Brasileiro
Enquanto o povo brasileiro receber esmolas disfarçadas de presentes em lugar de educação e escolas, seres humanos corruptos continuarão a subir ao poder mantendo o povo nos calabouços da ignorância e apagando vidas!
A esquizofrenia pode ser uma continuação disfarçada do "holocausto Brasileiro".
Existem casos e casos, onde cada caso é um caso!
A esquizofrenia pode ser uma continuação disfarçada do "holocausto Brasileiro".
Existem casos e casos, onde cada caso é um caso!
Na atualidade:
Nunca se viu, surtos psicóticos tão frequentes...
Nunca se viu, tantos internamentos e tratamentos com psicoterapia e psiquiatria...
Raidalva de Castro.
Com os pés de menino
tentei correr a distância do vento
o chão brasileiro é meu amigo
terra que nasce verso feito grão.
No contexto pejorativo da palavra, chego a mais melancólica das conclusões: O brasileiro é, sem dúvida, um dos povos de maior vocação para povo.
BRADO BRASILEIRO
Acordai deste berço esplêndido, com o som do mar, mas sem a luz, mesmo sob o céu profundo.
Fulgura-te, Brasil, deste lodo fétido e do grume da corrupção, ó florão da América.
Que teu povo heróico solte novamente o brado retumbante, porém, que não se ouça apenas das margens plácidas do Ipiranga.
Mas que ecoe por todos os cantos: dos bosques que têm mais vidas, aos campos que têm mais flores, e que reviva, em teus seios, sempre e cada vez mais, amores.
E que, assim, esta terra garrida dê fruto aos teus verdadeiros filhos, e não aos falsos filhos teus, movidos apenas pelo orgulho e pela preponderância da corrupção, pois, querendo roubar-te as cores, ficarão pasmos diante de teus gigantes e de tua própria natureza, contemplando que os filhos teus, de fato, não fogem à luta.
E, assim, compreenderão, ó Brasil, como és belo e colosso, pois teu futuro é agora; e queremos entregar-te esta grandeza, terra adorada.
Entre outras mil, és tu, Brasil, porque tu também és minha, ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo, onde os políticos não são tão gentis;
Sê, verdadeiramente, livre, Pátria Amada Brasil.
A grande novidade do Carnaval brasileiro do século XXI, são as bandas e as folias de Momo das seitas neo-pentecostais. Parece mesmo que com Deus os pecados da carne ficam bem menores.
O Candomblé brasileiro é cultura e musica, esta é a verdade. Nos toques noturnos do Rum, Rupi, Lé e o Gan que são instrumento sagrados que dão ritmos ao candomblé. O culto sagrado que deu origem a cultura e assim deve ser tratada. Inclusa na diversidade artística e cultural brasileira.
Contra o Halloween estrangeiro, no dia 31 de Outubro, só mesmo o nosso Saci Pererê brasileiro, indigena e negro.
“Meu cupido deve ter sido treinado pelo Exército Brasileiro: ele não atira flechas, dispara um canhão — e sempre no alvo errado.”
🇧🇷⚽🎭
Ponham uma camisa argentina num brasileiro, dêem-lhe um nome argentino, e, ainda assim, de longe, o reconhecerão. Por quê? Porque há, no brasileiro, um gingado inconfundível.
"Não se engane, cidadão brasileiro. Em outros tempos roubavam muito mais do que hoje; havia muito mais político gatuno do que hoje, mas nem sempre divulgavam, porque as falcatruas eram quase geralmente escondidas a sete chaves nas gavetas dos poderes, e, ninguém, ou muito, muito poucos ficavam sabendo. Mas, felizmente, as gavetas antes trancafiadas, agora são cada vez mais abertas ou totalmente escancaradas."
Começo por acreditar e desenvolver o que um rapper brasileiro SID, falou dizendo a morte de um cachorro, por vezes, gera mais desconforto, mais revolta pública e maior repercussão do que a morte de uma mulher negra e grávida, de homens esquecidos pela pobreza ou de crianças abandonadas à própria sorte.
