Aprendi com Relacionamento

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Aprendi que a dor não pede licença para existir; ela entra, rearranja a casa e, se eu sobreviver, ainda me obriga a agradecer pela mobília que restou.

Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém.

Aprendi a ter fé com os ateus; alguns cristãos só me levam a questionar Deus.

Na minha caminhada, eu aprendi a não depender de ninguém.

​"Minha maior riqueza não veio do que ganhei, mas do entulho que aprendi a lapidar."

“Demorei, mais aprendi se não ganho nada ficando não perco nada indo embora.”

"Você pode tentar cortar minhas asas, mas eu aprendi a voar sem precisar da sua validação."

Aprenda a Bíblia por si mesmo,não fique so no que te ensinaram,eu ja aprendi errado,já ensinei errado, ⁠mas esteja sempre disposto a aprender com alguém.

Isso não é saber, é incerteza; aprendi tanto, que descobri que nada sei.

Mar






a parede de ventos que me impede,
mirei as aves.
aprendi a usar os ventos,
dar descanso às minhas asas.

Aprendi sozinho que o Amor nasce com um olhar, só sabe disso quem ama de verdade, mas, aprendi sozinho também, que nada mata o Amor, nem o desprezo, nem a ausência, nem a distância e muito menos o Ódio...


Da série:


Sobre
Muito
Mais
Amor.

Na vida, aprendi que nem sempre estarei feliz — e tudo bem. A felicidade vai e vem, mas a paz é o que permanece quando a gente aprende a aceitar, soltar e seguir.

Hoje, não quero controlar tudo, nem provar nada a ninguém. Quero apenas ter paz no coração, silêncio na mente e a consciência tranquila.

Porque, no fim, talvez a verdadeira felicidade seja justamente isso: estar em paz com quem somos e com aquilo que não podemos mudar.

Eu perdi o medo de perder pessoas quando aprendi que aquilo que é verdadeiro não precisa ser segurado.

Quem realmente gosta, permanece.
Mesmo quando a distância se alonga,
mesmo quando o tempo passa,
mesmo quando a vida coloca obstáculos no caminho.

Porque quem carrega afeto de verdade
sempre encontra uma fresta por onde a presença possa entrar.

Aprendi que amor não se sustenta em cobranças,
amizade não sobrevive de insistência,
e reciprocidade não precisa ser implorada.

O que é verdadeiro flui.
Não exige esforço de um só lado,
não transforma presença em obrigação,
não faz você se sentir sozinho enquanto tenta manter alguém por perto.

Quem quer estar, encontra um jeito.
Quem se importa, demonstra.
Quem valoriza, cuida.
Quem ama, permanece — ainda que precise atravessar quilômetros, silêncios e tempestades.

Por isso, já não tenho medo das partidas.

Algumas pessoas chegam para ficar.
Outras chegam para ensinar.
E algumas simplesmente seguem outro caminho.

E tudo bem.

Porque aprendi a abrir as mãos sem amargura
e deixar partir aquilo que já não escolhe permanecer.

No fim, descobri que não precisamos correr atrás de ninguém.

O que pertence ao coração não precisa ser perseguido.
O que é verdadeiro encontra o caminho de volta.
E quem realmente deseja permanecer
não precisa de motivos para ficar —
transforma o próprio desejo em presença.

A MAIOR VITÓRIA DA DEMOCRACIA É PERMITIR QUE ATÉ QUEM PERDE CONTINUE LIVRE.

Aprendi que democracia não é a certeza de que meu candidato vencerá. É a certeza de que, mesmo derrotado, continuarei tendo o direito de tentar novamente.

Posso discordar do resultado. Posso lamentar as escolhas do meu país. Posso assistir a milhões de pessoas celebrarem aquilo que considero um erro. A liberdade também significa conviver com decisões que não são as nossas.

O que não posso aceitar é que uma derrota eleitoral se transforme na perda da liberdade de disputar a próxima eleição.

Porque governos passam. Presidentes passam. Ideologias passam. Mas os direitos que sustentam uma sociedade livre não podem depender da vontade de quem ocupa temporariamente o poder.

O governante recebe as chaves do país por um período determinado. Não se torna dono da casa. E, quando o mandato termina, precisa ter a grandeza de devolver as chaves.

Nem a popularidade, nem os aplausos, nem a convicção de estar do lado certo justificam o poder sem limites.

A maioria escolhe quem governa, mas não determina quem merece dignidade. Não pode transformar diferenças em crimes morais, impor uma fé a todos ou decidir quais pessoas merecem ser respeitadas.

É por isso que precisamos de instituições independentes, de uma imprensa livre, de uma oposição atuante e de uma Justiça capaz de dizer não. Mesmo quando incomodam. Principalmente quando incomodam.

Quanto ao candidato em quem voto, não lhe entrego minha consciência. Se vencer, continuarei cobrando. Se errar, continuarei criticando. Se decepcionar, não inventarei desculpas para proteger minha escolha.

Meu voto não compra um ídolo. Escolhe um representante.

Não devo minha lealdade ao homem que elegi. Devo minha vigilância à liberdade que me permite elegê-lo — e, se necessário, mandá-lo embora.

Porque a democracia não é a garantia de que venceremos sempre.

É a garantia de que ninguém poderá nos impedir de tentar novamente.

Aprendi a olhar primeiro meus defeitos, antes de jogar pedras em alguém...

