As Coisas Nao Acontecem por Acaso
"Mês onze.
Novembro, de coisas ruins não me lembro. Me veio sempre trazendo alegria que os outros dez não me haviam trazido. Mês que os vivos dedicaram aos mortos, não sei por que.
Mas que seja Novembro um preparo pra alegria que há de vir em Dezembro.
Que hoje, primeiro, todos os sorrisos se façam eternos até enquanto Novembro durar."
Não acredito que o tempo apague as coisas... Acredito que ele nos faz sentir melhor ou pior apos determinadas situações.
A dádiva de responder meu sim para Deus mostra o meu não para as coisas ruins deste mundo. Você é sal ou açúcar? É quente ou frio?
Não escolhemos a hora que cansamos das coisas, mas determinamos a hora de expor esse cansaço e pular fora. O gostinho do troco não é maior que o merecimento de dá-lo.
Só sei o que sei porque pensava que sabia…
Eu poderia falar um monte de coisas que não sei, sussurrado pelo google, “copiado e colado” por duas ou três teclas tipo control alt shift mas, resolvi que não, pois minha posição, no mínimo em vão diria tudo sem saber de nada, confessaria um assassinato sem ao menos ter conhecido o fédido defunto…mas sendo que a única coisa que penso que sei é sobre o tal amor, sem desconfiar da grande mentira que minha boca prediz quando o ouvido da direita não escutou a mesma coisa que ela, apaixonadamente desapaixonada balbuciou no pé do ouvido esquerdo, espantado porque lhe faltaram braços e, não pode abraçá-la. Na dúvida, juntando os depoimentos destas duas testemunhas auriculares num julgamento secreto em algum lugarzinho perdido no meu cérebro: constatei escrevia sobre o amor mas…não tinha ganho a tal incontestável prova a qual, sonhava, procurava e desejava que fosse …”o beijo”…
O(a) ignorante não é aquele(a) que não sabe das coisas, é aquele(a) que não quer, não procura e não tem interesse em saber das coisas.
É fácil fazer a maioria lutar por coisas que não entendem, mas é difícil fazer os entendidos lutarem por coisas não vantajosas para si.
Ainda que não tivéssemos dito tantas coisas, que não tivéssemos vivido tantos momentos...Ainda assim, não poderíamos ser estranhos novamente.
não tenho mais medo
não tenho mais medo
Ou mais do que temo?
Me fale todas aquelas coisas,
E fingirei não ouvir, nem ligar
Finjo tanto quanto sinto, sinto
E escondo tanto o que sinto
Minhas palavras são como facas
Para humilha-lo como facadas
Mas minhas lágrimas que são – como feridas em todo o meu corpo
não tenho mais medo
Mas ainda tenho medo que volte, volte
Tenho a mim, que tenho que me afastar
Para me sentir segura
Eu não tenho mais medo.
Carta para quem me toca a alma
Tem coisas em mim que não sei explicar, mas que você desperta.
É como se, perto de você, tudo o que eu sinto ganhasse cor, profundidade e sentido.
Eu não quero muito…
Só que você me veja de verdade.
Que perceba quando meu sorriso está cansado, quando meu silêncio grita.
Que esteja por perto, mesmo nos dias em que eu mesma me afastaria de mim.
Quero o tipo de amor que não precise ser pedido.
Aquele que cuida sem prometer, que abraça sem motivo, que permanece mesmo nas ausências.
Quero ser o pensamento leve no meio do seu dia, o motivo do seu riso mais sincero.
Não peço perfeição.
Só peço presença.
Alguém que me olhe como se encontrasse abrigo, e que ofereça um colo onde eu possa descansar meu coração.
Às vezes, tudo que eu queria era isso:
ser sentida, lembrada, querida… sem precisar pedir.
E que você soubesse o quanto isso em mim é real.
Com o que há de mais sincero em mim.
