Brasileiro

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A laicidade do Estado Brasileiro
deve ser defendida com unhas e dentes,
ou a nossa Constituição acabará desunhada e desdentada.
✍©️@MiriamDaCosta

É mais fácil entender a diferença
do futebol brasileiro, e americano,
que vegano e Vegetariano.

Começo por acreditar e desenvolver o que um rapper brasileiro SID, falou dizendo a morte de um cachorro, por vezes, gera mais desconforto, mais revolta pública e maior repercussão do que a morte de uma mulher negra e grávida, de homens esquecidos pela pobreza ou de crianças abandonadas à própria sorte.

Eu concordo.
Isto não significa negar os direitos dos animais. Todo ser vivo merece respeito. Humanos, animais, plantas e até os próprios malfeitores carregam dentro de si o direito de existir. O problema não está no amor dedicado aos animais. O problema está na indiferença selectiva que a sociedade desenvolveu diante da dor humana. Chegámos a um tempo em que muitos choram diante de um vídeo de um cão ferido, mas deslizam o dedo com frieza diante da notícia de uma criança morta pela fome, de uma mulher assassinada ou de famílias inteiras destruídas pela miséria.

Não porque o animal não mereça compaixão, mas porque o sofrimento humano foi banalizado pela repetição, pela política, pela desigualdade e pelo costume. A dor tornou-se espectáculo. E o espectáculo escolhe aquilo que provoca mais emoção instantânea. Um animal, muitas vezes, aparece aos olhos do povo como inocente, puro e incapaz de maldade. Já o ser humano é constantemente julgado pela sua cor, pela sua classe social, pela zona onde vive, pela forma como fala ou até pela roupa que veste.

A sociedade aprendeu a humanizar certos animais, mas continua a desumanizar muitos humanos. É triste admitir que, em certos casos, um cachorro recebe mais atenção médica, mais campanhas de solidariedade e mais defesa pública do que um cidadão pobre abandonado num hospital sem medicamentos. Enquanto isso, mulheres continuam a morrer nos corredores da negligência, crianças crescem sem saneamento, e homens desaparecem silenciosamente dentro da depressão e da fome.

Não se trata de escolher entre defender animais ou defender pessoas. Uma sociedade equilibrada deve proteger ambos.

"Que a poesia continue a ser um meio de libertação"

O Brasil 🇧🇷
(suas instituições governamentais, jurídicas e o próprio povo brasileiro) tem o dever ético e moral de deixar de tratar o clã Bolsonaro e seus aliados como representantes legítimos de uma corrente ideológica de direita ou extrema direita.


O bolsonarismo, pelo que demonstrou ser ao longo dos anos, ultrapassou os limites da disputa política e passou a simbolizar um projeto profundamente marcado por práticas antidemocráticas, pela violência política, pela disseminação do ódio, pela desinformação e por relações obscuras com estruturas criminosas e milicianas.


A direita e a extrema direita brasileiras,
assim como setores das instituições nacionais (inclusive das Forças Armadas) tiveram suas imagens profundamente manchadas por essa onda nefasta.


Nunca, na história política recente do Brasil,
um movimento produziu efeitos tão devastadores em tantas dimensões da vida nacional: social, institucional, ética, democrática e humana.


E aqueles que continuam sustentando, normalizando ou defendendo esse projeto político tornam-se, de alguma forma, coniventes com tudo aquilo que ele representa.


✍@MiriamDaCosta

O futebol brasileiro encontra-se em estado de mediocridade, uma vez que os melhores jogadores foram vendidos para a Europa. O que nos resta são atletas desconhecidos, comprados a preços irrisórios, de futebol sofrível, contratados de países vizinhos.



Benê Morais

Quando o futebol brasileiro passou a se encher de técnicos e jogadores estrangeiros medíocres, o nível caiu assustadoramente. Não se trata de xenofobia, mas de uma constatação.


Benê Morais

Já que os técnicos e jogadores que atuam no futebol brasileiro são estrangeiros, a seleção brasileira ideal deveria ser formada por: Rossi, Andrés Gómez, Gustavo Gómez, Cuesta, Piquerez, Arrascaeta, Carrascal, Jhon Arias, Borré, Flaco López,
Carbonero. Sem xenofobismo.



Benê Morais.

No futebol brasileiro, um jogador meia-boca custa R$ 50 milhões. Como o clube não tem essa grana, prefere pagar multas aos técnicos demitidos: sai mais barato trocar de treinador do que admitir que o elenco é ruim. Afinal, enganar a torcida sempre sai mais barato.

