Brasileiro

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No jogo político brasileiro, zombamos dos políticos de quatro em quatro anos; eles zombam de nós a vida inteira.

O Judiciário brasileiro é muito ruim.

O Estado brasileiro despreza seu povo e cuida muito mal dele.

Luiz Felipe Pondé
Corrupção ideológica destruiu vida política e intelectual. Folha de S.Paulo, 30 nov. 2025.

O Judiciário brasileiro é ruim. É lento, ineficaz e pouco coerente. Se levarmos em conta o fator preço —1,43% do PIB—, é sério candidato ao posto de pior do mundo.

Mar de lama

Eu sou apenas
um sujeito brasileiro e
como tantos outros
tenho medos, sonhos
amores e desamores,
mas não me esqueço
nem por um segundo que
sou apenas um sujeito
brasileiro, rejeitado e
preso a rejeitos de
um mar de lama e
dinheiro.Eu sei que
minhas lagrimas não
valem mais do que o
seus milhões em minérios,
mas seu moço, no momento
elas são tudo que eu tenho.

Crônica


Campeonato Nacional da Sobrevivência


Se o brasileiro colocasse na política metade da paixão que coloca no futebol, talvez o Congresso tivesse comentarista esportivo, VAR e até torcida organizada fiscalizando votação.


Imagine a cena:


— Foi pênalti ou não foi?


— Não sei. Mas a reforma tributária passou sem ninguém perceber.


Enquanto isso, milhões de especialistas em escalação discutem durante semanas se o lateral deveria jogar mais avançado, mas não sabem o nome do vereador que ajudaram a eleger.


No futebol, o cidadão conhece a tabela de cor, a artilharia completa, os cartões recebidos, os confrontos históricos e até a previsão de chuva para o dia da partida.


Já na própria carreira...


— Como está seu plano para os próximos cinco anos?


— Que plano?


— O profissional.


— Ah... achei que você estava falando do campeonato.


E assim segue a vida.


O brasileiro acorda cedo, enfrenta ônibus lotado, trânsito engarrafado, fila, burocracia, boleto, carnê, prestação, taxa, imposto e mais uma coleção de surpresas que parecem surgir diretamente da criatividade nacional.


Trabalha de segunda a segunda para, no final do mês, descobrir que o salário entrou na conta apenas para fazer uma visita rápida.


Mal chega e já vai embora.


As contas fazem festa.


O dinheiro nem participa.


Mas seria injusto dizer que o povo vive apenas de sofrimento.


O brasileiro possui uma habilidade rara: consegue fabricar felicidade com matéria-prima quase inexistente.


Faz churrasco com pouco carvão.


Faz festa com pouco dinheiro.


Faz amizade na fila.


Faz piada da própria desgraça.


E quando a vida aperta, ainda encontra força para sorrir.


Talvez seja por isso que os governantes gostem tanto de oferecer distrações. Afinal, um povo entretido reclama menos.


Desde os tempos antigos existe uma fórmula famosa: pão e circo.


Por aqui, às vezes falta o pão, mas o circo nunca atrasa.


Quando não é futebol, é novela.


Quando não é novela, é reality show.


Quando não é reality show, aparece alguma polêmica da semana para ocupar a mente de todo mundo.


Enquanto isso, os anos passam silenciosamente.


Os cabelos embranquecem.


Os sonhos envelhecem.


As prestações se multiplicam.


E a aposentadoria parece um personagem de ficção.


Ainda assim, existe algo admirável nisso tudo.


Mesmo carregando dificuldades que derrubariam muita gente, o brasileiro continua acreditando no amanhã.


Continua ajudando o vizinho.


Continua dividindo o pouco que tem.


Continua encontrando beleza nas pequenas coisas.


No café compartilhado.


Na conversa da calçada.


No gol marcado aos quarenta e cinco do segundo tempo.


No abraço sincero.


Na família reunida.


Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado nas contas bancárias.


Talvez ela esteja justamente nessa capacidade extraordinária de sobreviver sem perder completamente a alegria.


Mas confesso uma coisa.


Se um dia o brasileiro resolver acompanhar sua educação, sua profissão e a política com a mesma paixão que acompanha uma final de campeonato, o mundo inteiro vai precisar rever seus conceitos.


Porque aí deixaremos de disputar apenas a taça da sobrevivência.


E passaremos a jogar a grande final do desenvolvimento.


Até lá, seguimos em campo.


Entre boletos e esperanças.


Entre trabalho e sonhos.


Entre migalhas e sorrisos.


Porque desistir nunca foi o esporte favorito do brasileiro.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

O País do Amanhã Que Nunca Chega




O brasileiro é uma criatura fascinante.


Possui sonhos grandiosos, planos extraordinários e uma habilidade impressionante de adiar ambos para a próxima segunda-feira.


