Árvores
C aminhadas entre árvores,
A o som da natureza,
M omentos de paz e serenidade,
P aisagens que encantam,
E ncontro com a beleza,
S ol radiante iluminando o caminho,
T ranquilidade no coração,
R espiro profundo, conexão com a terra,
E nergia renovada ao ar livre.
Antigamente, os apaixonados cortavam corações nas árvores para materializar o sentimento pela outra pessoa. Hoje, basta apertar um botão no Instagram.... 2 mil vezes.
" Das águas Jesus é a fonte eterna, da padaria ele é o pão da vida, das árvores ele é a Oliveira verdadeira, dos sentimentos ele é o amor perfeito "
Sobre o Natal
Tentam deixar o Natal mais bonito… Colocaram luzes, árvores, roupa vermelha, flocos de neve e um velhinho muito simpático.
Tentaram trazer sentido ao Natal… falam de harmonia entre a família e troca de presentes que fazem as pessoas se sentirem amadas.
Se esqueceram que o Natal sempre foi lindo, mas não de um jeito convencional… ele já tem a luz da Palavra, a árvore da vida, o sangue vermelho que foi derramado no chão, Deus aquecendo os nossos corações e aquele homem muito corajoso que morreu por mim. Nele eu tenho harmonia com Deus e ganhei de presente a Vida.
Eu não entendo porque tentam enfeitar tanto algo que já é tão lindo. Será que querem disfarçar a dor que Ele sentiu? Será que querem ignorar que precisam de arrependimento? Como se onde houvesse sacrifício não houvesse beleza… Mas é esse sacrifico que torna tudo tão especial! O tamanho amor que enfrentou o sofrimento e a morte para salvar os seus.
No Natal eu não comemoro um velhinho simpático, eu comemoro o maior herói que o mundo já conheceu e a beleza dessa verdade dispensa os enfeites.
As folhas caem das árvores
e eu olhando o tempo que passa
igual eu que também vou passando
eu e o tempo vamos passando.
Você já parou para pensar em como as árvores carregam um universo dentro de si? Observe: suas raízes mergulham profundamente na terra, conectadas ao passado, enquanto seus galhos se estendem para o céu, aspirando o infinito. É como se elas fossem pontes vivas entre o visível e o invisível, entre o que somos e o que podemos ser.
No silêncio das árvores, existe um equilíbrio perfeito. É como se cada folha, cada galho e cada raiz contassem uma história que atravessa o tempo. Essa é a grande lição: o universo não está apenas lá fora, mas também dentro de nós. Assim como uma árvore sustenta vida em todas as suas partes, nós também temos raízes, tronco e galhos internos que precisam de cuidado.
Então, reflita: o que hoje, dentro de você, precisa de nutrição? Suas raízes, que te conectam às suas bases? Seu tronco, que te dá força para seguir? Ou os seus galhos, que carregam seus sonhos e aspirações?
A sabedoria das árvores nos lembra que somos mais do que o que vemos; somos multidimensionais, completos e interconectados. O universo pulsa dentro de cada um de nós.
No coração da floresta, onde as árvores sussurram sabedoria ancestral, as borboletas sabem que o tempo das tempestades é um momento de pausa sagrada. Elas se recolhem, sabendo que a chuva pode danificar suas asas frágeis, assim como a vida, às vezes, nos desafia com forças que não podemos controlar. Mas, assim como a natureza, elas sabem que a calmaria virá. Ao descansar nas sombras de uma árvore generosa, aguardam a clareza que se segue à tempestade. Quando as águas se acalmam, elas retornam ao voo, mais fortes, mais sabias, como a alma que aprende a se renovar diante das adversidades.
O Caos e a Dança da Criação
Há um sussurro no tronco das árvores, um eco antigo que diz: o caos não é desordem, mas o ventre onde tudo nasce e morre. Ele não é inimigo; é o fogo que fertiliza a terra e desperta sementes adormecidas.
“Todo homem e toda mulher é uma folha da Árvore Infinda.” Assim, o caos se torna um convite. Não um castigo, mas um chamado a abandonar certezas e abraçar tempestades. Ele te molda, não com gentileza, mas com o peso de quem esculpe a verdade em carne viva.
