Amor entre Almas
O verdadeiro arrependimennto é um caminho de mão duas, e nessa sinergial relacional santa entre nós, Deus e os seus propósito, nós veremos que Ele só irá derramar a sua graça quando nos redermos e nos desarmarmos diante Dele, de toda a nossa capacitação e recursos.
Entre nós tudo está em decadência;
os homens têm o vício da baderna;
política imoral; não há decência;
egoísmo somente é que governa.
Patriotismo, hoje, é só conveniência
para vida faustosa e bem moderna.
As boates têm o culto da existência;
há repúdio do campo e da caserna.
Há caos em tudo, e já se vê que ao povo
uma descrença doentia assoma,
induzindo-o a um caminho novo.
É que, enquanto apodrece num monturo
o critério dos homens de Sodoma,
a doutrina da Rússia tem futuro.
Já se fala em perdoar os imperdoáveis, talvez pelo fato que entre esses, a maioria eram de penetradores, popularmente conhecidos como infiltrados.
Toda a guerra é desumana, mas a pior e monstruosa batalha realizada é feita entre seu próprio povo, financiada por poderosos egoístas usando pobres idiotas como buchas de canhões. Diante dessas coisas dou o maior valor aos animais.
A paz é um estado de calmaria entre a última e a próxima batalha. Feliz é aquele que consegue prolongar este estado de calmaria pela vida toda…
Quase terminando, escrevo agora sobre o contrário da maldita gula, que e entre outros, tem como antônimo a moderação, a parcimônia e se quiser ser radical, o ato de jejuar.
Creio que o termo moderação é bem adequado para definir o contrário dessa voracidade de comer.
Assim como a desnutrição, o sobrepeso é um problema de saúde pública mundial, mas existe um problema maior ainda em relação à gula, a obesidade mórbida.
Minha esposa, gosta de assistir um programa de fatos verídicos (um reality show do canal Discovery Home & Health), aqui chamado de Kilos Mortais.
No início eu reclamava de ver os capítulos, mas depois de ver tantos, já não reclamo e entendo melhor o problema que essas pessoas sofrem.
É assustador assistir a situação de alguém que não consegue mais levantar da cama, com 300 kg ou mais, e ainda,
enxergar todo o envolvimento dos familiares, que não sabem o que fazer para ajudar ou resolver. Em alguns capítulos, a coisa chega às raias da loucura, as pessoas que estão envolvidas com o problema, ajudam aquele ser humano a engordar mais ainda, afinal de contas, são eles que levam a comida para a cama onde essa pessoa imensa, depois de tanto comer, espera a hora de sua morte, impressiona demais.
Uma coisa é certa, quem está envolvido com esse ser, acaba sofrendo algum distúrbio psicológico, e junto com ele, entram em "parafuso" emocional. Tem que ter muita estrutura para sair desse círculo vicioso.
Enfim, é um programa muito deprimente. Tudo começa pela falta de moderação, inicia-se então um ciclo vicioso (comer também é um vício), comem para se satisfazer e acabar com alguma angústia, e a medida que não se sentem satisfeitos, comem mais para tentar acabar com aquela ânsia da falta de satisfação.
Há pouco tempo, uma colega de trabalho me disse: "acho que todo mundo tem um vício qualquer".
Concordo plenamente, tem vício para tudo quanto é lado, vício em trabalhar, em não trabalhar, em malhar, em sedentarismo, em bebida alcoólica, em cigarro, em drogas, enfim, a lista é estensa.
Tem um ditado que diz: "tudo em excesso faz mal", então ser moderado em tudo é importantíssimo.
Extrapolo isso para todo os pecados capitais.
Ser moderadamente irado, lhe aproxima da paciência, ser moderadamente soberbo, vai abrir o caminho para sua humildade e assim por diante..
Só não tem como ser moderadamente avarento, se a pessoa é mão fechada não tem como ser menos "pão duro", mas isso fica para o próximo texto enfadonho do contrário dos sete pecados capitais.
Antes de terminar, faço uma ressalva para o ato de jejuar.
Quando jovem jejuei algumas vezes, achava e acho um ato penitencial fantástico, sentir no corpo o que tantas pessoas sentem nesse mundo tão desigual. Está na hora de voltar a fazer isso de vez em quando. Acho que vou jejuar amanhã!
E tenho dito...
Escrever é expor as angústias que se carrega entre as entranhas e deixar que elas se espalhem. Que sejam tuas vísceras bálsamo para os atordoados de espírito - tão desarrazoados quanto tu próprio.
E ao escritor, só lhe resta o anonimato. Este ficará eternamente sobre o julgo de seus pensamentos, na escuridão profunda, no calabouço mais inquietante e se tiver sorte, irá se afogar entre os parágrafos.
Pesadelo -
Por momentos julguei sentir o eco dos teus passos por entre o silencio da horas inquietas! Julguei sentir a culpa das palavras que não disse, dos momentos que perdi e dos instantes de saudade. Por momentos desejei que fosses tu, caminhando para mim como um Sol d'Inverno ...
