Berço
"Havana que inebria, aflora a boêmia, berço de poetas e compositores, música linda...E belas mulheres!"
Fora do berço
Cuidado para não esquecer o Senhor seu Deus. - Deuteronômio 8:11
A arte, a música e a pompa do Natal concentram-se na “cidadezinha de Belém” e no bebê dormindo em uma manjedoura. Que mãe não consegue fechar os olhos e recordar a própria criança dormindo no berço? Nós nos deleitamos com essas preciosas expressões da vinda de Jesus ao mundo.
Mas não podemos deixar que um bebê em uma manjedoura seja a única parte de nossa compreensão de Cristo. Nós não nos curvamos em homenagem a uma criança adormecida. Nós temos uma relação viva e vital com o Cristo crucificado, ressuscitado e glorificado!
Primeiro, Samuel 7 nos conta como a arca da aliança, o próprio símbolo da presença e do poder de Deus, havia permanecido por muito tempo em uma aldeia remota (v.2). A nação de Israel não reverenciava o Deus Todo-Poderoso em muito tempo. Ele foi arquivado, esquecido.
Como eles poderiam fazer uma coisa dessas? No entanto, muitos de nós mostram o mesmo lapso de memória. Pensamos em Jesus apenas na época do Natal? Será que nossos únicos pensamentos sobre o Rei de toda a criação o representam como um bebê envolto em panos? Então ainda estamos perdendo a verdadeira mensagem do Natal!
Não podemos manter Jesus em um presépio. Ele anseia por um relacionamento vivo e dinâmico conosco. Assim como Israel trouxe a arca da obscuridade para a vida cotidiana, então vamos trazer Cristo do berço para nossas vidas.
Quando olhamos para além da manjedoura
Para a cruz do Calvário,
Nós saberemos o motivo pelo qual o Natal
traz tanta alegria para você e para mim. —DJD
Se Cristo é mantido do lado de fora, algo deve estar errado por dentro. David C. Egner
No quarto escuro, berço dos mais profundos desejos, a noite passa, o dia passa, mas as feridas da alma permanece,aproveito essa solidão, na escuridão do meu quarto e penso em como lhe escrever uma poesia.Encontrei-me com a razão que disse-me que o amor e uma perda de tempo, já O amor retruca dizendo que sem ele a vida não teria sentido, a razão não contente diz que o amor não entende nem mesmo de amor, O Amor então responde
eu sou a chama que queima em seu corações, eu sou a paixão, eu sou a amizade, e eu sou a eternidade,levo comigo pesadelos do passado, sonhos do futuro e a realidade do presente. Dos meus olhos caíram lágrimas de um sentimento chamado saudade. Boa noite.
Que a Educação vença o obscurantismo, que as crianças aprendam no berço o civismo, que os mais velhos venham a respeitar. Que a favela seja lugar de paz, que o ódio não prevaleça jamais, sangue não vejamos jorrar nunca mais!
Os poetas nascem no berço da coragem, crescem no lar da sabedoria, casam com a emoção, são acompanhados pela imaginação, dão a luz a inspiração, criam as palavras para o mundo, morrem em vida e deixam de herança os seus valores nas suas escritas.
Repousando a mente
Descansando a alma
Sobre berço esplêndido
Sob sol ardente
Sob o azul celestial
Sob as estrelas cadentes
Sob a luz do luar
Sobre a relva orvalhada
Sobre o leito mortal
Sobre o jazigo material
Sobre o fogo infernal
Sobre o nível do mar (de rosas)
Sob a terra cultivada
Preparada e semeada
Com as sementes do amor
E ao fim do meu descanso
Deito as pálpebras sobre meu pranto
E que pouco antes
Fixava o olhar no anjo da morte!!!
Meu melhor berço é a garrafa
Os amigos e relacionamentos,
Estão sempre no presente e passado,
Temos que aprender a andar sozinhos
E continuamos vivos nos apoiando em algo
Que nós ajuda a viver!
PauloRockCesar
Os amantes
fecham-se
um no outro
(como os punhos
do bebé
que dorme
no berço
e no útero
da mãe
como as caras
dos ícones
no escuro
das igrejas)
poeminha escuro
era tão distante
a vida tão presente
o tempo passou volante
que o berço virou ausente
agora um breu tão forte
o sol no horizonte poente
e tão perto, ficou a morte...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
outubro de 2019
cerrado goiano
Sou filho de um berço
que é feito de palha e cheira a verdura...
Sou fruto de um Maio
coberto de flores chorando a censura...
Sou eterno gaiato
que brinca nos campos a brincar com nada...
Sou força de um tempo
que um dia sorriu e se fez alvorada...
Sou sonho que emerge
por entre o restolho e se esvai no pousio...
Sou conto sem fadas
que avança no tempo que não se contou...
Sou grito da alma
que brada no céu e cai no vazio...
Sou poeta que avança
por entre o destino, sem saber quem Sou.
Ser Esnobe, de berço ou chique,,...: é dar bom dia para o carteiro, o empregado, ate pro lixeiro. Ser uma pessoa fina é: é conversar com o varredor de rua, com o porteiro, com algum idoso na rua que espera só que alguem lhe de um pouco de atenção. Ser fino é escutar com atençao as criticas, entende-las e se tornar uma pessoa melhor. Ser fino, ter berço é: Saber ouvir, não falar pelos cotovelos não deixando o outro se expressar. è saber conviver com as diferenças, é se adaptar, e por vezes calar. É honrar sua palavra, pagar suas contas, pagar o 1, 10, 100,00 que se deve, as prestaçoes, é ser grato com quem ajuda, correto com quem se relaciona, e honesto em todo negocio que fizer. Ser fino, ser chic é: expor os sentimentos, nao se fexar, é ser simples, humilde independente das posses. Enfim ser uma pessoa chic é o que a maioria não é mas se acha.
Sempre pensei assim: educação vem de berço, isto é, se aprende em casa, através de muitas ações e poucas palavras!
Vida
-Vida que vive sem vida!
Que cresce no berço das pedras que irriga
-Vida que quer ser vivida!
Mas que teme viver estando perdida
-Vida que vive sofrida!
Que perde o viver na vivida fadiga
-Vida que morre sem vida!
Que antes da morte já não é mais movida
Vida!...
A jornada da vida vai do berço ao túmulo, ela e árdua, sofrida mas é nossa sina natural. Passar por obstáculos e sofrer provações, atravessar tormentas de lágrimas, são provações lógicas da nossa experiência humana. Um grande beijo em seu coração.
Perazza.'.
Não nasci em berço de ouro, mas com o trabalho que exerço com paixão posso estar alimentando quem sente fome, posso estar levando um pouco de mim para aqueles que precisam, minha pequenez se faz grande ao ganhar um sorriso genuíno regado de palavras inundas de esperança e amor.
Não importa o que aconteça eu nunca deixarei de estender minhas mãos aos aflitos que me rodeiam, o pouco se multiplicará e se fará muito com minha humildade existêncial, com minha dedicação, amor, aptidão, complacência e bravura.
As Intempéries de minha vida não
alterará o meu legado e tão menos quem eu nasci para ser!
Autora A.Kayra
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