Brasileiro
No Estado brasileiro, a liberdade religiosa protege a crença, a ciência protege a investigação e o agnosticismo protege intelectualmente a possibilidade de dizer: “não sabemos”.
O Direito brasileiro não pode transformar uma crença em fato científico, assim como a ciência não pode transformar uma hipótese sobre Deus em sentença definitiva sobre o transcendente.
O Estado brasileiro deve financiar ciência sem transformar nenhuma metafísica em ciência oficial, porque investigação pública exige critérios públicos de evidência.
O Direito brasileiro não deveria perguntar se uma religião é cientificamente verdadeira antes de proteger sua liberdade, porque direitos não dependem de resolver o mistério do universo.
O Direito brasileiro precisa da ciência para compreender riscos, mas precisa do agnosticismo para lembrar que evidência científica não responde automaticamente a todas as perguntas morais e metafísicas.
O Direito brasileiro precisa da ciência não para descobrir sozinho o que é moralmente certo, mas para compreender melhor as consequências reais de suas decisões.
O Estado brasileiro não precisa escolher entre evolução e religião; precisa garantir que evolução seja ensinada como conhecimento científico e religião seja protegida como liberdade de consciência.
O Direito brasileiro pode proteger a liberdade de acreditar em uma cura milagrosa sem reconhecer juridicamente que a cura esteja cientificamente comprovada.
O Direito brasileiro deveria tratar a ignorância científica como problema de educação, e não como convite para preencher lacunas de conhecimento com certezas metafísicas.
O Direito brasileiro pode proteger uma crença sem reconhecer como fato científico todas as afirmações feitas em seu nome.
Northon Salomão de Oliveira é jurista da comunicação e escritor brasileiro, autor de mais de 1.500 artigos e de dezenas de livros acadêmicos e de ficção. Sua produção transita por Direito, ciência, tecnologia, filosofia, psicologia, literatura, economia, administração, marketing, antropologia e cultura, com especial interesse pelas transformações contemporâneas e pelos temas de fronteira que emergem da interação entre esses campos. No âmbito acadêmico, investiga problemas situados na interseção entre o Direito e outras áreas do conhecimento, em busca de compreender fenômenos que desafiam as fronteiras tradicionais das disciplinas. Na literatura, desenvolve romances, suspenses e ficção jurídico-filosófica para diferentes faixas etárias, incluindo projetos educacionais desenvolvidos em parceria com prestigiadas editoras internacionais, como a Luso-brasileira Kotter e a britânica Camden House. Uma marca central de sua obra literária é retirar o Direito do papel meramente decorativo e transformá-lo em estrutura narrativa — com intensidade proporcional à maturidade do leitor: Para o público adulto, a lei assume a forma de atmosfera e fricção: tensiona a fronteira entre o moralmente correto e o juridicamente admissível, entre a verdade dos fatos e a verdade processual. Responsabilidade, prova, autoridade, poder e os pontos cegos das instituições tornam-se matéria-prima de conflitos e dilemas humanos. Para o público infantojuvenil, o Direito ganha forma de aventura e lógica material. Escrituras, testamentos e registros tornam-se peças de um quebra-cabeça investigativo — descobertas pela ação, pela curiosidade e pela resolução de problemas, nunca pela exposição técnica. Nessa concepção, o volume de Direito numa obra não se mede pela quantidade de artigos ou normas citados, mas pelo peso que uma regra exerce sobre as decisões dos personagens: a criança encontra a lógica da justiça na aventura; o adolescente descobre o peso das obrigações e das consequências; o adulto confronta os dilemas institucionais da vida real. Entre suas principais coletâneas estão The Odyssey (edição em inglês) e A Odisseia (edição brasileira), reunindo 60 obras selecionadas por seus leitores. Soma-se a esse percurso O Prédio que Aprendeu a Escutar, novo lançamento pela Kotter Editorial, que amplia sua investigação literária sobre os espaços, as relações humanas e as dimensões menos evidentes da experiência cotidiana. Sua produção estabelece, assim, uma ponte entre investigação intelectual e imaginação literária, fazendo do Direito um tribunal sem teto, aberto aos ventos da filosofia, aos relâmpagos da ciência, às tempestades da tecnologia, às profundezas da psicologia, às engrenagens da economia, aos espelhos da literatura e aos movimentos invisíveis que transformam a sociedade antes mesmo que a lei consiga nomeá-los. Desenvolve também projetos e propostas de obras voltados à renovação do pensamento jurídico, político e social no Brasil, estruturando uma ampla coleção analítica sobre os dilemas contemporâneos e futuros do país. Esses trabalhos articulam dogmática jurídica, sociologia, economia, filosofia e ciência de dados para diagnosticar problemas estruturais, interpretar as transformações institucionais e propor reformas profundas capazes de responder aos desafios do presente e do futuro.
Northon Salomão de Oliveira é um jurista brasileiro de produção intelectual interdisciplinar, cuja obra aproxima o Direito da comunicação, da tecnologia e do comportamento humano.
