Amor entre Pais e Filhos

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"A família é um campo minado para estabelecer-se a ordem do amor..."

☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

-Você tem um amor???
-Pois eu tenho saúde, família, casa e emprego!
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel


-Amor pela minha família tenho muito.
O que eu não tenho mesmo é paciência!
Não me torra!
Haredita Angel
12.05.22

Inserida por HareditaAngel

Amar é o esforço de escalar a montanha do nosso ego para poder se deleitar apreciando a vista das pequenas grandes coisas.

“Viva e conviva com as pessoas como o jardineiro que não esquece de regar e adubar cada planta. Deixe a luz do sol aquecer seus dias, não viva na escuridão! A melhor maneira para ter iluminação é viver bem com todas as pessoas, aprecie a arte de viver e conviver com o seu semelhante. Somos todos da família de Deus. Pertença à família divina!”

⁠Faço parte de uma família, cuja genitora é a ARTE.

Inserida por romario_filho

Só os pais podem saber quanto amor sentem por um filho e a alegria que traz à sua vida.

O amor dos pais pelos filhos não diminui conforme eles crescem, nem a necessidade de cuidar e protegê-los. Mesmo quando eles voam e começam a criar suas próprias vidas, nós ainda queremos que eles saibam que estaremos sempre por perto para quando precisarem de apoio.

Para nós, de alguma maneira, eles sempre serão as crianças que temos que cuidar e direcionar ao caminho certo. Apesar de nos orgulharmos de sua independência e de suas conquistas, queremos continuar fazendo parte de cada passo de seus caminhos.

Nossos filhos são nossos tesouros, os presentes mais valiosos que recebemos do divino. Eles fazem as nossas vidas mais felizes, trazem significado à nossa existência e nos ensinam a viver com mais amor e alegria.

Eles são a principal razão de nos mantermos firmes frente os obstáculos da vida e o motivo pelo qual acordamos motivados para o novo dia. Quando temos filhos, descobrimos a verdadeira força que existe em nós.

Aprendemos que somos muito mais do que acreditamos, e que podemos fazer coisas que nunca imaginamos serem possíveis.

Ter filhos nos apresenta a um lado completamente novo de nós mesmos, mais empático, amoroso e humilde, capaz de abrir mão de interesses pessoais para garantir que alguém que amamos esteja bem.

Os nossos filhos são as pessoas mais especiais de nossas vidas, algumas das poucas companhias das quais não queremos abrir mão e as únicas pessoas pelas quais paramos as nossas vidas.

Eles são a personificação do amor incondicional e as maiores fontes de alegria e orgulho de nossas vidas. Para eles, daremos sempre o melhor de nós. Não importa quantos problemas enfrentamos, nunca estaremos ocupados demais para lhes oferecer uma palavra de conforto ou um abraço de amor.

Nossos filhos nunca serão grandes demais para receber o nosso amor e atenção. Poder estar ao seu lado e fazer parte de sua história é uma das maiores alegrias de nossas vidas.
Oferecer-lhes o nosso carinho quando precisam desperta em nós os sentimentos mais bonitos que existem. Em nossos corações sempre haverá um espaço muito grande destinado a eles, apesar do passar dos anos e das diferenças, porque o amor dos pais é infinitamente maior do que qualquer circunstância.

Se você tem um filho, conhece esse sentimento. Sabe o que é o amor incondicional e puro. Sabe o que é ser verdadeiramente cativado por outro alguém e o que é se comprometer a oferecer apenas o seu melhor a ele.

Sabe que o seu coração sempre será um pouco dele e o quanto esse amor vale a pena, porque nos transforma de dentro para fora.

Meus pais eram de dois mundos diferentes e eu sou o resultado do amor que eles compartilhavam. Filho da terra e filho dos mares.

"Pais e filhos: amor e compromisso unindo destinos."

O amor – seja de pais, filhos, amigos ou parceiros de vida – não deve ser reclamado. Muito menos mendigado. Simplesmente se traduz por alegria em cada encontro e em saudade nos intervalos entre dois reencontros.

Crônica


O Amor Que Muda de Endereço


Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente é dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussões que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitações, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que já sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opinião e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de você" acaba perguntando apenas se o trabalho está indo bem.
A mãe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho está se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverá tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupações silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus próprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinâmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mãe exigente transforma-se em uma avó paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silêncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque não é inveja.
Também não é mágoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontâneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiência ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades não voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
Não porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no íntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serão preenchidos.
Nem todas as explicações chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serão feitos.
E está tudo bem.
A vida não é uma novela.
Não existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
Não há música tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
Não existe um capítulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real é mais simples.
E também mais dura.
Ela é feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famílias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silêncios, o amor sempre esteve lá.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tímido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avós, percebemos uma das maiores lições da existência.
O amor não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das gerações.
Talvez não exatamente como gostaríamos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

Organizar a vida dos filhos não é obrigação dos pais, mas sim gratidão e amor pela chance de tê-los.

Inserida por Gilrefatti

Deus nos deu filhos, para entendermos o siginificado da palavra amor e os país para ensinar a amar!
Sergio Fornasari

Inserida por sergiofornasari

Pais que dão amor, carinho, disciplina para seus filhos, certamente terão filhos saudáveis emocionalmente.

Inserida por Stamer

"Pais que terceirizam amor
Certamente farão filhos murcharem para vida,
Tal qual se murcha uma flor".

Inserida por poeta1958

Há um conflito de sonhos. Os pais sonham com o filho idealizado e os filhos sonham com o amor dos pais pela pessoa que eles realmente são!

Inserida por johank

somos pais e filhos
no ardor da escuridão
amarga com fel
suposto do amor,
deferir sentimentos,
sempre opostos
num mar de secura
banhado de lagrimas,
sobras em sombras
terradoras na sombria,
a face do medo que
se embrenha... por mais
desdenha está sensação...
nas profundezas da alma...

Inserida por celsonadilo

Os pais empolgados estão passando Contemplação, invés de Amor, aos filhos.

Inserida por dalainilton

A única coisa que difere o amor entre pais e filhos é só o gênero.

Inserida por JulioRamos