Árvores
A nossa missão é dizer não ao desmatamento e plantarmos mais árvores, é a única saída para salvarmos o nosso planeta Terra para as gerações futuras!
"Poema de Sarutobi"
Onde a chama queima
É quando as árvores dançam.
Folhas secas queimarão
no calor da fogueira,
iluminando árvores novas.
A luz continuará a brilhar
em nossos corações.
E uma vez mais...
folhas novas brotarão!
E derrepente as folhas das árvores estão secas, as flores do seu jardim agora estão mortas, os passarinhos não cantam mais no seu quintal, tudo isso se foi junto com ela...
É importante aceitar e respeitar as verdades do passado se quiser ter sucesso no futuro. Árvores sem raízes não dão frutos, não existem como tal.
Ninguém atira pedras em árvores sem frutos. Quando for atacado não se sinta incomodado. Pode ter a certeza de que o incômodo é do outro, que não aceita o seu brilho e que no fundo deseja ter a sua luz.
Rezar pro Sol e dançar pra Lua... abraçar as árvores e amar a chuva. Captar os sutis sinais da natureza, o perfume das flores, a brisa gelada que vem do sul, aquele quentinho gostoso do início da manhã. Trilhar o caminho de volta às origens e trazer de dentro da alma a esperança, abrir os olhos da mente e enxergar finalmente nossa verdadeira missão.
Hoje é um dia perfeito para mim; vejo a luz natural; pelas folhas das árvores percebo o vento passar; sinto o néctar da vida; do meu lado, a pessoa que amo de verdade; sinto um lampejo de sabedoria para expressar meu sentimento de paz.
Eu a cada dia que passa amo ainda mais as flores porque elas se multiplicam, sobem nas árvores, brincam com os passarinhos e eu apenas aprecio infinitamente. Esse é o meu tempo.
ODISSÉIA
Naveguei os mares mais bravos
atravessei as correntezas mais fortes
pulei das árvores mais altas
caí no abismo dos seus olhos
e lá estou presa
até hoje...
A poesia e a imaginação
A internet, intranet, ultranet.
Interface de gerações.
Árvores binária, qubits.
História milenar, filhos de Sete.
Nirod e a torre de babel.
A gravidade, espaço sideral.
Surreal.
Marte, lua, extraterrestre desafia o céu.
A grande programação.
Quimicamente, fisicamente, matematicamente.
Os laboratórios já misturaram quantos semes, quantas mentes.
Jumento com anta.
Rato com gafanhoto.
Raposa com tigre.
Leão com chacais.
Será, seria, teria.
Lobisomen, ets.
Um avião redondo.
Disco que voador, ave maria.
A grande programação linguística.
Tudo misturado.
Algo planejado.
Quantas placas, pensamento, sentimento conectado.
Arquétipos.
Sangues sintéticos.
Sonhos manipulados.
Terrível, medonho, desespero.
Depressão artificial.
Covarde, perseguidor tribunal.
Desumano, preconceituoso e tal.
Força oculta.
Segredos milenares.
Tecnologia, artificialidades, se brincar, igrejas, altares.
Perdoe me Senhor.
Quanto tenho temor.
Escravizado povo pelo malvado.
Inerte saber, vida preciosa.
Inocentes tantos enganados.
Giovane Silva Santos
Se apaixone!
Pelo sol que brilha forte entre os galhos das árvores,
A grama alta que se movimenta com o sopro do vento,
A chuva que chega sem aviso prévio,
Não se esconda!
Dance por entre suas gotas que transbordam vida...
Se apaixone por palavras perdidas naquele velho livro,
E se apaixone mais ainda pelo rapaz que o tem em mãos,
Que seja a primeira vista,
Ao primeiro toque dos corpos,
Ou melhor, ao primeiro toque das almas…
Que não haja medo de se apaixonar!
Não fique esperando a vida acabar,
Coloque sua música preferida,
E puxe logo ele para dançar!
VENTOS
Ventos calmos em forma de brisa
Ventos que as árvores movimentam
Ventos que levam e trazem esperança
Ventos que os postes balançam.
Ventos que me faz sorrir
Ventos que me faz chorar
Ventos calmos que levam a maresia
Ventos impiedosos nas ondas do mar.
Ventos que enfunam as velas do barco
Ventos ásperos e muitas vezes macios
Ventos que me trazem desejos
Ventos que bagunçam os cabelos.
Ventos sublimes e delicados
Ventos que afagam o coração
Ventos que nos enchem de emoção
Ventos sem comparação.
Ventos...
"Você aprende sobre árvores quando começa a cortá-las. Preservando as raízes você começa a entendê-las."
Só de ouvir o barulho da cigarra, o chilrear dos pássaros, o tremular das folhas das árvores, a locomoção das pessoas, a bela ária tocando na Alvorada, já valeu a pena ter vivido.
O lirismo épico do poeta
Um belo céu azul se forma no infinito
As folhagens das árvores a balançar, fazendo cair ao chão
Pequenas folhas-filhas
O sol ardente expõe a claridade do dia
O vento forte sacode a frondosa árvore na minha frente
O ronco do motor do carro que desce
Desvairado, o declive do Iracema
Nem cisma em ofuscar
O belo dia de sexta-feira
O conflito das lagartixas na parece
Do muro, saltando em largo voo
Rumo ao jardim ainda em formação
Belas Mensagens bíblicas ecoam
Do Corcovado
A rede se coloca na minha
Companhia, solitário
E faminto de tudo, de imaginações
Líricas ao perceber o colibri riscando os céus
O chilrear sincronizado dos bem-te-vis
A descida lenta e calma
Das aves, colorindo o firmamento
Combinando beleza rara
Fazendo nascer do âmago do poeta
A exuberante raridade, reluzente
Mágica e extasiante suavidade do prazer
Fazendo florescer irradiante
Da mais excitante reminiscência
Fértil e louca
Que o presente é incapaz
De retratar em versos épicos
O sangue quente e exuberante
Que há de jorrar do meu
Peito rasgado
Palpitante e suavizado
Em razão da ternura que paira
Num momento de rara felicidade
No recanto belo e aconchegante
À espera do meu anjo
Que perambula nas vielas do Amor
Fraterno.
