Brasileiro
O brasileiro precisa entender que a única coisa vermelha que faz bem, é o sangue que corre em suas veias.
O Estado brasileiro representado pelas instituições, nos obriga a comer capim seco com óculos verdes, afinal nos comparam com burros que fazem escolhas erradas - votam com palas.
O Estado brasileiro despreza seu povo e cuida muito mal dele.
O Judiciário brasileiro é ruim. É lento, ineficaz e pouco coerente. Se levarmos em conta o fator preço —1,43% do PIB—, é sério candidato ao posto de pior do mundo.
Mar de lama
Eu sou apenas
um sujeito brasileiro e
como tantos outros
tenho medos, sonhos
amores e desamores,
mas não me esqueço
nem por um segundo que
sou apenas um sujeito
brasileiro, rejeitado e
preso a rejeitos de
um mar de lama e
dinheiro.Eu sei que
minhas lagrimas não
valem mais do que o
seus milhões em minérios,
mas seu moço, no momento
elas são tudo que eu tenho.
Crônica
Campeonato Nacional da Sobrevivência
Se o brasileiro colocasse na política metade da paixão que coloca no futebol, talvez o Congresso tivesse comentarista esportivo, VAR e até torcida organizada fiscalizando votação.
Imagine a cena:
— Foi pênalti ou não foi?
— Não sei. Mas a reforma tributária passou sem ninguém perceber.
Enquanto isso, milhões de especialistas em escalação discutem durante semanas se o lateral deveria jogar mais avançado, mas não sabem o nome do vereador que ajudaram a eleger.
No futebol, o cidadão conhece a tabela de cor, a artilharia completa, os cartões recebidos, os confrontos históricos e até a previsão de chuva para o dia da partida.
Já na própria carreira...
— Como está seu plano para os próximos cinco anos?
— Que plano?
— O profissional.
— Ah... achei que você estava falando do campeonato.
E assim segue a vida.
O brasileiro acorda cedo, enfrenta ônibus lotado, trânsito engarrafado, fila, burocracia, boleto, carnê, prestação, taxa, imposto e mais uma coleção de surpresas que parecem surgir diretamente da criatividade nacional.
Trabalha de segunda a segunda para, no final do mês, descobrir que o salário entrou na conta apenas para fazer uma visita rápida.
Mal chega e já vai embora.
As contas fazem festa.
O dinheiro nem participa.
Mas seria injusto dizer que o povo vive apenas de sofrimento.
O brasileiro possui uma habilidade rara: consegue fabricar felicidade com matéria-prima quase inexistente.
Faz churrasco com pouco carvão.
Faz festa com pouco dinheiro.
Faz amizade na fila.
Faz piada da própria desgraça.
E quando a vida aperta, ainda encontra força para sorrir.
Talvez seja por isso que os governantes gostem tanto de oferecer distrações. Afinal, um povo entretido reclama menos.
Desde os tempos antigos existe uma fórmula famosa: pão e circo.
Por aqui, às vezes falta o pão, mas o circo nunca atrasa.
Quando não é futebol, é novela.
Quando não é novela, é reality show.
Quando não é reality show, aparece alguma polêmica da semana para ocupar a mente de todo mundo.
Enquanto isso, os anos passam silenciosamente.
Os cabelos embranquecem.
Os sonhos envelhecem.
As prestações se multiplicam.
E a aposentadoria parece um personagem de ficção.
Ainda assim, existe algo admirável nisso tudo.
Mesmo carregando dificuldades que derrubariam muita gente, o brasileiro continua acreditando no amanhã.
Continua ajudando o vizinho.
Continua dividindo o pouco que tem.
Continua encontrando beleza nas pequenas coisas.
No café compartilhado.
Na conversa da calçada.
No gol marcado aos quarenta e cinco do segundo tempo.
No abraço sincero.
Na família reunida.
Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado nas contas bancárias.
Talvez ela esteja justamente nessa capacidade extraordinária de sobreviver sem perder completamente a alegria.
Mas confesso uma coisa.
Se um dia o brasileiro resolver acompanhar sua educação, sua profissão e a política com a mesma paixão que acompanha uma final de campeonato, o mundo inteiro vai precisar rever seus conceitos.