Quer a casa própria.


Quer o carro novo.


Quer viajar.


Quer empreender.


Quer mudar de vida.


Quer aprender outro idioma.


Quer emagrecer.


Quer economizar.


Quer investir.


Quer tudo.


Só não quer, às vezes, o compromisso diário que transforma desejo em conquista.


Existe uma diferença enorme entre querer possuir algo e querer construí-lo.


Muitos desejam a colheita.


Poucos se apaixonam pelo plantio.


E assim seguimos vivendo no país do "depois eu vejo", do "semana que vem eu resolvo" e do famoso "deixa comigo", que normalmente significa exatamente o contrário.


A enrolação tornou-se quase um patrimônio cultural.


Há quem passe mais tempo explicando por que não fez do que realmente fazendo.


E o curioso é que essa mania não prejudica apenas a pessoa.


Ela atinge a família, o trabalho, o sistema e, de certa forma, a própria nação.


Afinal, um país não é feito apenas por governos.


É feito também pelos hábitos de quem o habita.


Mas talvez a parte mais engraçada seja o discurso moral.


O brasileiro adora falar de honestidade.


Principalmente quando o assunto é a honestidade dos outros.


Critica a corrupção em Brasília enquanto procura um jeito de não emitir nota fiscal.


Indigna-se com os desvios milionários enquanto assiste televisão por uma ligação clandestina.


Condena os políticos por esconderem patrimônio enquanto mantém um dinheiro reservado que nem a esposa conhece.


Fala sobre transparência, mas possui segredos suficientes para preencher um arquivo inteiro.


Alguns levam uma vida matrimonial.


Outros levam uma vida paralela.


E há aqueles que conseguem administrar duas ou três versões de si mesmos ao mesmo tempo.


Uma verdadeira empresa de personalidade limitada.


O mais curioso é que todos conhecem a solução para os problemas do país.


Pergunte em qualquer esquina.


O especialista surgirá imediatamente.


Resolverá economia, educação, segurança, saúde e relações internacionais em menos de quinze minutos.


Mas quando chega a hora de organizar o próprio guarda-roupa, a consultoria encerra suas atividades por tempo indeterminado.


Existe também uma paixão nacional por observar a vida alheia.


O gramado do vizinho é sempre assunto.


A pintura da casa ao lado.


O carro novo da rua.


A promoção do colega.


O casamento dos outros.


Tudo desperta interesse.


Enquanto isso, o próprio quintal continua esperando uma limpeza prometida desde o verão passado.


E reclamar...


Ah, reclamar talvez seja o esporte mais praticado do país.


Se faz calor, o sol exagerou.


Se chove, a chuva não dá trégua.


Se esfria, o inverno passou dos limites.


Se melhora, certamente há algo suspeito acontecendo.


Nada parece suficientemente bom.


Ao mesmo tempo, pouco é feito para melhorar aquilo que está ao alcance das próprias mãos.


E quando finalmente realiza algo positivo, por menor que seja, inicia-se outra tradição nacional.


A divulgação.


O anúncio.


A cerimônia.


A autopromoção.


O cidadão troca uma lâmpada e quase espera receber uma medalha por serviços prestados à humanidade.


— Viu o que eu fiz?


— Percebeu minha contribuição?


— Notou meu esforço?


E assim, aquilo que deveria ser um gesto simples transforma-se em um documentário de longa duração.


Os anos passam.


As promessas envelhecem.


Os planos acumulam poeira.


As desculpas ganham experiência.


A esposa se cansa de ouvir que tudo mudará no próximo mês.


Os filhos crescem escutando projetos que nunca saem do papel.


Às vezes o casamento termina.


Às vezes a paciência termina antes.


Mas certas manias permanecem firmes e fortes.


O discurso continua.


As justificativas continuam.


As reclamações continuam.


As promessas continuam.


E o amanhã segue lotado de intenções que jamais chegam ao presente.


Talvez por isso o brasileiro seja, ao mesmo tempo, motivo de preocupação e de admiração.


Preocupação pelas oportunidades desperdiçadas.


Admiração pela capacidade de continuar acreditando que tudo pode melhorar.


Mesmo quando insiste em repetir exatamente os mesmos hábitos.


No fundo, somos um povo que sonha grande, trabalha muito, reclama bastante, improvisa demais e muda menos do que promete.


Talvez a verdadeira transformação comece no dia em que passarmos menos tempo observando os erros do mundo e mais tempo corrigindo os nossos.


Porque nenhum país se torna melhor apenas apontando defeitos.


Mas pode começar a melhorar quando cada cidadão resolve limpar o próprio quintal antes de fiscalizar o jardim do vizinho.


Até lá, seguiremos fazendo planos para segunda-feira.


Mesmo sabendo que hoje já é quinta.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

O Hino Nacional Brasileiro prova que a emoção da fruição ensina o coração; antes mesmo da compreensão da razão.

