucar. Azucrina com o que de mais importante guardamos no fundo do obscuro baú execrável de nossas almas, mas não podemos mentir a nós mesmos eternamente. Uma hora a verdade nos consome, e o que fazíamos oculto aparece. É como mágica, fingir bem é a chave. Fingir tão bem ao ponto de que todos acreditem. E a mágica só tem poder quando nós mesmos acreditamos nela. É assim que o truque funciona.
No fundo, eu sabia de uma coisa, que quis esconder de mim mesmo, o motivo real da minha falta de controle sobre a situação, com todos esses rodeios mentais. Algo que era comum, ao menos para mim. Rodeios mentais.
Sempre tento argumentar comigo mesmo, como se existissem dois lados em disputa, um dizendo algo e o outro tentando impor suas ideias, seus anseios, em via contrária.
A dor no pescoço, todo este incômodo, esta agonia, sinto-me tirado de mim mesmo, para fora, para longe do confortável buraco onde havia me enfiado desde a pré-história da minha vida, para o horizonte líquido e detestável de possibilidades, como eu o via, mas devo admitir, que ainda sinto os lábios dela marcarem suavemente um beijo de despedida no meu pescoço.
Nós
“No começo tudo são flores”
Como eu odiava essa frase, depois de ouvi-la tantas vezes você se cansa.
Realmente era maravilhos, com ênfase no ERA.
Não sei se foi por tanto ouvir ou se realmente acontece assim.
Deixamos de conversar, face time hoje só serve para nos vermos horas sem mencionar nem uma palavra.
Cansei de pedir desculpas por erros que não são meus, e por que eu insisto? Pergunto a mim mesma.
Talvez eu queira provar que estavam todos errados.
Estou morrendo por dentro, você me controla e todos veem isso, eu nego, mesmo sabendo que isso é verdade.
Não somos mais namorados, me sinto sua mãe e sua filha mas não uma namorada.
Não posso vestir o que gosto, não posso conversar com quem eu quero, não posso sair mais sem você.
Pra todos eu sou uma chata, “ela não gosta desse tipo de roupa” “ela não gosta de conversar muito” “não precisa chamar ela... ela nunca vem...”. Frases, frases que escuto todos os dias, da minha mãe, dos meus irmãos e principalmente dos meus amigos.
Sabe o medo que eu sinto quando ele vasculha meu celular, mesmo eu sabendo que não há nada, pois ele vai achar algo para brigar comigo, seja uma conversa de 4 anos atrás (quando eu não o conhecia), ou uma foto de uma rede social que eu postei sem a aprovação dele.
EU CANSEI!
Não aguento mais você, mas sabe, não posso contar isso pra ninguém pois sinto pena, eles vão falar mal de você e não de mim.
Eu sei que você é tão sentimental quando eu, por isso tenho medo, tenho medo de terminarmos e você fizer uma besteira. Já vi muita gente que amo ir, não aguentaria ser o motivo da sua partida também.
Escrevi o que me veio à cabeça, sei que aqui e só aqui posso desabafar com frases sem sentido, que ninguém saberá de mim.
Agora posso voltar a sorrir pra ele é pedir desculpas, sem me sentir tão mal.
Seja leve. ❤
Mas quando não conseguir, procure a leveza ao seu redor, ela sempre estará por lá esperando ser notada para te inspirar.
TENS SAUDADE DO PASSADO E BOM TER, RELEMBRA. MAIS NUNCA QUERER VOLTA LÁ, POIS SEU PASSADO JÁ LHE ATRASOU DEMAIS. ERGUI A CABEÇA E SEGUI EM FRENTE QUE EU VOU TE DANDO UMA FORÇA.
Tem muito de mim em outras pessoas. E há muito de outras pessoas em mim. Mais se procurar bem lá no fundo . Eu tenho minha originalidade.
Sinceramente,eu decidi deixar pra lá todos aqueles que apagavam meu brilho,todos aqueles que me arracavam lágrimas,porque eu percebi,demorei mais percebi,que só vale a pena manter por perto,guardar no meu coração aqueles que me fazem sorrir
Dentro de mim
há uma fonte de alegria!
Brota como um fiozinho de água,
que vem lá de longe...
Desliza pelas trilhas do peito, engrossam
e se juntam num belo manancial.
É nessa fonte que sacio a minha sede
e ainda a ofereço a quem queira
nela se refrescar.
Cika Parolin
Olha lá o Amor passando e eu parado com o coração frio e despercebido, pensei em tomar esse caminho, mas tudo foi tão rápido que perdi aquele transporte que levou meu Amor.
LE DESTIN DES CHOSES
Un jour je serai l'infini
La brise du matin
La poussière de la terre où la plante dégage
Le texte d'un livre qui a été lu
Un jour, je serai le vide de l'abîme
La luminosité de l'étoile dans le ciel
Le son de la mer qui rompt vague sur la plage
Ou un pied de l'eucalyptus.
Un jour, je serai le briser de le mur du son
Et je ne serai pas entendu
Un jour, je serai le rayon de soleil
La lumière du matin
Le parfum des roses
Et le au revoir dans un très vieux film
Un jour,
Un jour,
Qui sait ...
Je retour au début.
EL DESTINO DE LAS COSAS
Un día yo voy a ser el infinito
La brisa de la mañana
El polvo de la tierra donde se desprende la planta
El texto de un libro que se ha leído
Un día yo voy a ser lo vacío del abismo
El brillo de la estrella en el cielo
El sonido de las olas del mar que rompen en la playa
O un pie de eucalipto.
Un día yo voy romper la barrera del sonido
Y ya no voy a ser escuchado
Un día, yo voy a ser el rayo de sol
La luz de la mañana
El aroma de las rosas
Y el adiós en una película muy antigua
Un día
Un día
Quién sabe ...
Yo voy a volver al principio.
