Às Vezes
As pessoas propensas a cólera muitas vezes culpa seu temperamento ao corpo e jogam assim a responsabilidade de seus atos para Deus o criador e isto é gerado por causa de seu orgulho que não o deixa assumir sua culpa.
Se na maioria das vezes não podemos modificar um corpo deformado, as vezes nem mesmo com a ajuda da ciência e medicina, por outro lado sempre podemos modificar nosso espírito se tivermos uma vontade forte, inclusive até os grandes vícios como a cólera.
Ângela,
Quando fui tomado pelo mais sublime dos sentimentos, o amor; descobri que muitas vezes, o que antes parecia incerto e árido; hoje é compreensão e dedicação.
Acho que finalmente entendi que existem formas diferentes de amar alguém, as vezes ficamos tão presos em romantizar alguma coisa, por carência ou medo de solidão que esquecemos o quanto o amor é livre e quanto nós também somos, perdemos de apreciar cada pequeno detalhe do nosso dia a dia. Cores vibrantes e sons de animais são tão presentes o tempo todo,a vida é curta demais pra você passar por sem apreciar la. A sensação de se amar é incrível, ame não só a você mas tudo e todos, quando se entende isso é fácil distribuir amor e empatia.
Ainda que tenha muito pouco você sempre terá algo que ninguém tem e muitas vezes será a inspiração de alguém. Certo dia fui desabafar com um amigo e falei: “Cara, hoje eu estou com a autoestima baixa” e ele olhou para mim, deu uma gargalhada e disse: “Cara, logo tu que é o rei da autoestima e sempre eleva a minha?”
Sabe qual o apelido deste meu amigo? eu o apelidei de Sorriso.... ele vive rindo e eu nunca o vi cabisbaixo. A vida nos ensina sempre algo através das pessoas, só os que tiverem a sensibilidade irão perceber que cada atitude na natureza expressa um ensinamento.
Receba o que a natureza te dá que irá estar acrescentando valores na sua vida. Tudo é bom e perfeito, dependendo do seu ponto de vista.
Autor Jeffrey Louiss.
E todas as vezes
que tento falar
o que é Deus
Encontro o Silêncio
não como resposta
mas um sussurro
que perpassa a alma
Descer o mais profundo
no mais invisível
no mais incompreensível
muitas vezes não é o saber
é apenas ter a pele trêmula.
Às vezes, o pedestal que construímos para colocar uma pessoa é tão alto que não conseguimos mais alcançá-la.
Silêncios...
Os silêncios,
Às vezes, os silêncios nos corroem
Mas são cômodos, nos acomodamos neles
Os silêncios,
São grades que enclausuram mais do que palavras,
Prendem a nós mesmos, nos aprisionam
Os silêncios,
Quando calam nossas dores e as palavras que precisamos dizer
Nos ferem em silêncio, mas gritam forte dentro de nós
Ah, os silêncios,
Sabedoria é saber usá-los,
Mas mais sábio ainda é não nos guardarmos dentro deles
Ah, os silêncios,
eles podem nos matar, não calam nossas dores,
Mas calam a nossa possibilidade de ser feliz...
As vezes as pessoas te perguntam se você está bem, Mas não é por preocupação com seu estado físico ou emocional é pra saber se está bem para servir a elas atender as suas necessidades
Impertinente
Muitas vezes conseguimos esquecer
Tornamos passadas nossas mágoas e dores
E as enterramos em um lugar de difícil acesso
Mas têm dias que não conseguimos
É impossível lidar com nossos vazios
Eles nos ocupam demais
E, por isso, choramos
Há dias que, mesmo sem motivo aparente
As lágrimas são inevitáveis
Elas são marcas de uma dor passada,
Que mesmo cicatrizada, insiste em voltar
Mas o bom é que é passageira,
Ela vem de repente ao consciente,
E volta velozmente para seu lugar,
Volta para o inconsciente,
De onde nunca deveria ter saído...
Trabalho! Não sei se é cabeçalho, dificuldades se repetem constantemente, e as vezes são entregues com novidades que sempre se aperfeiçoam. Organização e superação sempre são metas para a procura de inovação, pois somente se atualizando estaremos caminhando ao lado do nosso tempo, não ficando para trás.
Às vezes meus sentimentos são contraditórios, dominados por uma vontade sem sentido, não sei se são ilusórios ou psicografias, mostram no sentir que já foram vividos.
Ao encontrar a morte milhares de vezes, cheguei à conclusão de que geralmente há pouco a temer e muito a se preparar.
Deparar-me com a velhice por vezes chega a me abater, não pelo avançar dos anos e pela imagem que verei no espelho, mas pelo ostracismo que se instala na mente empoeirada pelo tempo e pela falta de interesse, esta sim é a verdadeira velhice, a que mata em vida.
A gente não precisa de muito para ser legal, para ser humano. Só precisa às vezes, sairum pouco da zona de conforto, e olhar um pouco além da gente.