A HIPOCRISIA DO ESPORTE BRASILEIRO


A cada dia que passa eu me decepciono cada vez mais com a sociedade brasileira. Atualmente estamos em ano de copa do mundo, claro todo brasileiro vai à loucura, não vejo nada de errado nisso até certo ponto, acho muito bom inclusive, mas minha indignação não está diretamente relacionada a isso, mas sim a uma grande hipocrisia que vem acompanhada dessa excitação. O brasileiro simplesmente esquece que o país está virado de cabeça pra baixo em diversos sentidos, nos esporte, na saúde, na educação, enfim, se for de listar tudo daria para escrever um livro.




Nós, trabalhadores, acordamos cedo todos os dias, trabalhamos duro e no fim do mês recebemos nosso abençoado dinheiro, com muito suor e dedicação. Por outro lado, enquanto isso, os jogadores da seleção brasileira estão nadando em dinheiro, e tudo bem ganhar muito dinheiro, se eles realmente fossem apaixonados pelo esporte, dedicados e acima de tudo honrassem sua camisa. Mas tem um porém muito grande nessa história, a impressão que passam é que uma grande parcela deles - que fique bem claro que não estou generalizando - não amam o que fazem, entram em campo para se mostrar para os patrocínios. Boa parte de seu pensamento está no status que receberão, e em alguns casos, parece até um desfile de moda. Esqueceram há muito tempo a verdadeira essência do futebol, não conseguem fazer o mínimo que é jogar futebol decentemente, entregando o que o torcedor espera e merece.



Quando assisto os jogos antigos de nossa seleção, chega a dar emoção, partidas incríveis aconteciam, os jogadores treinavam muito, e mesmo ganhando uma mixaria de dinheiro, eles estavam lá, porque honraram sua camisa. E se quiser uma prova disso, pergunte para alguém de umas duas gerações passadas, o que acha dos jogos do Brasil de hoje em dia. A decepção em seus olhos é clara, e na maioria dos casos nem acompanham a copa do mundo, e eu não julgo de forma alguma, já que a situação é crítica. E por que ficou dessa forma? Boa pergunta. Acredito que seja pelo fato de ter muito marketing em cima, muita marca querendo ter visibilidade fácil, talvez tenha sido aí que começou a se perder o amor em campo.



E quando falamos dos outros esportes, não tem visibilidade alguma. Já fui atleta profissional de natação e o incentivo quase não existe, não é à toa que quase nenhum brasileiro chega no topo nas outras modalidades. Me sinto péssima com isso, pois esse foi um dos motivos por eu ter deixado o alto rendimento no esporte, a natação é um desporto extremamente caro de se praticar, além de você ter de treinar muito. Hoje no Brasil não é viável viver do esporte profissional, com certeza vai passar muito aperto financeiro se escolher esse destino, a menos que você seja do futebol, de resto esquece. Além disso, vai ter que implorar por patrocínio, enquanto os jogadores lucram milhões por mês, sendo que um atleta de vôlei, natação, corrida, e outras diversas modalidades, muitas vezes fazem o dobro e não ganham nem um por cento daqueles milhões. Que fique claro que não é por falta de dedicação!



O que quero dizer aqui é, se você quer torcer pra seleção brasileira, vá em frente, torça! Acho isso ótimo inclusive, precisamos de alguma esperança, mas não se esqueça dos podres que tem por trás. Da mesma forma, não julgue alguém que torce para outro país, provavelmente essa pessoa viu naquele outro grupo, a emoção que sentia quando o Brasil jogava antigamente, e que hoje em dia não consegue sentir com o próprio país jogando. E não só por isso, tem muita gente por aí que não aceita essa hipocrisia, inclusive eu, e está tudo bem. Eu realmente queria conseguir torcer para o Brasil, é meu país, onde eu nasci, mas eu não consigo mais, não depois de tudo o que vivi e percebi.

Relógio do Café Brasileiro ou Relógio do Café é uma obra de arte da relojoaria francesa do século XIX, realizada para sua alteza imperial Dom Pedro II, celebrando o Ciclo Cafeeiro do Vale do Paraíba, na Planície Fluminense. Este relógio é um Relógio de Chão, com a famosa máquina francesa "Contoise", que apresenta alegorias próprias imperiais, e da cultura do café. Originariamente, este relógio fazia parte de uma das Fazendas Imperiais, talvez da Fazenda Governo, ou Santa Cruz, onde permaneceu até os últimos anos do Império Brasileiro.

O Ibram, Instituto Brasileiro dos Museus, deveria em uma nova politica nacional de inclusão museal, publicar uma nota e sugerir que as antigas e equivocadas denominações de museus do índio, espalhados por todas as regiões, sejam reformuladas para indígenas ou dos povos originários. A antiga denominação do índio, não significa nada e é amplamente desqualificada e equivocada.