Porque aí deixaremos de disputar apenas a taça da sobrevivência.
E passaremos a jogar a grande final do desenvolvimento.
Até lá, seguimos em campo.
Entre boletos e esperanças.
Entre trabalho e sonhos.
Entre migalhas e sorrisos.
Porque desistir nunca foi o esporte favorito do brasileiro.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
O País do Amanhã Que Nunca Chega
O brasileiro é uma criatura fascinante.
Possui sonhos grandiosos, planos extraordinários e uma habilidade impressionante de adiar ambos para a próxima segunda-feira.
Quer a casa própria.
Quer o carro novo.
Quer viajar.
Quer empreender.
Quer mudar de vida.
Quer aprender outro idioma.
Quer emagrecer.
Quer economizar.
Quer investir.
Quer tudo.
Só não quer, às vezes, o compromisso diário que transforma desejo em conquista.
Existe uma diferença enorme entre querer possuir algo e querer construí-lo.
Muitos desejam a colheita.
Poucos se apaixonam pelo plantio.
E assim seguimos vivendo no país do "depois eu vejo", do "semana que vem eu resolvo" e do famoso "deixa comigo", que normalmente significa exatamente o contrário.
A enrolação tornou-se quase um patrimônio cultural.
Há quem passe mais tempo explicando por que não fez do que realmente fazendo.
E o curioso é que essa mania não prejudica apenas a pessoa.
Ela atinge a família, o trabalho, o sistema e, de certa forma, a própria nação.
Afinal, um país não é feito apenas por governos.
É feito também pelos hábitos de quem o habita.
Mas talvez a parte mais engraçada seja o discurso moral.
O brasileiro adora falar de honestidade.
Principalmente quando o assunto é a honestidade dos outros.
Critica a corrupção em Brasília enquanto procura um jeito de não emitir nota fiscal.
Indigna-se com os desvios milionários enquanto assiste televisão por uma ligação clandestina.
Condena os políticos por esconderem patrimônio enquanto mantém um dinheiro reservado que nem a esposa conhece.
Fala sobre transparência, mas possui segredos suficientes para preencher um arquivo inteiro.
Alguns levam uma vida matrimonial.
Outros levam uma vida paralela.
E há aqueles que conseguem administrar duas ou três versões de si mesmos ao mesmo tempo.
Uma verdadeira empresa de personalidade limitada.
O mais curioso é que todos conhecem a solução para os problemas do país.
Pergunte em qualquer esquina.
O especialista surgirá imediatamente.
Resolverá economia, educação, segurança, saúde e relações internacionais em menos de quinze minutos.
Mas quando chega a hora de organizar o próprio guarda-roupa, a consultoria encerra suas atividades por tempo indeterminado.
Existe também uma paixão nacional por observar a vida alheia.
O gramado do vizinho é sempre assunto.
A pintura da casa ao lado.
O carro novo da rua.
A promoção do colega.
O casamento dos outros.
Tudo desperta interesse.
Enquanto isso, o próprio quintal continua esperando uma limpeza prometida desde o verão passado.
E reclamar...
Ah, reclamar talvez seja o esporte mais praticado do país.
Se faz calor, o sol exagerou.
Se chove, a chuva não dá trégua.
Se esfria, o inverno passou dos limites.
Se melhora, certamente há algo suspeito acontecendo.
Nada parece suficientemente bom.
Ao mesmo tempo, pouco é feito para melhorar aquilo que está ao alcance das próprias mãos.
E quando finalmente realiza algo positivo, por menor que seja, inicia-se outra tradição nacional.
A divulgação.
O anúncio.
A cerimônia.
A autopromoção.
O cidadão troca uma lâmpada e quase espera receber uma medalha por serviços prestados à humanidade.
— Viu o que eu fiz?
— Percebeu minha contribuição?
— Notou meu esforço?
E assim, aquilo que deveria ser um gesto simples transforma-se em um documentário de longa duração.
Os anos passam.
As promessas envelhecem.
Os planos acumulam poeira.
As desculpas ganham experiência.
A esposa se cansa de ouvir que tudo mudará no próximo mês.