Eu concordo.
Isto não significa negar os direitos dos animais. Todo ser vivo merece respeito. Humanos, animais, plantas e até os próprios malfeitores carregam dentro de si o direito de existir. O problema não está no amor dedicado aos animais. O problema está na indiferença selectiva que a sociedade desenvolveu diante da dor humana. Chegámos a um tempo em que muitos choram diante de um vídeo de um cão ferido, mas deslizam o dedo com frieza diante da notícia de uma criança morta pela fome, de uma mulher assassinada ou de famílias inteiras destruídas pela miséria.
Não porque o animal não mereça compaixão, mas porque o sofrimento humano foi banalizado pela repetição, pela política, pela desigualdade e pelo costume. A dor tornou-se espectáculo. E o espectáculo escolhe aquilo que provoca mais emoção instantânea. Um animal, muitas vezes, aparece aos olhos do povo como inocente, puro e incapaz de maldade. Já o ser humano é constantemente julgado pela sua cor, pela sua classe social, pela zona onde vive, pela forma como fala ou até pela roupa que veste.
A sociedade aprendeu a humanizar certos animais, mas continua a desumanizar muitos humanos. É triste admitir que, em certos casos, um cachorro recebe mais atenção médica, mais campanhas de solidariedade e mais defesa pública do que um cidadão pobre abandonado num hospital sem medicamentos. Enquanto isso, mulheres continuam a morrer nos corredores da negligência, crianças crescem sem saneamento, e homens desaparecem silenciosamente dentro da depressão e da fome.
Não se trata de escolher entre defender animais ou defender pessoas. Uma sociedade equilibrada deve proteger ambos.
"Que a poesia continue a ser um meio de libertação"
“Não adianta aumentar o salário do brasileiro se o custo de vida sobe junto. Quando o aluguel, a comida e as contas aumentam na mesma velocidade, o trabalhador continua no mesmo lugar, apenas com números maiores no bolso e o mesmo aperto no fim do mês.”
Esse argumento parece partir da ideia de que o trabalhador brasileiro acorda de manhã com uma lista de empregos perfeitos na mesa e escolhe o 6x1 por hobby. A realidade é bem diferente: a maioria aceita porque precisa pagar aluguel, comida e contas — não porque acha a escala maravilhosa. “Se está ruim, troca de empresa” é um conselho fácil de dar quando não se depende desesperadamente do salário no fim do mês.
E curioso como toda vez que se fala em melhorar a vida do trabalhador aparece o mesmo roteiro apocalíptico: “vai quebrar empresas”, “a economia vai acabar”, “ninguém vai sobreviver”. Diziam isso contra férias, jornada de 8 horas, descanso semanal e até contra o fim do trabalho infantil. A história mostra que a economia não acabou — ela apenas teve que se adaptar a limites mínimos de dignidade.
Outra coisa engraçada é tratar exaustão como se fosse frescura. Um funcionário trabalhando 6 dias seguidos, vivendo cansado e sem tempo pra família ou descanso não vira “mais produtivo”, vira só mão de obra esgotada. Depois reclamam de depressão, burnout, afastamentos e baixa produtividade como se tudo surgisse do nada.
E o argumento entra em contradição quando admite que o problema real são impostos altos e falta de apoio às pequenas empresas, mas ainda assim prefere jogar o peso inteiro nas costas do trabalhador. Ou seja: o empresário sofre com o sistema, então quem tem que compensar isso é o empregado abrindo mão da própria qualidade de vida.
No fim, “aceitou as condições” não é argumento moral, é argumento de resignação. Quem aceita algo por necessidade não está dizendo que aquilo é justo — está dizendo que precisa sobreviver. Tem diferença.
Sou brasileiro e não desisto nunca, isso ocorre devido ao fato que nós brasileiros não temos escolha
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