431🙏🌹A humanidade e o povo Brasileiro grande parte seguem ainda anestesiados com os descasos de determinadas autoridades em Quase todos os seguimentos sociais, onde a falência de órgãos públicos, noticiado pela imprensa regular e mídias sociais divulgam com bastante frequência os desmandos e o caus, dentro das principais instituições que fiscalizam e regulam o andamento de decisões importantes, fora da realidade constitucional das nações e principalmente no Brasil, atropelando sem piedade às leis reguladora de forma geral, em que certas autoridades condenam e absolvem de acordo com suas vontades inocentes e culpados, ignorando e atropelando, pessoas em todos os níveis sociais, prejudicando aterrorizando vidas e famílias causando distúrbios físico e mental em uma perseguição implacável onde várias outros órgãos fiscalizadores inclusive a imprensa convencional simplesmente se calam e se cegam para tal injustiça, não divulgam às arbitrariedades cometidas por autoridades em tela, uma covardia e crueldades escancarada sem precedentes, muito triste e o povo aterrorizado e acomodados fecham os olhos, esquecendo sofrimentos que perseguidos passaram por ideologias totalitárias, fascista, nazista e terrorista e que pode se repetir com a omissão, descaso e medo, quando a força do povo é o sacrifício pacífico que libertará todos das perseguições de homens que se acham deuses... vamos orar, buscando o despertar da consciência, a expansão da consciência, para vencermos às trevas e a ignorância humana, Deus é justiça e ela virá no momento do criador onde todos nós colheremos aquilo que plantamos, nossas tendências nos levará para novas escolas em planos regenerados ou inferiores, nossas colheitas é o resultado do nossos plantios Reflita...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
413🙏🌹 Às turbulências que o Brasileiro vive hoje é resultado de vibrações ruins, negativas, mas é passageira como todo mal, como tantas e tantas outras que o Brasil e o mundo viveu mas o mal é passageiro... E turbulências malignas se acalma com preces orações e vibrações de luz, e todo planeta viveu, cada qual no seu tempo quando esteve no plano físico com essas mesmas vibrações que vivemos hoje, num passado próximo tivemos um grande conflito armado, (a segunda guerra mundial) onde alguns líderes de nações associados ao regime nazista destruíu inúmeras cidades, em vários pontos com bombardeios covardes e descabidos ceifando vidas de homens, mulheres, crianças e idosos pela ganância do poder e do dinheiro justamente devido ás más vibrações de todos que viveram ou não os horrores da da guerra onde regimes autoritários com preconceito de raças, homossexualismo e religiões ceifavam vidas de todas as idades aterrorizando prisioneiros com crueldades em Campos de concentração, na tentativa da dominação do mundo, e durante o conflito escravisavam seus prisioneiros civis, militares e pessoas contrárias a guerra, e incorporavam crianças para proteger a causa em seus exércitos, sem falar nos conflitos pontuados no planeta, o regime nazista, comunista, terroristas e fascistas, são os piores, mudemos nossas frequências vibracional, o planeta passará a quinta dimensão e quem não se alinhar a luz divina, replicara em mundos inferiores de acordo com a tendência de cada um, somos seres em Ascenção, no momento encarnados no plano físico, a nossa sala de aula, todos estão em estágio de aprendizado para evoluir, assim alcançamos o plano regenerador, não sejam insensatos, faça o bem sem olhar a quem , pratique às boas obras, tenha um bom viver, e procure ter o seu despertar da consciência busque através das preces orações e vibrações de luz, assim a vitória virá, Deus conosco...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA...Ayache Vidal.
O Candomblé brasileiro é cultura e musica, esta é a verdade. Nos toques noturnos do Rum, Rupi, Lé e o Gan que são instrumento sagrados que dão ritmos ao candomblé. O culto sagrado que deu origem a cultura e assim deve ser tratada. Inclusa na diversidade artística e cultural brasileira.
Contra o Halloween estrangeiro, no dia 31 de Outubro, só mesmo o nosso Saci Pererê brasileiro, indigena e negro.
A grande novidade do Carnaval brasileiro do século XXI, são as bandas e as folias de Momo das seitas neo-pentecostais. Parece mesmo que com Deus os pecados da carne ficam bem menores.
O Abuso
"O abuso psicológico contra a mulher é tipificado no
direito brasileiro como o crime deviolência psicológica,
previsto no artigo 147-B do Código Penal.
Como a Lei Define o Crime
O crime consiste em causar dano emocional que perturbe
o pleno desenvolvimento da mulher ou vise degradar e
controlar suas ações, crenças e decisões por meio de
ameaças, humilhações, isolamento ou limitação da
autodeterminação." Fonte: jusbrasil.com.br
Alguns Proverbios Brasileiro:
Uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto.
Cabeça vazia, oficina do diabo.
Um olho no peixe e o outro no gato.
Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia.
Macaco velho não pula em galho seco.
Não se entra em briga que não se pode ganhar.
O pior cego é o que não quer ver.
Seja dono da sua boca, para não ser escravo de suas palavras.
Ri melhor quem ri por último.
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Quem não arrisca não petisca.
Não coloque todos os ovos em uma mesma cesta.
A rico não devas, a pobre não prometas.
Quem canta seus males espanta...
(Patife - Domínio Publico)
