Paulo Ricardo Zargolin
Com maturidade, por mais que esteja em apuros, um filho deseja profundamente que sua mãe tenha a certeza de que tudo sairá bem.
O mimético invade o cotidiano, entretendo as pessoas, enquanto preenche seu tempo e esvazia as possibilidades de vivências ou experiências humanizadas.
Ser influenciador não significa ser seguido por milhares; mas, sim, ser capaz de proliferar um conteúdo que traga algo de bom para quem o acompanha.
Para transformar as práticas de vida, é preciso esquecer os ruídos virulentos da rotina e refletir verdadeiramente sobre as ações cotidianas.
O desafio de se esquivar das ofensas alheias deve ser encarado com serenidade, uma vez que aceitá-las como verdadeiras, reagindo à flor da pele, é uma prova de desequilíbrio.
O conhecimento não nos pertence. No entanto, a capacidade de aprender a conhecer, quando bem explorada e desenvolvida, torna-se caminho para a libertação.
Em todas as áreas da vida, termômetros tendem a ser mais valorizados quando há temperaturas extremas.
Até mesmo para dizer verdades indubitáveis, é preciso saber se expressar com cautela, pois os fatos também carregam sentimentos.
É necessário grande sensibilidade para prestar atenção em cores e uma alma poética para vivenciá-las!
Dentre as estratégias para vencer os medos, destacam-se: a inocência e a petulância, da inexperiência, e a calma, conquistada pela maturidade.
Vestir o hábito da reclamação demonstra incapacidade de apreciar o intervalo entre a aurora e o crepúsculo de cada dia.
A idade se revela como um medidor de experiências vividas e não como garantia de aprendizagens vívidas.
O tempo e o espaço vão moldando caminhos e suas bifurcações. A trilha pelas estradas escolhidas formam cada um de nós.
Enquanto lutas infindas são travadas em nome de ideologias e políticas infundadas, o povo se aliena com pão, circo e sangue.
