Amor entre Pais e Filhos
Tudo que o pai e a mãe faz para seus filhos, é feito com amor, que os filhos cuidem de seus pais quando eles se tornarem crianças de novo.
Amar quem nos ama é fácil, amor de pais e filhos é muito pouco diante de Deus e nem sempre é amor, pode ser um apego uma vaidade, um pecado! Devemos também amar quem nos persegue, querendo o bem.
Os pais dão tanto amor aos filhos, pra depois que crescerem, dar mais valor ao primeiro que ve pela frente do que para os proprios pais!
Takagi Natsukashii Aihiteru
Quando o amor dos pais, filhos, irmãos, parentes, amigos é verdadeiro,
é perpetuamente eterno no vínculo de amor sempre! ...
O verdadeiro AMOR não existe interesse por bens materiais,
interesse por algo de alguém, inveja, fofoca, ingratidão, falsidade, mentira,
enganar, fraude ou qualquer outra coisa ...
Amor ser honesto, sincero, verdadeiro e
doação verdadeiramente no laço de amor eterno....💞👶👨👩👧
O amor é a força mais poderosa ....💞
Seu amor dura para sempre! ....👨👩👧
📌 Filhos Frágeis, Profissionais Fracos: O Perigo da Superproteção
Muitos pais acreditam que amor é evitar qualquer dificuldade para os filhos. Resolvem todos os problemas, antecipam cada desafio, aliviam qualquer desconforto. Mas será que estão realmente ajudando?
Quando protegemos demais, criamos jovens sem resiliência, sem capacidade de adaptação, sem a habilidade de resolver problemas. No mercado de trabalho, isso se traduz em profissionais inseguros, que não sabem lidar com críticas, não conseguem tomar decisões e esperam que outros resolvam suas dificuldades.
Empresas não contratam fragilidade. O mundo real não tem atalhos. Quem não aprende a enfrentar desafios na infância, chegará à vida adulta despreparado para lidar com prazos, pressão e responsabilidade.
A pergunta que fica é: estamos criando filhos prontos para a vida ou apenas adultos que nunca aprenderam a sair da sombra dos pais?
💡 Ensinar a resolver problemas vale mais do que resolver por eles.
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Tirania Infantil
Com medo de perder o amor dos filhos, pais renunciam ao seu pátrio poder, entregando-se ao jogo sutil e hostil da tirania infantil, tornando-se frágeis e subservientes.
Colocados no trono por pais sem firmeza, sem voz, reféns de uma culpa atroz, acreditam que não dedicaram tempo e atenção suficientes para esses rebentos algozes.
Infantes exigentes, pais obedientes, autoridade enfraquecida, valência perdida, tirania fortalecida na culpa assumida.
No lar, o caos reina, pais sem direção, remorso que nutre em vão, jovens onipotentes em ascensão determinam o refrão.
Transfigurados em pais dos pais, esses pequenos tiranos comandam cada vez mais, numa inversão de papéis onde os filhos mandam e os pais apenas obedecem.
Ah, o amor!
Dos pais e mães por seus filhos, dos filhos por seus pais e pelos pais de seus pais, pelos amigos de perto ou de longe, pelo próximo que nunca se viu antes, pelo ser humano, pelos animais...
Ah, o amor!
Sentimento puro e sublime que é, sim, um sentimento; mas que, acima de tudo é uma decisão!
Decida amar, decida cuidar, decida dedicar-se ao próximo, independente da sua raça, crença ou classe social!
Mas, acima de tudo, decida amar aquele que te faz mal, ao teu "inimigo", porque se um dia ele decidir te amar, ganhaste um novo amigo.
Que lindo seria, não?
Ah, o amor!
Fui levado a crer
que o até amor entre irmãos
pais e filhos,
amigos, amantes e afins
é mesmo uma ilusão benfazeja.
Aliás, tudo na vida é ilusão
as coisas mais tangíveis
que contemplamos
ou que apalpamos
são ilusões concretas
razão sustentando o caos
lógica iludindo os olhos
beleza atraindo corações incautos.
Somos como abelhas a fazer o mel
aranhas a criar armadilhas
abismos que no final
se tornam prisões emocionais
contradições perpétuas
O amor é multiface para que todos aprendam amar. Filhos amam pais, que amam esposas, que amam maridos, que amam irmãos, que amam amigos, que amam avós, que amam crianças, que amam sonhar. E o amor se doa, e o amor recebe. O amor é multi, pois é amando que se multiplica, é amando que se perpetua ...não se sabe do princípio nem do fim...só sabemos do amor que é ele que nos faz amar!
