Às Vezes

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Ás vezes o maior obstáculo para seguir somos nós mesmos.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/08/2026

Às vezes
guardamos o silêncio
na gente.
Porém, a voz do coração grita.

Às vezes, as palavras...
podem machucar ou ferir você.
Mas quando elas têm poder...
costumam te manipular.
Basta prestar atenção!
Rita Simões

Às vezes, eu decido...
Que é melhor ficar sozinha!
Rita Simões

Palavras são verdadeiras e, às vezes, machucam. Mas, quando ditas com amor, até os machucados encontram um jeito de cicatrizar.

Porque eu me importo com você?
Você me liga as vezes
Porque me faz te querer tanto?
Me faz ficar acordado de madrugada só pra me ver pensar em você, mas do que eu deveria...
Você deixa claro que não quer,mas porque me deixa pensar nisso?
Me mostra que me ama,me faça acreditar que o amor ainda faz sentido pra mim.
Me consuma, me use, me adore, me louve, me deseje.
Me conquista!
Morra por mim.
Viva por mim.
Me ame de volta ou desista.

“Às vezes a escuridão nos faz ver as coisas com mais clareza”
Autor: Ney Paula Batista

Como é bom saber o que não queremos mais pra nossa vida.
Muitas vezes achamos que saber o que é melhor seria o caminho mais leve e tranquilo, e não é. Retirar do caminho o que não é pra nós é o caminho certo. Somos brilhantes, infelizmente nem todos sabem disso. Mamãe sempre diz que o que vem de ruim, vem pra melhorar.
Eu acredito.
Como é bom se bastar e se conhecer.

Um passo pra trás nem sempre significa medo, muitas vezes é cautela.

Às vezes você é a pessoa que mais precisa daquilo que você oferece.

💕🐶"...as vezes...na dor...nasce amor...entre perdas e partidas...você chegou...me conquistou...minha filha...peluda...do coração...te amamos muito...muito."🐶💕

E, às vezes, a maior prova de amor que alguém pode oferecer é aquela dedicada a si mesmo: ir embora e nunca mais aceitar ser menos do que merece.

Penso em você como penso em Deus,
às vezes, porém um pouco.
Porque não quero atrapalhar Deus.
E você eu não quero pensar muito
pra não te puxar de volta,
porque quando a gente pensa muito em alguém
o pensamento chama,
encosta,
move as coisas de lugar.
Tem gente que volta pelo sentimento,
outras pela saudade.
Você eu acho que voltaria pelo pensamento.
Então eu evito.
Às vezes ocupo a cabeça com rua,
ônibus, fumaça, moedas estrangeiras,
vitrines acesas em esquina vazia,
gente passando sem saber meu nome,
celular no bolso vibrando sem importância,
barulho de cidade que não espera resposta,
noite que não pede explicação,
qualquer coisa que faça o meu pensamento
não aprender novamente o caminho até você
E é isso, vou parar por aqui,
vou até escrever sobre trajeto, fronteira,
ou qualquer outra coisa que não me remeta a você
pra não me contradizer de novo —
como quem risca o próprio mapa
pra não reconhecer a estrada.
Vamos manter essa fronteira invisível,
ainda que estejamos tão perto e tão longe ao mesmo tempo —
como duas margens do mesmo silêncio
que nunca se encostam, mas se reconhecem de longe.
Você em cima no céu,
eu embaixo no inferno,
(um inferno que não é de Dante,
só de quem aprendeu a nomear distância como lugar)

“Às vezes, crescer é descobrir que algumas despedidas não foram perdas, mas libertações que doeram.”

— Juliana Hoffmann Liska

A Fortaleza que Habita em Nós


Nos dias de calmaria, muitas vezes esquecemos do tamanho da força que trazemos guardada na bagagem da nossa alma. É nas horas de tempestade, quando as lutas diárias parecem pesadas demais, que essa energia oculta desperta e nos sustenta. Você não caminha sozinha e nunca recebe um fardo maior do que a sua capacidade de carregar. Confie na sabedoria da vida e na centelha divina que habita no seu peito. A mesma força que ajudou você a vencer os tombos do passado está ativa agora, pronta para guiar seus passos rumo às próximas conquistas.

