Brevidade da Vida
O sopro da vida é rápido e impetuoso, pela rapidez mostra quão breve é a vida e o ímpeto é apenas um impulso que te joga para o alto da juventude mas te conduzir ao calabouço da velhice
Seja leve
mas nem tudo releve
seja leve
mas nem tudo leve
porque a vida é breve
como segurar diante o sol
uma bola de neve
seja leve
pra deixar a vida leve
e leve dela apenas o que for leve
pras tristezas
dê greve
pros sorrisos
se entregue
sinta a tocar
feito flocos de neve
leve
tão leve
e se eleve.
O pecado é um crime espiritual, que pode gerar para alma, um breve período de prisão ou até uma prisão eterna, isso depende da atitude do criminoso após o delito cometido.
Somos os átomos do universo, tão pequenos e com um tempo de vida tão breve que é como se nunca tivéssemos existido.
Todos, os que dizem não ter tempo para apreciar a brevidade da vida, um dia, certamente suplicarão por longevidade. Quando a morte chegar, todos obrigatoriamente, teremos tempo para vivê-la.
Ensaios de Angústia vol.1 - Dilemas de Vida e de Morte. Thiago S. Oliveira (1986 a).
A vida é um espetáculo breve, imperdível e magnífico; porém, nem tudo nesse espetáculo deve ser levado a sério, se não perde a graça e o encanto.
SAUDAÇÃO À ALVORADA
Cuida deste dia!
Ele é a vida, a própria essência da vida.
Em seu breve curso
Estão todas as verdades e realidades da tua existência:
A bênção do crescimento,
A glória da ação,
O esplendor da realização.
Pois o dia de ontem não é senão um sonho.
E o amanhã somente uma visão.
Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem
num sonho de ventura;
E os dias de amanhã numa visão da esperança.
Cuida bem, pois, do dia de hoje!
Eis a saudação à alvorada!
Nota: O poema costuma ser atribuído a Kalidasa e a Sir William Osler. Apesar de estar presente no livro deste último, há um trecho dizendo que sua origem vem do sânscrito e que ele foi enviado a Sir William. Portanto, sua verdadeira autoria é desconhecida.
...MaisA juventude é um breve chamuscar, uma ilusão de eternidade que reluz no crepúsculo e se desvanece na aurora.
uma parte significativa da nossa breve vida depende muito do que conseguimos extrair do nosso entorno.
só não é tão simples quanto parece, uma vez que, a nossa capacidade de colher lições diárias seja de dores, pessoas e circunstâncias...está permanentemente ligada ao quanto nos progredir de dentro pra fora, ou seja, a maneira como interagimos com o mundo externo está atrelado a nossa realidade interna.
plantamos dentro, colhemos melhor fora.
nos transformamos dentro, e é refletido fora.
o choque com o mundo lá fora é mensurado pela influência da identidade que criamos no meio que vivemos.
Depois que nos damos conta da brevidade da vida, deixamos de perder tempo com coisas, pessoas e situações que não valem o nosso desgaste.
A vida é breve, um sopro passageiro E a morte chega como uma certeza sem fim Mas enquanto houver vida em mim, será para te amar.
E ao findar de mais uma jornada diária, recebo inevitavelmente um convite à um breve repouso na janela da condução. Todavia, por mais instigante e convidativo que o seja, em nenhuma hipótese dê prioridade à escuridão do enfado ao fechar dos olhos perante ao privilégio em contemplar a luz percorrer as paisagens mais inefáveis desenhadas pelo Criador de toda a criação.
E cada dia mais a vida vai se tornando solitária, com breves momentos de intervalo.
Como um dia nublado que, ora ou outra, deixa passar uma réstia de sol.
Home office, dia-a-dia, decepções, perdas, parece que potencializam uma certa preguiça social.
E assim a vida continua, como o mar que cresce em volta de uma pequena ilha chamada EU.
No palco da vida, breve jornada,
Cada alma dança, uma balada.
Efêmero é o tempo que aqui se tem,
Mas na essência da existência, há um além.
Não são anos que contam a história,
É a intensidade que traz à memória.
Na dança efêmera do respirar,
Encontramos razões para amar.
Não importa o relógio que tic-taca,
Mas sim a alegria que em nós se destaca.
Cada batida do coração, um compasso,
A vida, um poema que escrevemos em abraços.
Morreremos todos, destino comum,
Mas como vivemos é o nosso cartum.
No caderno do tempo, o que gravamos,
São os sorrisos, os amores que deixamos.
Que a melodia da vida seja intensa,
Que o amor seja a essência.
Na efemeridade do nosso viver,
A beleza está em aprender a florescer.
A vida é bela e breve como os orvalhos.
Vivemos a vida como se ela fosse interminável. Mas entre a mesmice e a velhice é um pequeno intervalo de tempo. Olhe para sua história: não parece que você dormiu e acordou nessa idade? Para as pessoas superficiais, a rapidez da vida estimula a viver destrutivamente, sem pensar nas consequências dos seus comportamentos. Para os sábios, a brevidade da vida convida-os a valorizá-la como um diamante de inestimável valor.
Ser sábio não significa ser perfeito, não falhar, não chorar e não ter momentos de fragilidade. Ser sábio é aprender a usar cada dor como uma oportunidade para aprender lições, cada erro como uma ocasião para corrigir caminhos, cada fracasso como uma chance para recomeçar. Nas vitórias, os sábios são amantes da alegria; nas derrotas, são amigos da interiorização. Você é sábio? Viaja para dentro de si mesmo? A grande maioria de nós provavelmente conhece no máximo a antessala da própria personalidade.
