Arnaldo Jabor Politica
A política assistencialista é uma abordagem que visa atender às necessidades imediatas das pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Ela se caracteriza pela oferta de programas sociais que garantem acesso a serviços básicos, como saúde, educação, moradia e alimentação.
Essa abordagem tem sido amplamente utilizada no Brasil como forma de combater a pobreza e a desigualdade social. No entanto, ela tem sido criticada por alguns especialistas, que argumentam que ela não é suficiente para resolver os problemas estruturais do país.
A política assistencialista pode ser eficaz no curto prazo, mas não é capaz de gerar mudanças duradouras na vida das pessoas. Para que isso aconteça, é necessário que sejam adotadas medidas que promovam o desenvolvimento econômico e social do país.
Além disso, a política assistencialista pode gerar dependência e desestimular o trabalho, uma vez que as pessoas passam a depender dos programas sociais para sobreviver. É preciso, portanto, que haja um equilíbrio entre o atendimento às necessidades imediatas das pessoas e a promoção do desenvolvimento econômico e social.
Em resumo, a política assistencialista é uma abordagem importante para garantir o acesso a serviços básicos às pessoas em situação de vulnerabilidade social, mas não pode ser a única estratégia adotada para combater a pobreza e a desigualdade no país. É preciso que sejam adotadas medidas estruturais que promovam o desenvolvimento econômico e social de forma sustentável.
Empatia deveria ser cultivada na sociedade, se tornar objetivo de política pública e disciplina da educação básica!
Em meio a tanta corrupção na política nos dias de hoje, ser honesto é um caráter atípico, fora do normal.
A sociedade política é uma espécie de associação involuntária que tem de aprender a superar as suas diferenças para viver bem.
A melhor definição do que verdadeiramente é Política vem dos primórdios Gregos onde Significava "O que é bom para o Povo ou a polis(cidade)", ou "Coisa do povo ou da polis(cidade)", de sorte que penso que não existe política ruim ou político ruim, Política seja qual for sempre tem que ser boa, se for ruim não é política e se o político rouba ele não é político ele é uma pessoa ruim ou um ladrão.
Comentário Bel. Eduardo Barbosa na Tv Web Metropole, programa Política com Café e na It Net, programa do Jornalista Luiz Carlos Focca. 2022.
O que chamamos de "Política" Brasileira, é um verdadeiro PICADEIRO DE CIRCO com um monte de PALHAÇOS fazendo PALHAÇADA.
É uma disputa para ver quem diverte mais.
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A política é vista como um cenário de corrupção e ilusão. Portanto, afasta as pessoas, e aproxima quem não tem compromisso com o povo. Essa estrutura é mantida para anular ou diminuir a participação daqueles que verdadeiramente desejam representar as pessoas.
Aprenda a dividir seu tempo com seus negócios, família, amigos e política. Não adianta potencializa-lo apenas nas três primeiras opções e abandonar a última. Sem liberdade não sobrará espaço para nenhuma delas.
"Quem te representa?O brasileiro é desacreditado da política do país, mas é ele quem escolhe seu representante!"
Política e religião não se discutem para que continue o show, são as cordas quem delimitam nossa a ação. Cada ato é uma divisão. Uma escassez de informação.
Quem já assistiu Game o Thrones e acompanha a história política nos últimos anos vê que aqui tá tudo muito louco!
Gardena do Lima
Entre nós tudo está em decadência;
os homens têm o vício da baderna;
política imoral; não há decência;
egoísmo somente é que governa.
Patriotismo, hoje, é só conveniência
para vida faustosa e bem moderna.
As boates têm o culto da existência;
há repúdio do campo e da caserna.
Há caos em tudo, e já se vê que ao povo
uma descrença doentia assoma,
induzindo-o a um caminho novo.
É que, enquanto apodrece num monturo
o critério dos homens de Sodoma,
a doutrina da Rússia tem futuro.
A política pública de assistência social, no Brasil, foi cooptada por correntes políticas, sendo que a política pública social, especialmente da pessoa em situação de rua, não deve ser tábua de salvação da esquerda ou da direita, mas sim uma bandeira de luta da humanidade.
Somos todos uma soma não muito congruente de meios papéis, ecos da pluralidade e política. Somos todos a resistência, e somos iguais –independentemente das incipientes e meias paixões.
Quem quiser fazer política, tira a farda, renuncie ao seu cargo, cria um partido político e vá fazer política. Mas enquanto estiver servindo as Forças, enquanto estiver na AGU, no MP, essa gente não pode fazer política.