A arte não transforma ninguém de uma hora para outra; muda o jeito de olhar, e às vezes isso já basta para começar uma transformação.

"Às vezes, a gente se desgasta tanto tentando ajudar ou reparar o caminho dos outros que acaba esquecendo de olhar para o nosso próprio chão."⁠

Deus escreve sempre certo, quem lê errado sou eu. Às vezes, não entendo os caminhos, questiono os porquês e me entristeço com o que parece dar errado. Mas Deus enxerga além do que vejo. No tempo certo, tudo se encaixa e a fé revela que Ele sempre soube o que fazia.

Entre a Queda e Deus

Quantas vezes pedimos a Deus que nos livre do pecado, enquanto nossos próprios passos continuam procurando os mesmos caminhos?
Pedimos força, mas alimentamos as fraquezas. Pedimos que Ele nos afaste daquilo que nos destrói, mas permanecemos próximos demais daquilo que sabemos que pode nos fazer cair.
Talvez essa seja uma das maiores contradições do ser humano: queremos que Deus mude aquilo que nós mesmos não fazemos esforço para mudar.
Há vícios que não moram apenas nos nossos hábitos. Estão impregnados na pele, escondidos nos pensamentos, acomodados nos desejos e, muitas vezes, profundamente enraizados na alma. Tornam-se tão familiares que começamos a tratá-los como parte de quem somos. Dizemos: “Eu sou assim. Não consigo mudar.”
Mas será que não conseguimos ou simplesmente nos acostumamos a não tentar?
É mais fácil pedir um milagre do que enfrentar a disciplina da mudança.
É mais confortável pedir que Deus retire as pedras do caminho do que aprender a olhar onde colocamos os pés.
E quando caímos novamente, olhamos para o céu e perguntamos: “Deus, por que não me ajudou?”
Talvez Ele tenha ajudado.
Talvez tenha colocado diante de nós a consciência, o discernimento, os sinais e até aquela pequena voz interior dizendo: “Não vá por aí novamente.”
Mas ainda assim fomos.
Deus pode mostrar a porta, mas existem portas que somente nossas mãos podem decidir atravessar.
A fé não deveria servir para retirar de nós a responsabilidade pelas escolhas. Pelo contrário: talvez a verdadeira fé comece justamente quando compreendemos que pedir ajuda a Deus também exige disposição para ajudar a nós mesmos.
Não somos perfeitos.
Caímos.
Erramos.
Repetimos erros que juramos nunca mais cometer.
E talvez o problema não esteja simplesmente em cair, porque a queda também pertence à fragilidade humana. O verdadeiro perigo está em transformar o chão em morada.
Uma queda pode nos humilhar ou nos ensinar.
Pode nos enfraquecer ou nos tornar mais conscientes.
Pode ser apenas mais um erro repetido ou o instante em que finalmente olhamos para dentro e perguntamos: “O que existe em mim que continua me trazendo até aqui?”
É preciso coragem para vigiar os próprios pensamentos.
Coragem para reconhecer nossos desejos antes que se transformem em atitudes.
Coragem para admitir que nem toda culpa pertence ao mundo, às circunstâncias ou a Deus.
Há batalhas que acontecem dentro de nós.
E talvez sejam justamente as mais difíceis.
Por isso, quando cairmos, que não desperdicemos a queda.
Que ela nos ensine alguma coisa.
Que levantemos mais atentos, mais fortes, mais conscientes daquilo que somos e, principalmente, daquilo que ainda precisamos transformar.
E então, sim, olhemos para Deus.
Não apenas pedindo que Ele nos carregue para longe dos nossos erros, mas pedindo sabedoria para reconhecê-los, força para enfrentá-los e humildade para assumir nossas próprias escolhas.
Porque talvez Deus não esteja distante quando caímos.
Talvez sejamos nós que, algumas vezes, desviamos os olhos enquanto caminhamos.
E voltar para Deus pode começar com algo profundamente simples e profundamente difícil:
olhar para dentro de nós mesmos, reconhecer nossos passos e escolher, verdadeiramente, um caminho diferente.

Às vezes, um Detox ideológico cai bem.