Amor entre Almas
Eu fico perdida
entre o ontem, o agora e o depois
Conto as horas para receber um oi
quem sabe um boa tarde
hoje ou amanhã
Não sei o que fazer
deixo minhas tarefas pela metade
nem sequer um chocolate
consigo fazer.
Nas horas mais tranquilas
é com você que desejo estar
deitar em seu peito, sentir teu cheiro
Dormir abraçadinho a Você.
Sei como continuar...
Entre cores que se misturam
E sensações que afloram
O outono tece o meu caminho.
Sigo-o ciente do retorno.
Numa guerra interior, entre a nossa consciência e o nosso coração, cuja as perdas emocionais são inevitáveis, e as materias podem ser irrecuperáveis, porque perdas sempre comprometem o nosso equilíbrio, o inimigo somos nós mesmos, e quanto mais nos consideramos combatentes valentes e autossuficientes para enfrenta-la, desprezando a importância da humildade para pedirmos ajuda, a paz jamais ganhará território em nós. Uma bravura inútil que só nos derrota
" É estranho parar um minuto pra pensar na minha vida, isso me leva ao limbo entre a turbulência de uma existência graciosa e a lucidez de um espera tenebrosa, isso me apavora quanto mais eu me recordo de outro eu que fui mai me apavoro com tanta dor que causei, mas a causa não se faz justa, hoje ela se torna poética, na mais sublime transformação da alma, a poesia me fez relembrar do mesmo limbo sem poesia , a alma é a poesia que o poeta sente e descreve a cada novo dia,,,,"
CANTAROLANDO
Falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais. —Efésios 5:19
Você sabe por que as abelhas zumbem? Porque não conseguem lembrar-se das letras das canções!
Ironicamente, esta velha brincadeira faz lembrar de uma história séria e grave que li a respeito de um homem que aguardava uma cirurgia para colocar um marca-passo. Ele estava ciente que pessoas podem morrer durante tais cirurgias. Ao pensar sobre tudo o que poderia dar errado, sentiu-se muito solitário.
Então um plantonista entrou em seu quarto para levá-lo para a cirurgia. Quando o jovem começou a empurrar a sua maca pelo corredor, o paciente ouviu ele cantarolar um antigo hino irlandês: “Sê minha vida, ó Deus de Poder”. Esta canção lhe trouxe lembranças de campos verdes exuberantes e das antigas ruínas de pedras da Irlanda, onde ele nasceu. O hino inundou a sua alma como um vento refrescante de seu antigo lar. Depois cantarolou o hino: “Sou feliz com Jesus! Sou feliz com Jesus, meu Senhor!” escrito por Horatio Spafford.
Quando pararam do lado de fora da sala de cirurgia, o homem agradeceu-lhe pelos hinos. Ele disse: “Deus usou você hoje para remover meus temores e restaurar a minha alma.” “Mas como?” perguntou surpreso o plantonista. “Seu cantarolar trouxe Deus até mim”, respondeu o homem.
“Grandes coisas fez o Senhor por nós” (Salmo 126:3). Ele encheu nossos corações com uma canção. Quem sabe usará nossos “cânticos” para restaurar a alma de alguém. —DHR
O louvor flui livremente do coral dos redimidos. David H. Roper
AMIZADE DU UM SERVO
...nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos.
—1 Tessalonicenses 2:7
Don Tack queria saber como era a vida dos moradores de rua. Então disfarçou-se e foi morar nas ruas de sua cidade. Descobriu que muitas organizações ofereciam comida e abrigo, e que poderia passar a noite num desses abrigos se antes ouvisse uma preleção. Don gostou da mensagem que ouviu e queria falar com o palestrante convidado após o término daquele evento. Mas, quando Don estendeu a mão para cumprimentá-lo e perguntou se poderia falar com ele, o pregador passou direto por ele como se não o tivesse visto.
Don percebeu que faltavam pessoas que estivessem dispostas a construir relacionamentos, e esta era a maior falha daquele ministério para os moradores de rua no seu bairro. A partir dessa experiência, ele fundou uma entidade chamada Centro de Servos; para oferecer ajuda através da amizade.
O que Don encontrou no abrigo foi o oposto daquilo que as pessoas que ouviram o apóstolo Paulo experimentaram. Quando Paulo compartilhou o evangelho, também deu-se a si mesmo. Ele testificou em: “…assim, querendo-vos muito, estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida; por isso que vos tornastes muito amados de nós” (1Tessalonicenses 2:8). E disse também: “…nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos” (v.7).