Benê Morais

O futebol brasileiro, outrora majestoso, hoje se arrasta em decadência. Recheado de jogadores latinos do baixo clero, o nosso campeonato nacional mais parece uma caricatura: uma verdadeira Copa do Terceiro Mundo.


Benê Morais⁠

“Não adianta aumentar o salário do brasileiro se o custo de vida sobe junto. Quando o aluguel, a comida e as contas aumentam na mesma velocidade, o trabalhador continua no mesmo lugar, apenas com números maiores no bolso e o mesmo aperto no fim do mês.”

Esse argumento parece partir da ideia de que o trabalhador brasileiro acorda de manhã com uma lista de empregos perfeitos na mesa e escolhe o 6x1 por hobby. A realidade é bem diferente: a maioria aceita porque precisa pagar aluguel, comida e contas — não porque acha a escala maravilhosa. “Se está ruim, troca de empresa” é um conselho fácil de dar quando não se depende desesperadamente do salário no fim do mês.
E curioso como toda vez que se fala em melhorar a vida do trabalhador aparece o mesmo roteiro apocalíptico: “vai quebrar empresas”, “a economia vai acabar”, “ninguém vai sobreviver”. Diziam isso contra férias, jornada de 8 horas, descanso semanal e até contra o fim do trabalho infantil. A história mostra que a economia não acabou — ela apenas teve que se adaptar a limites mínimos de dignidade.
Outra coisa engraçada é tratar exaustão como se fosse frescura. Um funcionário trabalhando 6 dias seguidos, vivendo cansado e sem tempo pra família ou descanso não vira “mais produtivo”, vira só mão de obra esgotada. Depois reclamam de depressão, burnout, afastamentos e baixa produtividade como se tudo surgisse do nada.
E o argumento entra em contradição quando admite que o problema real são impostos altos e falta de apoio às pequenas empresas, mas ainda assim prefere jogar o peso inteiro nas costas do trabalhador. Ou seja: o empresário sofre com o sistema, então quem tem que compensar isso é o empregado abrindo mão da própria qualidade de vida.
No fim, “aceitou as condições” não é argumento moral, é argumento de resignação. Quem aceita algo por necessidade não está dizendo que aquilo é justo — está dizendo que precisa sobreviver. Tem diferença.

Sou brasileiro e não desisto nunca, isso ocorre devido ao fato que nós brasileiros não temos escolha

Não sou nem Bolsonarista e nem Esquerdista, piorou petista, apenas sou um cidadão brasileiro com opinião própria que beira a Direita e Esquerda, obviamente, como cristão sou conservador em muitas ideias, no entanto, priorizo tirar os pobres da pobreza e termos estatais.⁠

Brasileiro é um povo idólatra. Idolatra cantor, ator, influencer, banda, youtuber, até mesmo participantes de reality e marombeiros de academia. Colocam ídolos no altar de suas vidas. Falta Deus, falta colocar em suas vidas o único que deu a vida por elas: Jesus Cristo.

O brasileiro precisa entender que a única coisa vermelha que faz bem, é o sangue que corre em suas veias.

Estrangeiro em Minha Própria Terra

Sou brasileiro de nascimento,
mas estrangeiro por inclinação;
caminho entre vozes familiares
e nelas não encontro habitação.

Não me seduzem as celebrações ruidosas,
nem o fervor das multidões em festa;
há em meu espírito um silêncio antigo
que à algazarra sempre se manifesta.

Não busco abrigo em bares iluminados,
nem encanto nas noites de ocasião;
vejo taças erguidas ao instante efêmero,
enquanto procuro sentido e reflexão.

As tradições que muitos exaltam
não despertam em mim admiração;
parecem-me frágeis como névoa dispersa,
incapazes de prender meu coração.

Onde outros encontram alegria,
encontro apenas breve distração;
onde celebram costumes e símbolos,
percebo distância e contemplação.

Talvez o erro não esteja na terra,
nem no povo, nem na canção;
talvez eu seja apenas um viajante
em perpétua busca de outra visão.

E assim prossigo, só e pensativo,
entre a pertença e a negação;
brasileiro pelo acaso do destino,
mas cidadão da inquietação.

O problema não é a diferença.
O problema é a intolerância.

O brasileiro é intolerante.

O Estado brasileiro representado pelas instituições, nos obriga a comer capim seco com óculos verdes, afinal nos comparam com burros que fazem escolhas erradas - votam com palas.

Um bom inglês sempre tem em mãos um bom fraque no seu dia mais simples;
Um bom brasileiro sempre tem em mãos a bravura no seu dia mais fraco.

Aqui no Brasil o encontro marcado é um caso de tortura, o brasileiro ama o atraso, e se puder ele esquarteja a pontualidade em fração de segundos.