COISAS QUE APRENDI COM A VIDA:

- Que não existe meio termo, ou a pessoa é boa ou não é.
- Que a bondade está relacionada com a maturidade de se doar ao próximo.
- Que o mundo gira e se não semearmos boas sementes a colheita não será próspera.
- Que nada será em vão se fizermos com amor.
- Que a maldade não dura para sempre, um dia tudo vem à tona.
- Que a vida nos ensina com os tropeços e se não aprendermos a superá-los, não conseguiremos sobreviver nesta selva.
- Que ser corajoso é não ter medo de viver
- Que lutar contra as determinações do universo, é lutar em vão.
- Que a felicidade vibra constantemente de dentro para fora.
- Que o tempo é e será um ótimo aliado.
- Que nada será para sempre e tudo tem um prazo de validade, inclusive nós.

Aprendi com o inverno que me recolher às vezes é preciso.

Deus se revela...


Terminei de crescer perto de uma cidade rica...


Logo aprendi sobre as diferenças sociais...


Não entendia por que alguns tinham tanto, enquanto outros tinham tão pouco...


Hoje vivo exatamente desse jeito...


Se acredito em Deus?


Sim...


Plenamente...


Mas, pelas inconstâncias da vida, às vezes duvidei e acreditei que
Ele não morava aqui na Terra...


Que Ele morava em outro lugar,
lá na cidade rica...


Que estávamos sozinhos aqui...


Que, na verdade, já estávamos no inferno e não sabíamos...


Mas Ele veio e me mostrou os Seus passos na areia,
enquanto, tantas vezes, me carregou no colo,
lá na cidade pobre.

Apagando a escuridão / O vestido Verde

Durante muito tempo, eu aprendi a diminuir o meu brilho.
Não porque alguém tivesse colocado uma lâmpada sobre mim e mandado apagá-la.
Foi mais sutil.

Aprendi a observar os olhares.
A medir os gestos.
A pensar duas vezes antes de vestir determinada roupa, falar determinada coisa ou simplesmente ocupar um espaço.

Aprendi a caber.
E talvez por isso eu tenha criado uma personagem para mim mesma.
Ela aparece justamente quando ninguém quer aparecer.
Foi assim na escola que trabalhei.
Precisavam de alguém no parquinho e ninguém queria.
— Eu vou!
E, para não transformar aquilo em obrigação, transformei em brincadeira:
— Vou ser a dona do parquinho!

Depois precisaram de ajuda para servir as frutas.
— Eu vou!
— Vou ser a dona da cozinha!
Choveu, precisaram de ajuda com a limpeza.
— Eu vou!
— Vou ser a dona da limpeza!

Até que um dia precisaram de alguém para atender um pai enquanto a diretora não estava.
— Eu vou!
E, já completamente envolvida na minha própria brincadeira:
— Vou ser a dona da escola!
Foi exatamente nesse momento que a diretora apareceu atrás de mim.

— E o que você disse, Edi?

Eu?

Nada.

Absolutamente nada.

— Tchau! 😂

Talvez seja justamente isso que eu tenha aprendido com a vida:

Nem sempre precisamos levar tudo tão a sério.
Às vezes, precisamos apenas entrar no picadeiro da vida.
Fazer o que precisa ser feito.
Rir de nós mesmas.

E continuar.

Foi assim também quando, na semana passada, eu — que praticamente só uso jeans — saí de vestido.
E não era qualquer vestido.
Era verde, com flores brancas.
No começo, fiquei envergonhada.
Senti os olhares.
Por alguns instantes, aquela antiga vontade de me esconder apareceu.

Até que me lembrei de uma frase que uma especialista em estética me disse certa vez:

“Você escolheu essa roupa. Agora tem que segurar o look. Levanta a cabeça e vai brilhar!”

E eu fui.
Fui para uma cidade.
Depois para outra.
Voltei para casa.

E, dessa vez, não fiquei tentando descobrir se estavam olhando porque eu estava diferente.

Eu sabia.
Eu estava linda.

E existe uma diferença enorme entre ser olhada e se sentir observada.
Antes, eu queria desaparecer quando percebia os olhos sobre mim.

Hoje, penso:
Olhem.

Eu escolhi essa roupa.
Eu escolhi estar aqui.
Eu escolhi não me esconder.

Talvez algumas pessoas realmente não gostem quando alguém brilha.
Talvez algumas pessoas se incomodem com a alegria alheia.
Talvez algumas tenham aprendido a viver em lugares tão escuros que uma luz acesa parece exagerada.

Mas isso já não é mais responsabilidade minha.

Eu não quero mais apagar a minha luz para que ninguém se sinta incomodado.
E talvez seja por isso que hoje eu possa dizer, brincando:

Eu vou ser a Dona do Mundo.

Porque agora entendo que ser autêntica não significa fazer papel de boba.
Significa ter coragem de entrar no seu próprio "EU"!
De vestir a roupa que escolhi.
De fazer aquilo que ninguém queria fazer.
De rir quando poderia reclamar.
De ocupar o espaço que me pertence.

E, principalmente, de não ter vergonha da minha própria alegria.

Passei muito tempo tentando não incomodar.
Hoje, se a minha felicidade fizer barulho...
Que faça.
Se a minha roupa chamar atenção...
Que chame.
Se meu jeito parecer exagerado...
Tudo bem.

Eu já passei tempo demais tentando ser pequena.

Agora quero ser grande.

Não para ser maior do que ninguém.
Mas para finalmente ser inteira.
E se, no caminho, alguém perguntar:

— Edi, quem é a dona daqui?

Eu vou pensar duas vezes antes de responder.
Porque, depois daquele episódio com a diretora...

Aprendi.

😂

Mas, no fundo, eu já sei a resposta:

Sou dona da minha história.
Dona das minhas escolhas.
Dona da minha alegria.

E hoje, pela primeira vez, a opinião do outro não é mais necessária.

Porque resolvi brilhar.

Porque agora eu existo.

Aprendi mais sobre eu advercidade do que no meu sucesso.
A situação pode até me ferir, me fazer chorar mas jamais irá me vencer...
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.


R & F Perazza .'.