Paulo Ricardo Zargolin
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A semente do sucesso é o sonho; da criatividade, a imaginação; da alma, a esperança; e do ser humano, o amor.
Maçãs do amor invadem o ambiente quando olhamos para o rosto de quem sabe parar o tempo.
Cozinhar carvão em fogo baixo não o transformará em diamante.
A essência não é mutável, mas deve ser lapidada para a evolução individual.
O sofrimento é artifício da vida para que, diante da dor, busquemos a transformação.
Busca-se a felicidade; para tanto, enfrentam-se os medos.
A tragédia está para o sucesso; como a felicidade, para a inércia.
A arte reside na capacidade de transformar as insignificâncias em beleza.
O envelhecimento só acontece para aqueles que desejam ter suas velhas ideias reafirmadas.
Mentiras verossímeis - para leigos - geraram a era da pós-verdade.
A crença em nova política é inocência pueril que conduz a retrocessos.
É necessário mentir com imaginação para aliciar cérebros carentes.
Ausências passageiras preparam-nos para necessários e definitivos abandonos.
Pensamentos unilaterais são carcereiros que aprisionam as ideias e as diversidades.
O encantamento só é possível a partir da liberdade.
Pensamentos são, a depender do pensante, instrumentos pesados ou brinquedos coloridos.
Idealização é uma lente que protege a retina das cruéis e intensas cores da realidade.
O vão entre o amor e a distância é preenchido pelo vazio da solidão.
O remédio para aliviar a dor da alma é o amor-próprio; para todas as outras enfermidades, amor recíproco.
Quando corpo e alma não se harmonizam quanto à beleza em sua acepção mais abrangente: identidade de gentio.
Quem já tem, na realidade, um sonho só precisa de uma carícia pra sentir o tempo parar.
Para que uma mentira prevaleça é preciso esquecer o que mil verdades não apagam.
O fingimento é método para se criar uma úlcera, que, ao se alastrar, consome todos os princípios e virtudes.
Fugimos de nós mesmos a cada palavra proferida sob a flâmula do fingimento.
A dissimulação não está relacionada à mentira por si só, mas sim à crença na lorota pintada de opaca cor de verdade inexistente.