Os filhos crescem escutando projetos que nunca saem do papel.
Às vezes o casamento termina.
Às vezes a paciência termina antes.
Mas certas manias permanecem firmes e fortes.
O discurso continua.
As justificativas continuam.
As reclamações continuam.
As promessas continuam.
E o amanhã segue lotado de intenções que jamais chegam ao presente.
Talvez por isso o brasileiro seja, ao mesmo tempo, motivo de preocupação e de admiração.
Preocupação pelas oportunidades desperdiçadas.
Admiração pela capacidade de continuar acreditando que tudo pode melhorar.
Mesmo quando insiste em repetir exatamente os mesmos hábitos.
No fundo, somos um povo que sonha grande, trabalha muito, reclama bastante, improvisa demais e muda menos do que promete.
Talvez a verdadeira transformação comece no dia em que passarmos menos tempo observando os erros do mundo e mais tempo corrigindo os nossos.
Porque nenhum país se torna melhor apenas apontando defeitos.
Mas pode começar a melhorar quando cada cidadão resolve limpar o próprio quintal antes de fiscalizar o jardim do vizinho.
Até lá, seguiremos fazendo planos para segunda-feira.
Mesmo sabendo que hoje já é quinta.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
O futebol brasileiro
O futebol brasileiro transcende o esporte
E configura-se como um fenômeno social,
Um pilar de identidade cultural forte
E uma paixão de movimento comercial.
A Seleção Canarinho é a única seleção
Que disputou todas as Copas do Mundo
E detém o recorde absoluto da competição
E o título de penta com sentimento profundo.
A seleção do passado era feita de lendas,
Hoje é composta apenas de estrelas.
Jogava-se mesmo por amor à camisa,
E nos altos salários não se economiza.
Embora o país seja uma potência histórica
O cenário atual é de muitas controvérsias,
Sentimento misto de cobrança categórica
Por melhorias estruturais reais sérias.
Todos se tornam técnicos durante a copa.
Escalam um time à sua maneira de ver,
Criam um time clássico e ofensivo como tropa,
Priorizam um equilíbrio tático para vencer.
Grandes nomes revelam talentos imortais,
Eternizando um estilo de jogo bonito.
E hoje vivendo na expectativa de finais,
Com uma equipe que nos deixa aflitos.
A velocidade nas pontas é fundamental,
A criatividade no meio-campo essencial,
A zaga precisa ser forte e atenta,
Para neutralizar o adversário e seu potencial.
O centroavante sempre atento e preciso
Para chutar a bola direto para a rede,
O gol garante a festa e o sorriso,
Matando da torcida toda a sua sede.
A seleção vai mais uma vez e tenta
Superar a conquista depois do penta
Alegrar toda a nação brasileira
E afastar para longe a tormenta.
Raimundo Nonato Ferreira
Junho/2026
Se o povo brasileiro cobrasse dos governantes com a mesma intensidade com que cobra dos jogadores de futebol, seguramente seríamos um país de primeiro mundo.
Se o cidadão brasileiro exigisse resultados dos governantes com o mesmo rigor, constância e paixão com que cobra os jogadores de futebol, o Brasil certamente já teria alcançado o patamar de uma grande potência.
"Tiradentes, um "herói" brasileiro, em prol da da nossa liberdade!... Realmente, o mundo precisa de homens de coragem e de honestidade!"
Otávio Abadio Bernardes
Gyn, 21 de abril de 2026.
Rap – História Não Vence Copa
Helaine Machado
A grande fé do brasileiro é tirar o atraso,
vinte e quatro anos esperando o mesmo abraço.
Mas futebol não depende de um só jogador,
onze entram em campo, onze têm valor.
Quando a bola rola, parece faltar conexão,
um apagão estranho toma conta da seleção.
A torcida não entende, tenta até explicar,
mas o talento sozinho não consegue carregar.
Raphinha é o nome do momento, dizem por aí,
mas entre faltas e marcação não consegue fluir.
Endrick ainda aprende o peso da competição,
Copa do Mundo não perdoa falta de adaptação. Helaine machado
He
Ninguém sabe, ninguém viu, cadê a inspiração?
A bola passa distante da imaginação.