E nós? Será que em nosso serviço ao Senhor compartilhamos não somente nossas palavras ou dinheiro, mas também nosso tempo e amizade? —AMC
Uma medida de nossa semelhança com Cristo
é nossa sensibilidade ao sofrimento de outros. Anne Cetas
entre momentos
entre a morte
sentidos diferentes
ausentes
por assim então.
jogado por horas afio
e um destino.
te amar por amar
sem esperar
que volte ou apareça
de uma forma ou outra
desejei ate as profundezas,
entendo o abismo que conduz,
vagamente pairo num vórtice,
puro de complexidade,
vejo que abandonou a vida,
pois nunca amou como te amei,
realmente tentei, sabe,
não foi o suficiente,
sempre um mundo destorcido...
Expectativa versus realidade.
Todos nós em algum momento vivemos este dilema entre o que se sonha e o que se realiza.
Sabemos que os sonhos alimentam nossas esperanças e nos impulsionam para algo além de nossas perspectivas.
No entanto vivemos em uma realidade em que quase nada funciona ao nosso sabor e vontade.
Saber dosar o sonho e a realidade, o desejo e a realização, não é tarefa fácil.
Trabalharmos nossos sonhos para que eles se concretizem, exige muita determinação, coragem e, em alguns casos desapego.
Não há conquistas sem renúncias. Se quer algo em suas mãos, com certeza terá que abrir sua mão de algo que já possui.
A física elementar diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, com a nossa vida não é diferente, para o novo entrar, necessário é desapegar do velho.
Assim, mantenha seus sonhos, mas, acima de tudo mantenha os pés no chão.
Lembre que o caminhar lhe ensina que enquanto um pé está no chão (realidade) o outro está no ar (sonhos).
Ambos são complementares e necessários.
Viva essa dualidade, aproveite, isso faz parte de você.
Pense, reflita.
Paz e bem.
A similaridade entre mim e aquela folha chegava a assustar: solitária, sem destino, impossibilitada de um pouso tranquilo e feliz.
Embora pensem diferentemente um do outro, um beijo é o pacto entre dois corpos querendo a mesma coisa.
HUMILDADE E GRANDEZA
...quem quiser
tornar-se grande
entre vós, será
esse o que vos sirva.
—Mateus 20:26
Quando tinha sete anos de idade, Richard Bernstein admirava a habilidade atlética e a coragem de Jackie Robinson, o primeiro negro americano a jogar na Liga Profissional de Beisebol na Era Moderna. Alguns anos depois, enquanto trabalhava no campo de golfe de uma cidadezinha, Bernstein ficou impressionado quando deu-se conta que carregava o saco de tacos do seu herói, Jackie Robinson.
Quando o jogo atrasou em virtude
da chuva, Robinson dividiu seu guarda-chuva com ele e repartiu uma barra de
chocolate com o jovem carregador. Escrevendo para o jornal local, Bernstein citou aquele humilde ato de bondade como uma inesquecível marca de grandeza.
A verdadeira grandeza é revelada pela humildade, não pelo orgulho. Jesus Cristo poderosamente demonstrou e ensinou isto aos Seus ambiciosos discípulos ao dizer: “…quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:26-28).
Quando o próprio Deus andou pela terra como homem; lavou os pés, acolheu crianças e se dispôs a dar Sua vida para nos libertar da tirania egoísta do pecado. O exemplo que Ele nos mostra dá credibilidade ao Seu mandamento. —DCM
Podemos fazer grandes coisas para o Senhor se estivermos dispostos a fazer pequenas coisas para os outros. David C. McCasland
Que pena, neste morrer, ande tanta gente já morta, a entre nós habitar!
Posto tal, sobre os mesmos; aqui deixo este pensar:
Ser impiedosamente Mau…
Que pena assim sermos neste morrer;
por nada de bom, termos para dar;
que não seja o a outrem, tanto mal fazer;
por só mau, termos em nosso habitar!
Por só mau termos, por termos matado;
a Beldade no nosso interior;
teremos nossa vida, condenado;
a não saborear, O bom Amor!
Coitado de quem assim se encontrar;
pois irá morrer tão desconsolado;
que nem dá para em verso demonstrar…
O quão grande irá ser, o seu penar;
quando um dia partir, por ser finado;
que nunca saboreou, o verbo AMAR.
Com muita pena;