O caos é o amante que te beija e arranca tua pele. Ele sussurra: “Faze o que tu queres, mas lembra que a liberdade tem dentes afiados.” No Arvoricionismo, diz-se: “Há árvores retas e troncos tortos, mas todos pertencem à floresta.” Porque o caos não destrói; ele transforma.
Quando deixamos o caos invadir nosso tronco e sacudir nossas raízes, entendemos que a melancolia é apenas a sombra de uma beleza maior. Só ao dançar com o incerto descobrimos a verdadeira melodia da vida.
Na clareira onde tudo parecia comum, o mundo começou a dobrar sobre si mesmo. As árvores, antes dispersas, formaram um círculo perfeito, um portal para o que não pode ser dito. No centro, uma pedra antiga se ergueu, e em sua superfície, um idioma que não se lê com os olhos, mas com a essência.
Ao tocar a pedra, o ar se tornou denso, como se o invisível ganhasse forma, e uma voz, que era ao mesmo tempo sua e não sua, murmurou: ‘A verdade não é algo a ser encontrada, mas algo a ser revelado.’
Os caminhos se dissolveram em espirais, e o tempo deixou de ser linear. Cada passo o levava mais próximo e mais distante, até que o horizonte desapareceu, dando lugar a uma vastidão onde tudo e nada coexistiam. Lá, uma figura apareceu — não era forma, nem ausência de forma, mas algo além das definições.
Ela disse: ‘O que buscas é o reflexo do que já és. O centro não está fora, mas dentro. O ciclo não começa nem termina; ele apenas é.’
Sem palavras, sem resistência, você compreendeu. Não havia mais necessidade de distinguir entre o que é e o que não é. O fluxo o tomou, e no silêncio, você percebeu: o universo não está à sua frente, está em você.
E assim, a espiral infinita continua, porque ela nunca foi algo a alcançar, mas o próprio mistério de ser.
a liberdade me fez liberta de mim
me fez livre de todos e de tudo
os tons diferentes das arvores me traz algo que nunca senti
felicidade imensa
a qual nunca imaginaria viver
me trancam na empresa por dinheiro
felicidade ja é mais dificil encontrar
a liberdade vem de dentro
essa ninguem pode me tirar
Na frente daquela casa eu via,
As arvores que faziam sombra,
A velha cadeira de balanço que assobia.
Ali naquela velha choupana todos riam
Parece que toda a paz formava sua energia.
Dali irrompia alegria,
Formavam uma só harmonia.
Ali era um lar,
Ali era uma nostalgia.
Dali emergiria humanos,
Na sua acolhida embalava a vida.
Olho no olho,
Respeito e afeto,
Simples Acolhida.
As palavras também crescem, como as árvores, e vão mudando de significado ao longo da vida, começam por querer dizer uma coisas e acabam por dizer outra.
Amanhã teremos mais árvores?! A chuva deixará o ácido distante para que nosso corpo mergulhe o profundo iluminando o submundo do nosso próprio ser?! a evolução não é retrógrada; não adianta afastar nenhuma resposta. Quero aprender mais com o escorpião; ser mais água incisiva na consciência que, embora possa se perder em vapor também cairá em água outra vez.
As seis partes das árvores e
a sétima a a essência da Vida.
1. A Terra - O conhecimento
2. A Semente -Os pensamentos
3. O Tronco - A visão
4. As Folhas - A nutrição
5. Os Ramos - Os Sentimentos
6. As Flores - As Emoções
7. Os Frutos - A Verdade
Estarei nas folhas, aquelas soltas, estarei na brisa, aquelas que relaxam, estarei nas árvores, aquelas que trazem sombra e um aconchego.
MEU INVERNO
Surge uma estrela no céu.
Um cruel vento frio afronta
as árvores solitárias e nuas.
Em um reino, imerso em névoa,
brumas se entrelaçam nos meus sonhos.
Sem luar… sem mar… sozinha
A voz noturna do meu silêncio,
destrincha meu coração.
( Inverno - e os meus devaneios! …)
Corro todos os riscos no inverno.
Fecho meus olhos, vejo o que quero.
É melhor sonhar do que viver!
Noite sem lua, concha sem pérola. Só silhuetas de árvores. E um vagalume lanterneiro, que riscou um psiu de luz.
