Aprendi com Relacionamento
Quando não damos atenção aos sinais que a vida nos proporciona, viramos reféns de situações que não gostamos e certamente sofreremos num futuro bem breve.
Mas existiu amor. Sempre existiu. Ainda existe. No entanto, o coração se conformou e aprendeu a aceitar quando as coisas não estão dando certo.
Eu sou o movimento do vento nos galhos e folhas e ele o tronco e a raiz no chão.
Sou a inovação e ele a preservação
Me jogo pro mundo e ele guarda tudo no profundo
Eu sou a melodia e ele a letra
Sou o português e ele a matemática
Sou história e ele geografia
Sou um mundo em mim e ele um ser único e solitário no mundo
Eu sou voz, ele é eco
Sou vida, ele é morte
Sou saúde, ele adoece
Sou feliz, ele é triste
Ele é razão, eu sou emoção
Eu sou controle, ele é desorientação
Ele é a embalagem, Eu sou conteúdo
Talvez juntos sejamos a vida
Amar alguém que odeia
a si mesmo
é um tipo especial de violência.
Uma luta dentro dos ossos.
Uma guerra no sangue.
Não sou capaz de relacionar com quem não é leal a si próprio. Não haveria paz nesse encontro.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
A vida fica mais fácil quando você aprende que sempre haverá outro alguém, outra cidade, outro emprego e outro dia.
O quão bom e tão suave é que vivam em união, o homem e a sua mulher (Em parceria com David, rei de Israel).
A sinceridade fere mais que a mentira e não poderia dizer o que penso sobre a mulher que ainda ama o ex marido que segue noutro relacionamento ou, a que espera a promessa de um homem casado, que vai decidir se termina ou não o casamento para ficar com ela.
Não existem crianças rebeldes!
Existem adultos despreparados!
Não há culpados! Apenas falta de conhecimento!
O conhecimento traz paz aos relacionamentos!
Precisamos aprender a lidar com as nossas crianças!
Ao contrário do que muitos dizem, você não deve silenciar-se diante de uma ofensa, no caso, quando esta ofensa vem de alguém que você convive todos os dias. Ficar calado, só vai dar liberdade para o ofensor continuar ofendendo.
É claro que você não deve responder, provocando outra ofensa, mas dizer: “Vamos resolver o problema, eu vou corrigir meu erro, mas a sua forma de falar comigo, me desrespeita, e eu não aceito que você me desrespeite.” Esta fala, olhando firme em direção aos olhos da outra pessoa, é poderosa, e mantém os limites para a boa e saudável convivência, num relacionamento de hierarquia.
O ofensor só se mantém, quando há um ofendido calado!
Não internalize uma ofensa, ela causa doença, verbalize-a, expresse os seus sentimentos de repúdio àquela ofensa, e depois esqueça,... proteja o seu coração!
Não existe equipe incompetente, existe líder inflexível.
Não existem filhos ou alunos incompetentes, existem pais e professores inflexíveis!
A flexibilidade é a habilidade de entrar na mente da outra pessoa, perceber seus sentimentos, personalidade, visão de vida, como também descobrir suas habilidades!
Conhecer o outro, para descobrir quais as ferramentas usar, para que você possa retirar dele, todo o potencial que ele tem e quebrar as resistências!
Ninguém pode mudar apenas para agradar outra pessoa, mas, muitos, precisam se aperfeiçoar, para agradarem a si mesmos.
Reciprocidade
Reciprocidade significa mutualidade, que é a característica do que é recíproco e tem um enorme valor na psicologia social, para a manutenção das relações mútuas e das normas sociais. É um conceito presente em várias culturas e religiões, como norma imprescindível para uma convivência saudável. É importante até mesmo no âmbito das relações internacionais, na troca de direitos ou vantagens entre os países. É essencial não apenas entre seres humanos, mas até entre os animais irracionais, dito irracionais.
Para Kant reciprocidade é a capacidade que torna compreensível a relação entre as pessoas. Significa dar e receber, por isso, no amor a reciprocidade significa que o amor é correspondido.
É também essencial na amizade e em todas as relações de afeto, onde significa demonstrar e retribuir sentimentos de amor e amizade a outras pessoas, através de ações e não só de palavras.
Não deve haver satisfação alguma no fim, nem mesmo pela possibilidade de um novo recomeço. O fim é algo lamentável, como a morte de um sonho, e não deve haver orgulho em colecionarmos esqueletos, dentro ou fora do armário.
Reconhecemos o fracasso, sucumbimos ao egoísmo, ao individualismo e não fomos humildes o suficiente para cedermos, para descermos de um falso pedestal que nos coloca acima do outro, quando somos exatamente iguais, todos sujeitos aos mesmos erros e paixões.
A família é a célula que estrutura a sociedade, não o casamento. Este é uma instituição legal, um contrato de sociedade humana, regulado pelo estado. A família é a união verdadeira, motivada por interesses reais, muito além das paixões passageiras. O dever de casamento é uma imposição cultural ou religiosa, mas está mais do que provado que contrato, verbal ou escrito, não sustenta um relacionamento.