Nas antigas igrejas católicas do barroco brasileiro, em Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e outras pelo nordeste brasileiro, existem na ornamentação tradicional sinais camuflados da cultura negra. São na verdade elementos da resistência da arte, religiosidade e da cultura afro descendente no Brasil que por um povo operário que de forma sublimar, por arte e inteligência sem igual conseguiu alforriar todo seu legado artístico, cultural e religioso sob todos os ditames opressores da cultura da sociedade européia opressora.

Ritmo Brasileiro ✨🇧🇷
Em ritmo brasileiro,
busco o meu instrumento;
sou incrível,
como um farol que ilumina a noite.
O canto dos pássaros me alegra,
o som da natureza me desperta.
Acredito que minhas escolhas são certas e concretas:
a base mais sólida.
E a completa realização se faz festa.
As águas são calmas, e eu sou paz.
Melodia bonita é a da vida!
Que alegria ver a família reunida.
Maravilhoso é Deus.
O abençoado prospera,
e a graça divina alivia o meu coração.
Crer é confiar,
e todo o bem crescerá.
— Amanda Tamiris da Maia
Poeta de Literatura

*O diabo pai da mentira e enganação...
* não conhece o político brasileiro*

Vamos brinca com constituição.


Vamos todos vamos vestir a bandeira americana sendo brasileiro um pais democrático se fosse uma ditadura nunca mais íamos ouvir tais discursos do fascismo da direita. Sendo o flagelos do relativismo da extrema direita agora cai as máscaras.
Bebam detergente comam amaciante sejam a diferença.
Verde amarelo orgulho da nação soberba, saudem o pneus. Marchem para lutar pelo fascismo.
Sejamos cegos, surtos tudo é manipulação da esquerda comunista.
Os milhões que roubei foi empréstimo do banco... sou seu coveiro, eu também sirvo ossos, vou ser a favor da tercerização e do trabalho escravo igual a miséria.... lugar de pobre.... (...)
Lugar de larápio de colarinho branco é nos paraíso fiscais.

O pior defeito do brasileiro tem muito a ver com caráter, que ele não compartilha uma boa ideia ou algo que está dando certo de outra pessoa, ele quer copiar pra ganhar dinheiro e os créditos de outrem!

O povo brasileiro tem um grande problema: gosta de eleger políticos inúteis, corruptos e ladrões.

"Tô pensando: - Uma parte do povo brasileiro pensa, que Democracia é brincadeira de criança mimada!"
Haredita Angel
12.05.16

O futebol brasileiro

O futebol brasileiro transcende o esporte
E configura-se como um fenômeno social,
Um pilar de identidade cultural forte
E uma paixão de movimento comercial.

A Seleção Canarinho é a única seleção
Que disputou todas as Copas do Mundo
E detém o recorde absoluto da competição
E o título de penta com sentimento profundo.

A seleção do passado era feita de lendas,
Hoje é composta apenas de estrelas.
Jogava-se mesmo por amor à camisa,
E nos altos salários não se economiza.

Embora o país seja uma potência histórica
O cenário atual é de muitas controvérsias,
Sentimento misto de cobrança categórica
Por melhorias estruturais reais sérias.

Todos se tornam técnicos durante a copa.
Escalam um time à sua maneira de ver,
Criam um time clássico e ofensivo como tropa,
Priorizam um equilíbrio tático para vencer.

Grandes nomes revelam talentos imortais,
Eternizando um estilo de jogo bonito.
E hoje vivendo na expectativa de finais,
Com uma equipe que nos deixa aflitos.

A velocidade nas pontas é fundamental,
A criatividade no meio-campo essencial,
A zaga precisa ser forte e atenta,
Para neutralizar o adversário e seu potencial.

O centroavante sempre atento e preciso
Para chutar a bola direto para a rede,
O gol garante a festa e o sorriso,
Matando da torcida toda a sua sede.

A seleção vai mais uma vez e tenta
Superar a conquista depois do penta
Alegrar toda a nação brasileira
E afastar para longe a tormenta.

Raimundo Nonato Ferreira
Junho/2026

Tenho orgulho de ser Brasileiro e poder presenciar governantes, pais e mães preparando seus filhos para serem engenheiros, astronautas, desenvolvedores de software e criadores de hardware, embaixadores, etc...que orgulho de ver essas crianças usando o celular para estudar, para aprender vários idiomas, crianças educadas, que respeitam os outros, disciplinadas, nossa que orgulho, dá até para prever o futuro desse país, essas crianças serão conhecidas no mundo pelos seus feitos e descobertas. Andam bem vestidas que até são exemplos para designer de moda. Que orgulho. Nasci no país certo e Deus tem orgulho da sua criação.