Mas os teus passos vinham sobre a noite opaca e triste ... mesmo assim ... desejei que fosses tu!
E tudo terminou à hora do Sol-pôr ...
Meus olhos, na distância, na miragem, cheios de água e solidão, encheram-se de silencio e desenharam no horizonte das tardes quentes d'Agosto, um não sei quê de poesia ...
Ah! Que ninguém venha pedir-me "que razões!" O porquê de amar alguém que não nos quer?! Não sei! Não sei! As razões, essas, transcendem-me, ultrapassam-me os sentidos ...
E há bocados de sonhos despedaçados, caídos na noite, sem fim! E tudo está gasto! Menos a dor que me atravessa nesta hora e que me deixa estático, parado a meio tempo, como se fora o principio de tudo ou o fim de qualquer coisa ...
E não peçam que me cale! É impossível ficar aqui - no silêncio! Estou farto de sombras mudas - mortas! O amanhã não existe mas é teu ...
A noite cobriu meu ser de um mar de trevas e o Pesadelo aconteceu ... o silêncio apodreceu nas minhas veias e um punhal trespassou a minha Alma!
Outros dias virão! Adeus!
Ei,
Não que haja dor
Essas coisas entre nós, tu sabes que inegrece nossos humores, nossas mensagens agora com cheiro de dores...
Lembra daquele tchintchin ao por do sol, nossos beijos, sensualidade e vaidade, aquele milagre de amor,
Aquela cor de deuses em nós, os mais perfeitos do mundo, só pra nós!
Hoje nossos dedos não respiram nenhum oi pra outrem, nossos corações já não batem nossa batida, e olha como te vejas tímida, lendo isso!!
Tempos bons!
O que é a vida?
Como sendo a criação permanente do novo, a vida é o que acontece entre uma respiração e outra, é uma condição de energia que busca mais energia, potência em busca de potência. Intervalo de tempo em que uma energia dura com alguma consciência que acredita ser alguma coisa, dor e sofrimento, afinal de contas não me lembro de ter sofrido antes de nascer e tenho a nítida impressão de que não sofrerei depois de morrer, a vida é o excesso, a surpresa e a fecundidade.
Lavoura morta
Vi o futuro por uma fresta da janela com os olhos da mente entre espaço, tempo e coração.
Vi coisa boa não! Por isso meço o tanto pouco esforço que faço para melhorar o que tanta gente grossa e má tenta piorar.
Pouco trigo e muito joio cansam qualquer Semear.
"Há um desencontro infalível e irremediável entre o que você espera das pessoas e o que elas esperam de você. É a única coisa certa no meio de tantas expectativas."
ÁGUIA – O PODER.
A lua desvairada cumprindo sua jornada,
Rejubila cintilante entre a águia iluminada.
No cume da serra a magnifica ave, sorrateira, constrói o seu ninho,
Fugindo, bem alto, do vento rude que não é de dar carinho.
No seu voo tranquilo e sereno, na sua realeza.
Observa, atentamente, onde encontrar a sua presa.
Ave de rapina com enorme acuidade visual,
Vira risco iminente para todo o reino animal.
A águia, mensageira divina, representa a proximidade de Deus,
Na mitologia, representa é símbolo de Zeus.
Representa, ainda, o homem com talento, perspicácia e inteligência,
Na cultura Celta é símbolo do renascimento e renovação na sua essência,
Além da excelente visão, também possui enorme audição,
Ouve de bem longe, qualquer som com precisão.
Sempre está preparada para o ataque e ação,
Dificilmente é atacada, defende-se com garra e decisão.
Pensar fora da caixa e fazer diferente,
É falar do homem águia, o que enxerga longe e sai na frente.
Como o sol, de longe a águia é bela, formosa e refulgente,
De perto, é perigo, de nada vale a beleza de suas asas agudas e potentes.
Élcio José Martins
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O HOMEM NA ÁRVORE
O homem subiu na árvore,
A mais alta, entre todas.
Queria ver por cima,
A paisagem da floresta.
Galho por galho, ele venceu.
Logo, o chão se escondeu.
De suas folhas verdes exuberantes,
Formou-se um colchão verdejante.
A árvore cresce em busca do sol,
O crente reza em busca do céu.
O rio corre em busca do mar,
O coração bate mais forte naquele que sabe amar...
A árvore se fez paisagem,
O Santo se fez imagem.
A floresta se fez ninho e estalagem,
Vem de Deus o abrigo e hospedagem.
Quem mata o que a mata tem,
Não merece ser alguém.
Para o Mestre, esse alguém não é ninguém,
Não tem presente e nem futuro e não sabe o que é de quem...
Élcio José Martins
A minha liberdade não está no movimento incansável entre encontros e despedidas, está principalmente em me permitir ser o que eu quiser e onde eu quiser.