Vestem a camisa amarela, carregam tradição,
mas esqueceram que passado não ganha competição.
Sobre a Arte do Povo Brasileiro
O Brasileiro é o único Povo da face da Terra, que consegue usar o pouco de inteligência do cérebro que lhe resta, e emprega todo o esforço em seu uso, para continuar burro. Em outras palavras: é o único Povo que consegue usar a engenharia da Inteligência, para continuar sendo IMBECIL!
Às 06:52 in 18.07.2026
Ao cruzar essas 3 espécies: um supremacista americano, um extremista judeu e um jumento brasileiro, foi gerado um bolsonarista!
431🙏🌹A humanidade e o povo Brasileiro grande parte seguem ainda anestesiados com os descasos de determinadas autoridades em Quase todos os seguimentos sociais, onde a falência de órgãos públicos, noticiado pela imprensa regular e mídias sociais divulgam com bastante frequência os desmandos e o caus, dentro das principais instituições que fiscalizam e regulam o andamento de decisões importantes, fora da realidade constitucional das nações e principalmente no Brasil, atropelando sem piedade às leis reguladora de forma geral, em que certas autoridades condenam e absolvem de acordo com suas vontades inocentes e culpados, ignorando e atropelando, pessoas em todos os níveis sociais, prejudicando aterrorizando vidas e famílias causando distúrbios físico e mental em uma perseguição implacável onde várias outros órgãos fiscalizadores inclusive a imprensa convencional simplesmente se calam e se cegam para tal injustiça, não divulgam às arbitrariedades cometidas por autoridades em tela, uma covardia e crueldades escancarada sem precedentes, muito triste e o povo aterrorizado e acomodados fecham os olhos, esquecendo sofrimentos que perseguidos passaram por ideologias totalitárias, fascista, nazista e terrorista e que pode se repetir com a omissão, descaso e medo, quando a força do povo é o sacrifício pacífico que libertará todos das perseguições de homens que se acham deuses... vamos orar, buscando o despertar da consciência, a expansão da consciência, para vencermos às trevas e a ignorância humana, Deus é justiça e ela virá no momento do criador onde todos nós colheremos aquilo que plantamos, nossas tendências nos levará para novas escolas em planos regenerados ou inferiores, nossas colheitas é o resultado do nossos plantios Reflita...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
413🙏🌹 Às turbulências que o Brasileiro vive hoje é resultado de vibrações ruins, negativas, mas é passageira como todo mal, como tantas e tantas outras que o Brasil e o mundo viveu mas o mal é passageiro... E turbulências malignas se acalma com preces orações e vibrações de luz, e todo planeta viveu, cada qual no seu tempo quando esteve no plano físico com essas mesmas vibrações que vivemos hoje, num passado próximo tivemos um grande conflito armado, (a segunda guerra mundial) onde alguns líderes de nações associados ao regime nazista destruíu inúmeras cidades, em vários pontos com bombardeios covardes e descabidos ceifando vidas de homens, mulheres, crianças e idosos pela ganância do poder e do dinheiro justamente devido ás más vibrações de todos que viveram ou não os horrores da da guerra onde regimes autoritários com preconceito de raças, homossexualismo e religiões ceifavam vidas de todas as idades aterrorizando prisioneiros com crueldades em Campos de concentração, na tentativa da dominação do mundo, e durante o conflito escravisavam seus prisioneiros civis, militares e pessoas contrárias a guerra, e incorporavam crianças para proteger a causa em seus exércitos, sem falar nos conflitos pontuados no planeta, o regime nazista, comunista, terroristas e fascistas, são os piores, mudemos nossas frequências vibracional, o planeta passará a quinta dimensão e quem não se alinhar a luz divina, replicara em mundos inferiores de acordo com a tendência de cada um, somos seres em Ascenção, no momento encarnados no plano físico, a nossa sala de aula, todos estão em estágio de aprendizado para evoluir, assim alcançamos o plano regenerador, não sejam insensatos, faça o bem sem olhar a quem , pratique às boas obras, tenha um bom viver, e procure ter o seu despertar da consciência busque através das preces orações e vibrações de luz, assim a vitória virá, Deus conosco...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA...Ayache Vidal.
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