Além de instruir competências socioemocionais, como estabelecer limites e demonstrar amor, os pais desempenham um papel fundamental na formação moral e ética dos filhos.
Eles são os primeiros educadores e modelos de comportamento, influenciando diretamente no desenvolvimento emocional e social das crianças.
Já a escola, não apenas transmite conhecimentos acadêmicos, mas também promove o desenvolvimento integral dos alunos.
Isso inclui a promoção da autonomia, da criatividade, do pensamento crítico e da convivência democrática, preparando os estudantes para lidar com os desafios do mundo contemporâneo.
Assim, a educação socioemocional e o cultivo do amor não apenas complementam os objetivos da escola, mas são pilares essenciais para um processo educacional verdadeiramente completo e enriquecedor.
Quando pais e escola trabalham juntos, oferecendo um ambiente de aprendizado e convivência positivo, os alunos têm mais chances de alcançar seu pleno potencial e se tornarem cidadãos responsáveis e conscientes.
Se já é um bom filho, continue a ser, cuide dos seus pais com o carinho que eles merecem. Eles são as suas melhores referências. O resultado da sua dedicação, será o privilégio de receber sempre o melhor de Deus.
Quem recebe nesta vida um inimigo de vida passada como filho, se assemelha ao herói que foi prejudicado no passado por aquele ser, e hoje aceita a nobre missão de buscar a harmonização da questão pelas vias do amor. Não por acaso existe o mandamento que recomenda honrarmos pai e mãe. Quem engole o ego e aceita ser genitor nessas condições, é digno de muita honra. E se consegue realizar a tarefa de transformar em amor o que antes era ódio, avança mais um degrau na escala evolutiva.
Deus dá filhos especiais para pais especiais. É como se ele tivesse um cristal bem fininho e sensível que necessitasse de cuidados redobrados, e precisasse colocá-lo nas mãos de alguém da própria confiança. Então, ele nos escolhe.
COMO NOSSOS PAIS
É bonito ver pais carinhosos com os filhos, mas é ainda mais belo ver o carinho dos filhos pelos pais, justamente porque não é a ordem natural. Geralmente os filhos, em especial os adolescentes, têm vergonha dos pais... Mais vergonha em expressar sentimentos do que de pedir dinheiro... (Ainda bem que isso tende a inverter com o tempo). E com o tempo percebemos o quanto de tempo perdemos economizando carinho e atenção com os pais, em vez de economizar nas brigas e implicâncias.
Quando bate o medo de perdê-los, dá uma vontade imensa de voltar no tempo e tentar não ser tão idiota, em preferir muitas vezes estar na rua sozinho do que em casa com eles; ou trocá-los por pessoas que fingem se importar com a gente, as mesmas que cedo ou tarde nos irão decepcionar (tipo sem querer, querendo), porque alguém mais interessante vai aparecer e seremos trocados.
Então você cresce, forma a sua família e - como num passe de mágica - entende tudo o que antes parecia ser absurdo... De repente você se vê responsável pelo seu lar, se vê tendo as mesmas preocupações e “neuras” que seus pais tinham e passa a enxergar as coisas na mesma visão que você tanto criticou um dia. As coisas simples da vida passam a ter um valor superestimado e os medos que antes enfrentávamos rindo deixam de ser engraçados. É quando passamos a entender melhor (e na prática) a palavra ‘arrependimento’, vendo que temos uma coleção delas.
Na euforia da juventude que parece não ter fim e na aparente sensação de onipotência e onisciência que os hormônios naturalmente provocam, achamos muitas vezes que nossos pais são tolos. Mas tolos somos nós, quando não insistimos por aqueles que jamais desistiriam da gente. Pois um dia eles se vão, assim como a juventude, os hormônios, a vaidade... Tudo vai sendo tirado da gente, aos poucos ou de repente, e cada vez mais nos vemos como nossos pais, nos dando conta de que não somos deuses, nem heróis, não somos perfeitos, inabaláveis ou incorrigíveis, não somos únicos... Mas para os nossos pais, com toda certeza, somos insubstituíveis e isso já deve ser o bastante para que os amemos sem condições, ainda que às vezes eles aparentem, na nossa visão, não merecer.
Nossos pais de fato não são deuses, mas se tem uma coisa divina que eles tentam fazer- da qual nunca damos valor - é nos salvar de nós mesmos. Eles já foram filhos, e um dia, inevitavelmente, seremos como nossos pais.
FILHOS, SOB QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS, AMEM E DEIXEM-SE AMAR!
